<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093</id><updated>2012-02-11T15:06:54.000-02:00</updated><category term='http://1.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/S7K33569u3I/AAAAAAAAAG0/VMcJLl58Vb8/s1600/PC100008.JPG'/><category term='evento'/><category term='história cultural'/><title type='text'>Revista Historien</title><subtitle type='html'>A Historien, é uma produção do Grupo de Estudos Históricos Sapientia et Virtute, sendo que seus membros são discentes da Licenciatura Plena em História da Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina, juntamente com professores do corpo docente do referido curso.

A proposta da Historien é incentivar a produção textual dos alunos da licenciatura, visando a expansão do conhecimento em história por meio da produção dos próprios acadêmicos.

Revista Historien - ISSN 2177-0786</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Cleber Roberto Silva de Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532161875433267992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4aJ03yhuYMU/StXexhx1sxI/AAAAAAAAADY/VP__xmPV1TY/S220/05-09-09_2344.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>172</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-160480681739501304</id><published>2012-02-02T12:50:00.002-02:00</published><updated>2012-02-02T12:57:44.926-02:00</updated><title type='text'>A doce vida dos mortos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-T9v2Snlmh7k/TyqkU6ED7dI/AAAAAAAAAEw/HBC6cdMiZ1w/s1600/mortos1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-T9v2Snlmh7k/TyqkU6ED7dI/AAAAAAAAAEw/HBC6cdMiZ1w/s320/mortos1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5704552557108784594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao contrário do Brasil, onde o carnaval é a maior festa popular, com  milhares de pessoas entregues à folia por três dias consecutivos, no  México, a maior mobilização festiva e popular ocorre no Dia dos Mortos.  Na realidade, geralmente as festividades acontecem em vários dias, entre  31 de outubro e 2 de novembro, e em muitas cidades elas começam já no  dia 28 de outubro. Parentes, amigos e convidados festejam o retorno de  seus finados com grande variedade de comidas, bebidas, doces e frutas em  banquetes espetaculares. De tão importante, o acontecimento foi  declarado patrimônio cultural da Humanidade pela Unesco.   A ideia de que a morte é uma continuidade da vida era comum na cultura  mesoamericana, do México antigo. A morte era considerada uma transição  da vida para outro mundo ou para um espaço, ou mesmo uma nova dimensão,  que imaginavam existir para essa finalidade. As origens dessas  cerimônias são antigas e remontam a 3.000 anos antes da era cristã. Nas  festas rituais, era costume colocarem crânios nos altares erguidos,  representando os ancestrais. Desde o século I, os cristãos rezavam pelas  almas e visitavam os cemitérios. Já no século V, a Igreja Católica  dedicou um dia do ano para rezar por todos os mortos, inclusive os  esquecidos pelas famílias. O dia 2 de novembro foi estabelecido no  século X, pelo calendário litúrgico cristão, como Dia de Finados.   No México, os povos indígenas realizavam festas e rituais para  reverenciar seus mortos. Mas, com a colonização espanhola, novas  práticas culturais foram introduzidas e mescladas à cultura nativa para  celebrar os antepassados. Rezas e cânticos se misturavam em festas,  revestidos de um caráter ao mesmo tempo sagrado e profano.   Antes da chegada dos espanhóis, os indígenas homenageavam seus mortos  durante todo o mês de agosto, que corresponde ao nono mês do calendário  solar asteca. Na época, as festividades eram presididas pela deusa  Mictecacíhuatl, como era chamada a Deusa da Morte dos astecas.   Depois, mesmo com a presença do cristianismo, algumas tradições foram  mantidas, como o tempo das festas, que podem durar vários dias. A  comemoração do Dia dos Mortos atrai a população tanto das áreas urbanas  como das rurais, além de despertar o interesse de grande número de  pessoas de vários países.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas  festas, as famílias costumam oferecer banquetes com muita fartura para  as almas dos mortos, como retribuição por tudo que os antepassados  fizeram para eles. Isso é possível porque as festas acontecem em um  período de muita prosperidade: no calendário agrícola, outubro e  novembro correspondem ao início das colheitas dos produtos semeados na  primavera.   Na população de origem indígena – os choles – do estado de Oaxaca,  região meridional do México, as festividades começam todos os anos no  dia 25 de outubro e se estendem até 5 de novembro. Esse período  corresponde à longa jornada realizada pelas almas para se aproximarem de  seus familiares. Os choles precisam desse tempo para festejar seus  mortos, pois as almas, em geral, estão “muito ocupadas”, já que esta  população mescla suas atividades sagradas com as profanas. Por esse  motivo, eles sempre estão ocupados com seus afazeres da vida cotidiana,  especialmente com as atividades agrícolas.   Já no estado de Veracruz, camponeses e indígenas comemoram o retorno  das almas a partir de 18 de outubro, dia de São Lucas, para receber os  que sofreram morte violenta, por assassinato ou acidente. Os rituais  começam no dia 31 de outubro, quando chegam as almas das crianças,  consideradas anjinhos. No dia seguinte, 1º de novembro, é a vez dos  espíritos dos adultos. Após festejarem o reencontro com os familiares  vivos, as almas regressam ao Reino dos Mortos, para repetir no ano  seguinte o mesmo trajeto.   Cada família se preocupa em reproduzir os rituais de acordo com as  narrativas feitas pelos mais velhos. Todos os detalhes são observados:  arrumação das casas, limpeza dos cemitérios, decoração das igrejas,  ruas, praças e outros lugares públicos, variedade de comidas e bebidas,  além da compra de roupas e sapatos novos para os mortos. Trabalhando  coletivamente, pretendem manter a coesão do grupo e asseguram sua  continuidade, evitando que aquelas práticas e representações culturais  se percam no esquecimento.   Altares adornados com bandeirinhas de papel de seda são erguidos nas  casas, igrejas, praças e edifícios públicos. Os retratos das pessoas  mortas são rodeados de flores amarelas chamadas cempasúchitl – espécie  conhecida como a flor dos mortos. Os mexicanos acreditam que as cores  vivas dessas plantas ajudam os defuntos a encontrar o caminho de volta  para casa.&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FONTE: revistadehistoria.com&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-160480681739501304?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/160480681739501304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/02/doce-vida-dos-mortos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/160480681739501304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/160480681739501304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/02/doce-vida-dos-mortos.html' title='A doce vida dos mortos'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-T9v2Snlmh7k/TyqkU6ED7dI/AAAAAAAAAEw/HBC6cdMiZ1w/s72-c/mortos1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6649190157120929790</id><published>2012-01-29T18:20:00.000-02:00</published><updated>2012-01-29T18:20:38.002-02:00</updated><title type='text'>A falta de higiene na Idade Média</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor" height="45" style="font-size: 11px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;por Olivier Tosseri&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 290px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;" width="10"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="right" class="img-credito" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Coleção Waldburg-Wolfegg, Castelo de Wolfegg&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/img/Banho_interna.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="img-legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Banho público na Alemanha. Ilustração de manuscrito do século XV&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Muita gente aprende nos bancos escolares ou em referências no cinema e em livros que os tempos medievais foram um zero à esquerda em matéria de asseio. Não é bem assim. Havia higiene na Idade Média, quando também se usava a água por prazer. Esse só não era um valor tão disseminado como hoje nas sociedades carentes, como em todos os períodos passados, de meios de educação abrangentes e democráticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acervos preciosos de arte e objetos do período incluem itens usados na toalete de homens e mulheres, assim como iluminuras que representam pessoas se lavando. Os tratados de medicina e educação de Bartholomeus Anglicus, Vicente de Beauvais ou Aldobrandino de Siena, monges que viveram no século XIII, mostram uma preocupação real em valorizar a limpeza, principalmente a infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água era um elemento terapêutico e servia tanto para prevenir quanto para curar as doenças. Desenvolveram-se as estâncias termais e era recomendado e estimulado lavar-se regularmente. Como as casas não tinham água corrente, os grandes locais de higiene eram os banhos. Certamente herdados da Antiguidade, é provável que tenham voltado à moda graças aos cruzados retornados do Oriente, onde se havia conservado a tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas cidades, a maioria dos bairros tinha banhos públicos, chamados de “estufas”, cuja abertura os pregoeiros anunciavam de manhã. Em 1292, Paris, por exemplo, contava com 27 estabelecimentos. Alguns deles pertenciam ao clero. O preço da entrada era elevado, e nem todos podiam visitá-los com assiduidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na origem, os frequentadores se contentavam com a imersão em grandes banheiras de água quente. O procedimento se aperfeiçoou com o surgimento de banhos saturados de vapor de água. Utilizava-se o sabonete ou a saponária, planta que fazia a água espumar, para um melhor resultado. Para branquear os dentes, recorria-se a abrasivos à base de conchas e corais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal era o sucesso desses locais que a corporação dos estufeiros foi regulamentada. Eles tinham direito a preços predeterminados e o dever de manter água própria e impedir a entrada de doentes e prostitutas. A verdade, porém, é que as estufas foram se transformando cada vez mais em lugar de encontros galantes: os banhos em comum e os quartos colocados à disposição dos clientes favoreciam a prostituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIV, recorreu-se a éditos para separar os homens das mulheres, mas foi durante o século XV que se verificou uma mudança de mentalidade. A Igreja endureceu suas regras morais, pois passou a ver com maus olhos tudo quanto se relacionasse com o corpo. E os médicos já não consideravam a água benéfica, mas sim responsável e vetor de enfermidades e epidemias. Segundo eles, os poros dilatados facilitavam a entrada de miasmas e impurezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande peste de 1348 recrudesceu esse entendimento. Desde então, passou-se a desconfiar da água, que devia ser usada com moderação. Os banhos declinaram e, pouco a pouco, desapareceram. Foi preciso aguardar o século XIX e o movimento higienista para que se produzisse uma nova mudança de mentalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/nao_havia_higiene_na_idade_media_.html"&gt;historiaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6649190157120929790?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6649190157120929790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/falta-de-higiene-na-idade-media.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6649190157120929790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6649190157120929790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/falta-de-higiene-na-idade-media.html' title='A falta de higiene na Idade Média'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3861883973655878480</id><published>2012-01-23T01:01:00.003-02:00</published><updated>2012-01-23T01:13:23.072-02:00</updated><title type='text'>INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ DIA 11/02/2012.</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme decisão da equipe que coordena o periódico, Revista Historien prorroga as inscrições para novos membros. A nova data limite é 11/02/2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos interessados, devem ser enviados emails para o endereço revista_historien@ig.com.br, fornecendo as seguintes informações: 1) Nome; 2) Número da matrícula na universidade; 3) Endereço; 4) Contatos (email, telefones); 5) Um texto de 1000 caracteres (20 linhas), respondendo às perguntas "Por que participar da revista" e "Quais seus objetivos, caso venha a ser escolhido".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As propostas serão selecionadas e analisadas pelo Conselho Editorial e pela Equipe Administrativa da revista. Após a data limite de inscrições, a equipe entrará em contato com os selecionados, marcando as entrevistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado será divulgado no portal e no blog.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Redação Revista Historien&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3861883973655878480?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3861883973655878480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/inscricoes-prorrogadas-ate-dia-11022012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3861883973655878480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3861883973655878480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/inscricoes-prorrogadas-ate-dia-11022012.html' title='INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ DIA 11/02/2012.'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1690440218011575488</id><published>2012-01-13T17:48:00.001-02:00</published><updated>2012-01-13T17:49:58.435-02:00</updated><title type='text'>Breve história do RPG</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-adi0miEXGLQ/TxCKHjoKGiI/AAAAAAAAAho/xNEcMWEFpOM/s1600/ovelho.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-adi0miEXGLQ/TxCKHjoKGiI/AAAAAAAAAho/xNEcMWEFpOM/s320/ovelho.jpg" width="232" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se você não entende bulhufas sobre o assunto e jogou no Google, o Wikipedia te responde que “Role-playing game, também conhecido como RPG (em português: “jogo de interpretação de personagens”), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Oficialmente, o hobby data de 1974 com o mundialmente famoso D&amp;amp;D (Dungeon &amp;amp; Dragons), criado por Gary Gygax e Dave Arneson. Na verdade era mais um jogo de miniaturas com uma temática meio de WAR. Com o tempo os criadores viram que aquilo poderia ser mais bem explorado e assim nasceram as primeiras “aventuras”. A coisa deslanchou mesmo a partir de 1980. Em 1982 Tom Hanks estrela um filme sobre RPG, Mazes and Monsters. E em 1983 é lançado o desenho Caverna do Dragão, totalmente inspirado em D&amp;amp;D. Daí pra frente aparece outros gêneros, já que D&amp;amp;D tratava basicamente de aventuras em cenários medievais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dungeons &amp;amp; Dragons ainda é o RPG mais jogado no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A evolução do RPG começa a seguir diversos rumos. O tema Cyberpunk discutia nos anos 80 o impacto da realidade virtual em um futuro próximo, tendo alguns jogos fundamentados no assunto. A Ficção Científica também ganha força nessa época, cuja literatura já era abordada desde os anos 70. Assim, em 1986 a empresa Steve Jackson Games publica o jogo GURPS um sistema genérico de regras. A promessa era que seria possível encaixar qualquer tipo de aventura dentro do sistema. Em um final de semana seu grupo poderia ser um grupo de piratas e no outro uma turma de Jedis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas a era de ouro do hobby foi durante a década de 90. O velho D&amp;amp;D já havia passado por uma reformulação (sendo agora Advanced Dungeon Dragons), GURPS contava com diversos suplementos, e outros sistemas menores começaram a ganhar espaço no mercado (alguns até de origem nacional). Mas nada foi tão avassalador quanto à invasão dos noturnos chupadores de sangue nas mesas de jogos. Entra em cena o sistema Storyteller, trazendo vampiros, lobisomens, magos e afins em um mundo Punk-Gótico. O carro chefe do sistema era Vampiro: A Máscara, publicado originalmente em 1991 por Mark Rein Hagen através da editora White Wolf, com uma segunda edição em 1992 e uma edição revisada mais tarde em 1998. A febre de Vampiro foi tão grande que começaram a aparecer também os primeiros Lives: jogos “ao vivo”, onde as pessoas se encontravam e interpretavam seus personagens em carne e osso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vampiro: A Máscara, febre nos anos 90.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nota: Vampiro: A Máscara completa 20 anos e em breve você verá uma matéria especial aqui no Nerdeando!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;RPG de anime. Otakus também rolam dados!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A virada do milênio foi outro marco na história do RPG. No início do século XXI o RPG mais famoso do mundo, D&amp;amp;D, é totalmente reformulado em sua 3ª edição e com ela uma licença que permitia a qualquer um lançar produtos compatíveis, chamada de Open Game License. Esse foi o grande boom do mercado editorial de RPG. Agora muitos livros traziam apenas as aventuras, prontinhas para serem adaptadas com as regras de D&amp;amp;D, ou regras de D20 como ficaram popularmente conhecidas (referencia ao dado de 20 faces usado pelo sistema). Imaginem usar qualquer tipo de cenário, alguns até de mídias famosas como Star Wars, Marvel Comics e Disney utilizando o sistema de regras mais popular do mundo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Coleção de GURPS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Atualmente o RPG de mesa perdeu um pouco de sua força. Praticamente todos os sistemas foram alterados, atualizados ou finalizados. D&amp;amp;D está na sua 4ª edição, GURPS também foi reformulado e a White Wolf acaba com toda a sua linha (pra lá de extensa) de criaturas sombrias e lança o seu novo Mundo das Trevas. Como dito, o Role Play tem encontrado dificuldade em encontrar novos jogadores, principalmente no Brasil. Talvez pela “invasão” dos populares MMORPG’s, quem sabe. Mas com certeza o hobby ainda está longe de acabar. Pode ser que eu esteja sendo um pouco parcial (é, estou sendo sim), mas não há experiência de jogo que se compare ao bom e velho RPG de mesa. Construir a ficha do seu personagem, imaginando sua aparência, poderes e trejeitos. Interpretar monstros, heróis, monstros e todo tipo de criatura desse e de outros mundos. Criar mundos com sua própria cultura, política, geografia, onde apenas a sua imaginação é o limite! Além disso, RPG é uma experiência social. Marcar com os amigos para aquela seção sábado a noite, regada a refrigerante e salgadinhos gordurosos, rindo, falando bobagem e gerando fatos que se transformarão em lendas cada vez que vocês se encontrarem anos mais tarde. Posso dizer por experiência própria que essa é a maior “aventura” que você vai terá ao rolar seus dados. Isso tudo porque nem mencionamos o fato de a atividade desenvolver o intelecto, raciocínio, criatividade e leitura. Bom, mas isso fica para uma outra vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E não deixe de participar da nossa Promoção do Dia do Orgulho Nerd e comemore essa data ganhando um super game!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://www.nerdeando.com.br/nerdear/games/uma-breve-historia-do-rpg/"&gt;nerdeando&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.nerdeando.com.br/nerdear/games/uma-breve-historia-do-rpg/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1690440218011575488?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1690440218011575488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/breve-historia-do-rpg.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1690440218011575488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1690440218011575488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/breve-historia-do-rpg.html' title='Breve história do RPG'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-adi0miEXGLQ/TxCKHjoKGiI/AAAAAAAAAho/xNEcMWEFpOM/s72-c/ovelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4419468473650745400</id><published>2012-01-04T18:38:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T18:40:46.675-02:00</updated><title type='text'>História em megabytes</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(111, 111, 111); font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;span &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Não há dúvidas de que os historiadores gostam mesmo é de papel – de preferência, velho. Mas em tempos de tanta documentação histórica digitalizada – e diante da popularização de tablets que agitam o consumismo natalino –, a RHBN Online preparou o caminho das pedras para os leitores mais modernos encontrarem livros eletrônicos gratuitos no emaranhado de megabytes da internet.Há uma infinidade de obras em domínio público presentes nas estantes das bibliotecas públicas virtuais, que permitem pegar livros “emprestados” por tempo indeterminado. É o caso, por exemplo, de um dos nossos mais célebres escritores. Machado de Assis conta até com um site especial, feito pelo Ministério da Educação, que disponibiliza em formato PDF a obra completa do primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Até as correspondências do escritor podem ser baixadas para o seu computador ou tablet.O site Domínio Público, do Ministério da Educação, é o oásis dos novos leitores, com mais de 180 mil obras à disposição. Quem não ganhou um tabletno Natal não precisa se preocupar: os livros são disponibilizados, na maioria das vezes, em formato PDF e HTML, padrão das páginas de internet que pode ser visto em qualquer computador. Desde 2004, já foram feitos mais de 30 milhões de downloads de livros diversos.Apenas sobre História Geral, são 1.263 obras – 726 delas em português. A mais acessada é “A escravidão”, de Joaquim Nabuco, lida virtualmente por mais de 33 mil pessoas. Outro que se destaca é “História do Brasil: 1500-1627”, de Frei Vicente de Salvador. Quem não leu o célebre “Capítulos de História Colonial (1500-1800)”, de João Capistrano de Abreu, pode começar a qualquer momento.Obviamente, a benesse não se restringe aos autores nacionais. Basta um clique para ter acesso a obras de William Shakespeare, Fernando Pessoa e Dante Alighieri – best seller online, com mais de 1,7 milhão de livros baixados –, passando por Pero Vaz de Caminha e Luís de Camões. Não há por que se preocupar com o idioma: o site oferece 16 opções – de latim a sânscrito! –, incluindo, obviamente, versões em português.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Texto completo em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/historia-em-megabytes" style="text-align: left; "&gt;revistadehistoria.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(111, 111, 111); font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4419468473650745400?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4419468473650745400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/historia-em-megabytes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4419468473650745400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4419468473650745400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2012/01/historia-em-megabytes.html' title='História em megabytes'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6730581218513857881</id><published>2011-12-29T14:48:00.004-02:00</published><updated>2011-12-29T15:01:58.359-02:00</updated><title type='text'>5ª Edição no AR</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G1fCKK_gb7U/TvybAVlUi4I/AAAAAAAAALY/Ka7AFduKk7Y/s1600/384591_261698517230979_100001724985766_729190_569943671_n.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-G1fCKK_gb7U/TvybAVlUi4I/AAAAAAAAALY/Ka7AFduKk7Y/s320/384591_261698517230979_100001724985766_729190_569943671_n.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5691594459185449858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lançada Hoje a 5ª edição temática da Revista Historien, segue o editorial para apreciação.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prezado leitor,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos anos, a historiografia latino-americana tem dedicado um interesse especial em discutir os fatores que conduziram ao processo de emancipação das colônias luso-espanholas no princípio do século XIX. No Brasil em especial, notamos que a partir de 2008 um crescente interesse pelos aspectos que marcaram a vinda da Corte Portuguesa em 1808 e a consolidação de nossa independência política em 1822.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras nações latino-americanas, colonizadas em sua maioria pela Espanha, também empreenderam estudos acerca de seus movimentos emancipacionistas. A idéia da presente edição nasceu em 2010, quando um dos integrantes da Revista Historien, Christoval Araújo em parceria com o Prof. Dr. Eduardo Martín Cuesta, propuseram uma edição conjunta entre pesquisadores brasileiros e outros historiadores da América Latina. A proposta concretizou-se e agora apresentamos a quinta edição da Revista Historien em que navegaremos no debate do  Bicentenário da Independência das Nações Latino- Americanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Argentina: de vice-reino a um Estado de províncias, Leonardo Mercher busca relatar como através de processos políticos regionais, durante o século XIX e XX é formado o estado argentino. Juan Francisco Martinez Peria, propõe um estudo acerca da última etapa da Revolução do Haiti,  seu artigo é:  El choque final entre dos revoluciones: De la expedición napoleónica a la independencia de Haiti.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Germán Ibañez introduz a questão da descolonização como dimensão fundamental a ser explorada nos processos de independencia, seu artigo  La Revolución Hispanoamericana: Una caracterización, aborda o processo revolucionário hispanoamericano com a culminância da independência de maior parte da América espanhola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eduardo Martín Cuesta escreve junto a Agustina Vence Conti o artigo Bicentenário de la Independencia Argentina: una perspectiva desde la historia Historien – Revista de História [5] Petrolina, jun./nov. 2011 7 econômica, ensaiando algumas perguntas acerca das características gerais da economia do que hoje é o espaço da República Argentina através da observação de três momentos históricos: 1810, 1910 e 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma proposta no mínimo inovadora, Julio Osaba escreve  El Bicentenário Según Lisa Simpson o la Construcción Social de los Héroes. O autor trará uma visão acerca do Bicentenário no Uruguai usando a figura do Herói nacional, sua construção e desejo social, para isso, fará um contraponto com o icone Lisa Simpson, do desenho animado Os Simpsons. Jorge Rueda e Laura Rueda nos brinda com o artigo  La Crisis del Convivir en la Historia y la Cultura Republicana en Chile, descrevendo aspectos na construção e historiografia da república chilena como sendo uma nação que assim fixada nas elites dominantes se encarregou de construir fronteiras&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;culturais e de identidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lina Constanza Díaz Boada no texto  La Élite Local ante la crisis de la Monarquía Española: Redes Sociales de Poder em el Cabildo de Pamplona  – Virreinato de Nueva Granada, 1800-1810  analisa as diversas respostas desenvolvidas pela elite de Pamplona de Indias no Vice-Reinado de Nova Granada, em 1810, diante da crise da monarquia espanhola. E finalizando a História em Foco, Natalia Bustelo escreve El Nuevo Mundo en Espejo de Europa:Reflexiones Sobre la Construcción Identitaria Estatal, uma análise dos traços de imagens que foram usadas para representação do nacional e do latinoamericano e sua relação com a Europa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Edson Silva no artigo  Povos Indígenas do Sertão: Uma História de Esbulhos das Terras, Conflitos e de Mobilização por seus Direitos discute sobre a atual situação dos povos indígenas no interior do Nordeste; Silvano Fidelis de Lira escreve  Histórias em Quadrinhos: Possibilidades e Perspectivas do Fazer Pedagógico no Ensino de História em que trata das possibilidades de utilização de um instrumento de fácil acesso aos estudantes dentro da sala-de-aula e suas possibilidades de enriquecimento do conhecimento transmitido aos alunos. Historien – Revista de História [5] Petrolina, jun./nov. 2011 Abordando a temática História e Memória, temos o artigo de Ulisses do Vale com o trabalho Entre Memória e Imaginação: Pelo Fim de uma Longa Má Consciência buscando refletir acerca do debate dentro do meio acadêmico sobre a relação entre a História e a Memória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, dois artigos que abordam o Brasil Colonial: o primeiro de Marcio Douglas de Carvalho e Silva, A Demonização do Paraiso: Fé e Religiosidade no Brasil Colonial  em que aborda as relações entre a religião oficial trazida pelo colonizador europeu e as diversas manifestações religiosas surgidas no Brasil a partir das influências de elementos africanos e indígenas; e o segundo de Emãnuel Luiz Souza e Silva, Ação Jesuítica e Catolicismo no Brasil Colonial do Século XIX  que faz uma análise do padre jesuíta Luís da Gram em sua propagação da fé católica no Brasil do século XVI.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É com imensa satisfação que reafirmamos com compromisso do iniciado em novembro de 2009, nós do Grupo “Sapientia et Virtute” e do Departamento de História da Universidade de Pernambuco – Campus Petrolina, em ampliar e divulgar o conhecimento entre pesquisadores de História e diversas áreas do conhecimento das Ciências Humanas e Sociais de diversas regiões do Brasil e agora com a  colaboração de pesquisadores de diversas regiões do continente americano. Não poderíamos deixar de transmitir o nosso agradecimento a &lt;span style="text-align: left; "&gt;Maria Fernanda Sabio pelo apoio na idealização e construção dessa edição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boa Leitura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6730581218513857881?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6730581218513857881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/5-edicao-no-ar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6730581218513857881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6730581218513857881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/5-edicao-no-ar.html' title='5ª Edição no AR'/><author><name>Dielson Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593006657905995021</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-G1fCKK_gb7U/TvybAVlUi4I/AAAAAAAAALY/Ka7AFduKk7Y/s72-c/384591_261698517230979_100001724985766_729190_569943671_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8280196533081272376</id><published>2011-12-26T16:10:00.000-02:00</published><updated>2011-12-26T16:14:33.202-02:00</updated><title type='text'>Hidratante pode ter matado</title><content type='html'>Por Graziella Beting&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há remédios piores que a doença. Que o diga a rainha Hatshepsut, principal faraó mulher do Egito, que viveu por volta de 1450 a.C. Segundo cientistas da Universidade de Bonn, ela pode ter morrido por causa do creme hidratante que usava. Essa é a suspeita levantada pelos especialistas que analisaram o conteúdo – até hoje intacto – do frasco encontrado entre os objetos da faraó, hoje conservado no Museu Egípcio da universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta foi feita por Michael Höveler-Müller, curador do museu, e Helmut Wiedenfeld, do Instituto de Farmacologia da universidade. Por muito tempo, acreditava-se que o frasco contivesse perfume, mas, ao retirar amostras de seu conteúdo, eles identificaram um tipo de loção para a pele contendo uma forte substância carcinogênica. Os pesquisadores suspeitam que o creme possa ter sido indicado à faraó como tratamento para eczema, já que são conhecidos outros casos de doenças de pele na família de Hatshepsut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, além de substâncias hidratantes e anti-inflamatórias, os farmacologistas detectaram no creme da monarca uma grande quantidade de benzopireno, “uma das mais perigosas substâncias carcinogênicas que conhecemos”, afirma Wiedenfeld.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: historiaviva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8280196533081272376?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8280196533081272376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/hidratante-pode-ter-matado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8280196533081272376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8280196533081272376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/hidratante-pode-ter-matado.html' title='Hidratante pode ter matado'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2880268917034438783</id><published>2011-12-19T16:09:00.004-02:00</published><updated>2011-12-19T16:42:36.089-02:00</updated><title type='text'>2012: contagem regressiva para o fim do mundo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-lFGBDWi_BHM/Tu9_16TbHHI/AAAAAAAAABI/4IydYUj_4Is/s1600/P6284637c.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-lFGBDWi_BHM/Tu9_16TbHHI/AAAAAAAAABI/4IydYUj_4Is/s320/P6284637c.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687905418552745074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O Armagedon tem uma nova data. E como nas outras ocasiões em que o  fim do mundo foi anunciado, surgiram inúmeras especulações sobre o  trágico “espetáculo” do Juízo Final. Curiosamente, ao contrário do ano  1000 e das previsões de vários “profetas” que desfiaram um rosário de  eventos apocalípticos, não se mencionou a volta do Messias, Jesus Cristo  na tradição cristã. Talvez porque a tão falada profecia esteja ligada  aos maias – civilização que se desenvolveu na Península de Yucatán, no  sul do México, e na América Central, em regiões que hoje fazem parte da  Guatemala, de El Salvador e de Honduras. Eles eram politeístas, ou seja,  adoravam várias divindades, ligadas à natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;  Mas o que está no centro das recentes especulações apocalípticas é um  dos diversos elementos da cultura maia que chegaram até os nossos dias:  seu método de contagem do tempo. Eles idealizaram dois calendários: o  religioso, com base na Lua, chamado &lt;em&gt;Tzolkim&lt;/em&gt; (relacionado a aspectos da vida humana), tinha 260 dias divididos em 13 meses com 20 dias (&lt;em&gt;kins&lt;/em&gt;) cada; o outro, &lt;em&gt;Haab&lt;/em&gt;,  mais parecido com o nosso, era o calendário agrícola (que organizava as  etapas do plantio e da colheita), com 365 dias repartidos em 18 meses  de 20 dias. Hábeis matemáticos, criaram um complexo sistema de  sincronização – a “Roda Calendárica” – desses dois calendários, nada  fácil de explicar. Em linhas muito gerais, a cada 52 voltas do &lt;em&gt;Haab &lt;/em&gt;(um ciclo de 18.980 dias) correspondia um novo século, quando era realizada a cerimônia do fogo novo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;  &lt;strong&gt;Momento de renovação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;  Para os maias, o fim de um ciclo é um momento de renovação, o início de  uma nova era – o que desencadeou uma onda de mitos sobre o fim do  mundo. O principal diz que o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012. O  dia é significativo no calendário justamente porque indica o fim de um  ciclo e o início de outro, mas nenhum registro daquela civilização  autoriza a afirmar que o mundo acabará naquela data, segundo Anthony F.  Aveni, professor de Astronomia e Antropologia da Colgate University, de  Nova York.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;  Outras versões dão conta de que um tal Planeta Nibiru (ou Planeta X)  estaria em rota de colisão com a Terra, o que não seria possível, pois,  além de não haver dados concretos sobre a sua existência, se fosse  entrar em choque com a Terra no ano que vem, hoje já poderia ser visto a  olho nu, segundo o astrônomo Marcelo Gleiser. O professor de Astronomia  e Filosofia Natural do Dartmouth College, nos Estados Unidos, ainda  desmente a suposição de que um alinhamento galáctico envolvendo o Sol, a  Terra e o centro da galáxia destruirá nosso planeta. Só que esse  fenômeno acontece todo mês de dezembro.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;  “Esse frenesi todo é irracional”, garante Marcelo Gleiser. Mas serviu,  mais uma vez, de inspiração para a poderosa indústria cinematográfica  norte-americana, que levou às telas “2012: o ano da profecia” (2009),  uma superprodução que consumiu 200 milhões de dólares. Sucesso de  bilheteria em vários países, como o Brasil, o filme mostrou que os mitos  nascidos da credulidade humana ainda são generosas fontes de lucros. E,  de quebra, enalteceu o esforço de reconstrução do mundo pelos Estados  Unidos.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;FONTE:revistadehistoria&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2880268917034438783?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2880268917034438783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/2012-contagem-regressiva-para-o-fim-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2880268917034438783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2880268917034438783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/2012-contagem-regressiva-para-o-fim-do.html' title='2012: contagem regressiva para o fim do mundo?'/><author><name>Aldo Rabelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05760164480819911682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lFGBDWi_BHM/Tu9_16TbHHI/AAAAAAAAABI/4IydYUj_4Is/s72-c/P6284637c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6868233417414546745</id><published>2011-12-12T13:29:00.002-02:00</published><updated>2011-12-12T13:33:47.867-02:00</updated><title type='text'>Lampião: Cabra - macho ou flor do sertão?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-W38iX6cY7j8/TuYewjM-9RI/AAAAAAAAAEk/m0JErqSW5vE/s1600/lampiao%25282%2529.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 209px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-W38iX6cY7j8/TuYewjM-9RI/AAAAAAAAAEk/m0JErqSW5vE/s320/lampiao%25282%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685265399034082578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;span &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Depois de Hitler, Zumbi dos Palmares e a Imperatriz Leopoldina, o, digamos, revisionismo sexual de grandes personagens da História atingiu o cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva. O problema é que a “descoberta” do juiz aposentado Pedro de Morais, autor do livro “Lampião, o mata sete” – no qual afirma que o líder do cangaço era homossexual –, nem novidade é, mas se alastrou feito rastilho de pólvora nos megabytes do mundo moderno. O historiador Antônio Amaury, que dedicou nada menos que 63 anos ao estudo do cangaço, inclusive entrevistando vários membros da tropa de Lampião, é categórico: “isso nunca foi sequer cogitado por todos que conheceram e conviveram com Lampião. Portanto, levantar essa difamação foi apenas uma forma desse juiz aparecer”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Se era esta a intenção (ou apenas difamar o mito), o ex-juiz conseguiu. Uma pesquisa no Google com os termos “Lampião” e “gay” remete a mais de 200 mil resultados, enquanto “Lampião” e “Pedro de Morais” respondem a mais de 40 mil links. Repercussão que, como de praxe nesses casos, ganhou força mesmo após a Justiça proibir o lançamento da obra, a pedido dos parentes do cangaceiro. Pedro de Morais acredita que a decisão será revertida em breve, já que tudo se trata de uma confusão de... sinônimos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“O próprio juiz, na sentença, afirma que não leu o livro”, argumenta Pedro. “Ele se baseou na manchete de um jornal popularesco, que chamou Lampião de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;boiola&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;e Maria Bonita de adúltera. Mas em momento algum eu usei esses termos... Depois que ele ler o livro, não haverá problema algum. Tudo o que eu disse está relatado por vários autores. Eu apenas tive a coragem de expor sem meias palavras”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Fatos controversos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Para sustentar a versão, Pedro de Morais usa como exemplo até fóruns públicos do site Yahoo, onde “todo mundo sabe da homossexualidade de Lampião”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Você há de convir que obter prova material de homossexualidade seja difícil. Mas este era um fato amplamente sabido por vários estudiosos”, garante Pedro, citando como exemplo o professor Luiz Mott, doutor em antropologia e fundador do Grupo Gay da Bahia. A tese de Mott – igualmente não aceita por quem se dedicou especificamente ao tema cangaço – se baseia em relatos de que Lampião, na intimidade, adorava perfume francês, usava um lenço de seda e muitos anéis nos dedos. Foi o suficiente para a conclusão – de Pedro, claro, mas não de Antônio Amaury, do alto de suas mais de 250 horas de conversa com cangaceiros e mais de 7 mil entrevistas realizadas sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Com todo o respeito, Mott dedicou a vida ao tema da homossexualidade, não ao estudo do cangaço. Não há o menor fundamento para se afirmar isso. Eu conversei com mais de 30 cangaceiros, alguns diretamente ligados a Lampião, e ninguém jamais sequer comentou esse tipo de coisa. Inclusive, conversei uma vez com a mulher de um cangaceiro, que foi presa e levada para Salvador. Ela contou que só ouviu falar desse tipo de conduta, entre pessoas do mesmo sexo, ao chegar lá, na cidade grande”, conclui Antônio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Provas x Anedotas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;O médico-legista Estácio de Lima, autor de “O mundo estranho dos cangaceiros”, também é citado como fonte. Segundo Pedro, Lampião é descrito como um homem de “trejeitos afeminados”, com “postura de homossexual” e até “realizador da cultura homossexual”, conforme descreve o ex-juiz, acrescentando ainda que Lampião “não tinha capacidade de ereção”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Antônio refuta:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Não há testemunhos nem a menor evidência para esse tipo de acusação. Mas agora está na moda dizer que toda personalidade histórica foi homossexual. Uma das bases dessa acusação estapafúrdia de impotência foi um tiro que Lampião levou na virilha. Mas esse ferimento, comprovadamente, de modo algum afetou sua virilidade, muito menos, obviamente, sua masculinidade”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Seja como for, Pedro de Morais não faz questão de esconder a antipatia pelo rei do cangaço, que foi tema da reportagem&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Fascinantes facínoras”&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;, publicada em maio pela RHBN.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Eu trabalhei nas comarcas de Canindé e Poço Redonda e cansei de ouvir histórias escabrosas de Lampião. Meu objetivo é desmitificar esse canalha, um dos piores elementos que a natureza já produziu”, afirma.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Policial militar de Sergipe, Marcelo Rocha também faz pesquisas sobre o cangaceiro, mas sob o ponto de vista da polícia – ou seja, de quem não teria o menor motivo para defender Lampião. Ele também rejeita a tese.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;“Não há a menor evidência sobre isso, nenhum relato ou livro com fundamento para tanto. O máximo que havia era conversas de esquina, meras anedotas do &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span&gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/lampiao-cabra-macho-ou-flor-do-sertao"&gt;www.revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6868233417414546745?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6868233417414546745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/lampiao-cabra-macho-ou-flor-do-sertao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6868233417414546745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6868233417414546745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/lampiao-cabra-macho-ou-flor-do-sertao.html' title='Lampião: Cabra - macho ou flor do sertão?'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-W38iX6cY7j8/TuYewjM-9RI/AAAAAAAAAEk/m0JErqSW5vE/s72-c/lampiao%25282%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1467238651649021728</id><published>2011-12-12T13:00:00.002-02:00</published><updated>2011-12-12T13:08:30.311-02:00</updated><title type='text'>Não é piada, é verdade</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(111, 111, 111); font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Antes relegado ao pitoresco de pautas ocasionais, o humor ganhou em anos recentes o estatuto de um autêntico programa de pesquisas históricas. No cenário contemporâneo, em que falharam os grandes projetos políticos de transformação global, os historiadores começam a olhar na direção de uma história cultural do humor, mostrando o quanto o riso incentivou laços de sociabilidade, sublimou ressentimentos, estilizou a violência e não raro virou arma social e política dos impotentes, forjando uma cultura política da divergência. Além, é claro, de divertir.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Curioso e revelador é o caso dos historiadores dedicados ao estudo do humor brasileiro. À primeira versão do meu livro&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Raízes do Riso&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;– originalmente uma tese de livre-docência –, muitos diziam: “É uma tese de Teoria da História, mas estuda piadas!” É certo que eu não estudava propriamente as piadas, mas, sobretudo, os seus usos e significados peculiares a cada época. Acabei dando livre curso à brincadeira dos colegas porque me parecia reveladora da representação humorística da história brasileira, só compreensível pela anedota a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;País da piada pronta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Quando o viajante alemão Von Papen (1879-1969) passou pelo Brasil, em 1912, contaram-lhe que, na reforma urbana da capital, o único prédio que desabou, por erro de cálculo, foi o do Clube de Engenharia. O alemão sorriu diante da piada, mas disseram-lhe que o caso não era para rir, pois acontecera de fato. Mendes Fradique – pseudônimo do humorista brasileiro Antonio Madeira de Freitas (1893-1944) –, que relatou o episódio, concluiu:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;O humorismo tem objeto no contraste direto entre o que é e o que deverá ser. Ora, no Brasil, tudo é precisamente como não deverá ser, de modo que se torna impossível este contraste e, portanto, igualmente impossível o humorismo.”Seria verdadeiro tal diagnóstico? No Brasil, o cômico seria parte incontrastável da vida real e o humorismo impossível porque a realidade já superava a anedota? Ou o caso citado exemplificaria o contrário: se não há contraste, é porque o humor é indistinguível, já faz parte da vida e, portanto, vivemos em pleno “país da piada pronta”? &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Dilema complicado, que, tanto nos meus escritos publicados quanto em pesquisas em curso, tentei resolver. Mais do que noutros lugares, nossa história é permeada de rápidos flagrantes que brilham por trás da ingênua e pitoresca diversão. Para o historiador, constituem momentos de uma ética emotiva que salva o indivíduo da ausência de dimensões formais que funcionem ou do pavor que ele tem de viver numa sociedade cheia de mediações abstratas. Aqui, Sérgio Buarque de Holanda, lá do seu&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Raízes do Brasil&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;, dá aquela piscadela cúmplice para um país em que há uma profusão de leis que nunca dão certo: funcionam os tratamentos em&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;inho&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;, a simpatia – mas também a corrupção, o jeitinho ou a violência, que se sabem impunes, terminando tudo com o toque especialíssimo e emotivo da piada. Que também retroalimenta a mesma ética emotiva, pois o riso é fundamentalmente emoção. Ou já resolvemos o dilema de Fradique, superamos nossos fantasmas do passado e viramos um país sério, no qual o riso seria autêntica libertação?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt; Elias Thomé Saliba é professor titular de Teoria da História na Universidade de São Paulo e autor de Raízes do Riso(Companhia das Letras, 3ª. ed., 2008).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/a-historia-do-historiador/nao-e-piada-e-verdade"&gt;revistadehistoria.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1467238651649021728?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1467238651649021728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/nao-e-piada-e-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1467238651649021728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1467238651649021728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/nao-e-piada-e-verdade.html' title='Não é piada, é verdade'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4545363294177183976</id><published>2011-12-03T14:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-03T14:48:50.299-02:00</updated><title type='text'>O primeiro repórter negro da America</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6GhQ1IMfJCI/TtpSpdN-GkI/AAAAAAAAAeQ/aOI8euQ6jRs/s1600/HD_chesterTMc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-6GhQ1IMfJCI/TtpSpdN-GkI/AAAAAAAAAeQ/aOI8euQ6jRs/s1600/HD_chesterTMc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano, cidades e organizações em todo o USA comemoraram o 150 º aniversário do início da GuerraCivil americana, que durou de 1861 a 1865.Na história do jornalismo, a Guerra Civil marcou a primeira vez que um grande número de repórteres,artistas e fotógrafos seguiram tropas para a batalha para noticiar em primeira mão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O repórter Thomas Morris Chester do Philadelphia Press foi o único negro cobrindo a Guerra Civil para um grande jornal. Ele estava em Richmond, Virgínia, em 1865, quando tropas da União invadiram a capital confederada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chester, o filho de um catador de ostras e um escravo fugido, entrou em Richmond com soldados negros da União que estavam lutando para ganhar a liberdade, não apenas para sua raça, mas também o reconhecimento como patriotas por seu país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo no início, Chester passou apoiar o movimento de colonização africano, defendendo os assentamentos da Libéria. Ele imigrou para a Libéria em 1853 com idade de 19 anos, onde se tornou editor do jornal Star of Liberia newspaper em Monróvia. Ele voltou para os Estados Unidos depois de um ano, mas viajou freqüentemente para a Libéria nos 13 anos seguintes. Ingressou no Philadelphia Press em 1864, tornando-se primeiro repórter de jornal da raça negra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois da guerra, Chester viajou por toda a Europa defendendo a Libéria, estudou Direito na Inglaterra e mais tarde tentou a politica na Louisiana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1892, amargurado pelas leis e doente, ele retornou à sua cidade na Pensilvânia, onde morreu de um ataque cardíaco. Ele foi enterrado em um cemitério para segregados em Harrisburg sua cidade natal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;fonte:&lt;a href="http://okduko.blogspot.com/2011/11/o-primeiro-reporter-negro-da-america.html"&gt; kduko&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4545363294177183976?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4545363294177183976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/o-primeiro-reporter-negro-da-america.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4545363294177183976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4545363294177183976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/o-primeiro-reporter-negro-da-america.html' title='O primeiro repórter negro da America'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-6GhQ1IMfJCI/TtpSpdN-GkI/AAAAAAAAAeQ/aOI8euQ6jRs/s72-c/HD_chesterTMc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4255089680005621733</id><published>2011-12-03T13:25:00.003-02:00</published><updated>2011-12-03T13:34:22.785-02:00</updated><title type='text'>Áfricas ocultas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-v35EXYnUgws/Tto_pOIX90I/AAAAAAAAAEY/y8n_a6XQu74/s1600/Sankofa9.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 230px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-v35EXYnUgws/Tto_pOIX90I/AAAAAAAAAEY/y8n_a6XQu74/s320/Sankofa9.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681923857281709890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;span &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Quando chega à sala Iyá Obá Biyi, do primeiro ano do ensino fundamental, a vice-diretora Iraildes Nascimento saúda os pequenos alunos com um &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;yá agô &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;(com licença). Ao que todos logo respondem: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;agô yá &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;(licença concedida). Por toda a Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, essas e outras “palavras básicas de convivência” da língua iorubá são lembradas em murais e cartazes pendurados ao lado de fotos de mães de santo. Perto dali, numa escola estadual na Estrada das Barreiras, a professora de História Luciana Araújo até tenta falar sobre candomblé e religiões africanas com as turmas de adolescentes. Mas, quase sempre, alguém debocha e pergunta: “Você é macumbeira&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;não é?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;O bairro é Cabula, localizado na área central de Salvador, entre a rodovia BR-324 (que liga a capital à cidade de Feira de Santana) e a movimentada Avenida Paralela. Mesmo tendo uma população de mais de 90% de negros e pardos, boa parte dos professores das escolas públicas da região ainda encontra resistência ao trazer a história e a cultura africanas e afro-brasileiras para as salas de aula. Mais de oito anos após a promulgação da Lei 10.639 – que tornou obrigatório o estudo desses temas nos ensinos médio e fundamental –, eles continuam esbarrando na falta de apoio efetivo dos governos, no preconceito e no desinteresse de coordenadores, pais, alunos e até dos próprios professores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;A Escola Eugênia Anna dos Santos é praticamente uma exceção nesse cenário. Instalada desde a década de 1970 no tradicional terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, é uma referência na capital baiana e mesmo fora do Brasil. Tudo começou com o desejo de Mãe Aninha (1869-1938), fundadora do terreiro em 1910, de ver seus “filhos com anel no dedo aos pés de Xangô [seu orixá]”. Seguindo esses passos, Maria Stella de Azevedo Santos, a Mãe Stella, que lidera o Axé desde 1974, concretizou o sonho da primeira ialorixá (mãe de santo). De início, foi montada uma creche, a Minicomunidade Obá Biyi, que abrigava crianças filhas do terreiro, com idades que iam de poucos meses até cinco anos. Em 1986, esse pequeno espaço se transformou numa escola de 1ª a 4ª série do ensino fundamental e ganhou o nome de sua inspiradora. Mais tarde, foi incorporada à rede municipal de Salvador.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;b&gt;Mitos africanos na escola&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Na mesma época, a educadora e historiadora Vanda Machado começou a frequentar o terreiro. E não demorou a escolher o local como objeto de suas pesquisas de mestrado. A ideia inicial era desenvolver atividades a partir das próprias vivências das crianças, do saber e da cultura da comunidade, e tomá-los como “suportes para aquisição de novos conhecimentos”. Nascia aí o projeto político-pedagógico Irê Ayó (ou Caminho de Alegria), elaborado junto com Carlos Petrovich e adotado na escola a partir de 1999. “Nossa proposta maior é a formação de sujeitos autônomos e solidários, com o sentido de pertencer e participar de seu lugar. Isso tudo foi inspirado no que víamos no terreiro, onde a solidariedade acontece naturalmente”, explica a pesquisadora, filha de Oxum e &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;ebomi&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; (pessoa mais velha no santo) da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Trabalhos dos alunos da Escola Eugênia Anna dos Santos. Divulgação&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Enquanto conversava e compartilhava experiências com homens e mulheres do Opô Afonjá, Vanda ia registrando e recriando histórias, mitos dos orixás e africanos. No fim, esse rico material virou o ponto de partida de todo o projeto educativo da Escola Eugênia Anna. “A cada bimestre, trabalhamos um desses mitos. Os alunos também fazem uma relação com a vida lá fora. Isso acaba, de alguma forma, chegando às famílias. Resgatar e apresentar o mito é atravessar os muros do terreiro, da sala de aula. Esta é a intenção do Irê Ayó”, afirma Iraildes Nascimento, vice-diretora da escola e única funcionária que também é filha de santo. E as histórias não são selecionadas de forma aleatória. “Procuramos sempre estudar a atmosfera, o que está acontecendo ao redor da escola. ‘Iansã criando a democracia’ veio na época em que a campanha presidencial estava efervescente”, lembra a professora Cláudia Castro.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Nos primeiros meses deste ano, a “transformação da Conquén” inspirou todas as atividades escolares. Os professores e coordenadores começaram a perceber que algumas “palavras mágicas” – com licença (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;yá agô&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;), obrigado (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;adupé&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;), desculpa (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;pe leô&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;) – estavam sendo esquecidas. Então, nada melhor do que resgatar a história da galinha d’angola que vivia reclamando do mundo e não lhe dava nenhuma contribuição. Depois de encontrar o Oluô, ela finalmente descobriu que não estava só, precisava apenas melhorar suas relações. “O mito da Conquén foi o norte para alavancar nossa dinâmica, desenvolver o conteúdo das aulas. Essa é a parte objetiva. Mas tem também o lado mais subjetivo, um ganho difícil de mensurar. Assim como a galinha se transformou, nós também nos transformamos com sua história”, completa Cláudia Castro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Além dos livros didáticos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;No fim das contas, o mito é uma porta de entrada mais que eficiente para trabalhar a Lei 10.639. “A partir dele, podemos recuperar todo o legado dos africanos e dos afrodescendentes. Se o livro didático não traz os assuntos, buscamos em outros lugares. Trabalho em outra escola, mas lá não consigo efetivar a lei. Sempre ouço: ‘Já fazemos isso na Consciência Negra’. É complicado lidar com essa resistência”, lamenta Catarina Pedreira, professora do 4º ano .&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;De fato, a situação é bem diferente em outros colégios públicos, e também nos particulares, espalhados por Salvador. Para começar, boa parte dos professores não recebe qualquer tipo de formação ou capacitação. Como faltam apoios oficiais e dos próprios coordenadores escolares, as iniciativas são, em geral, individuais e esporádicas. O resultado disso são profissionais desmotivados e alunos desinteressados. “Não quero nadar, nadar e morrer na praia. Ou fico brigando ou deixo para lá, numa atitude meio egoísta. Quando você pode, flui na sua aula do jeito que acha, sem saber se está correto ou não. De alguma forma, quando se fala da escravidão, já se toca um pouco na questão. Infelizmente, esta é a realidade de mais de 80% das escolas”, lamenta a professora de História Luciana Araújo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;E como as instituições também têm estruturas muito precárias, a obrigatoriedade trazida pela lei acaba ficando praticamente no fim de uma longa lista de problemas e prioridades. A escola estadual em que Luciana trabalha, na Estrada das Barreiras, está instalada em dois prédios separados por uma pista asfaltada. Há onze anos a comunidade espera a construção de um novo espaço. Nas salas de aula não há cadeiras para todo mundo. Em geral, apenas vinte estudantes conseguem lugar para sentar. Em dias de prova, aparecem cinquenta. A solução é fazer um rodízio. “Nós, professores, também não temos cadeira e nem mesa. Coloco a minha bolsa no chão. É nessa escola sem suporte nenhum que querem que eu ofereça um ensino de boa qualidade”, alerta Luciana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/africas-ocultas-1" style="line-height: normal; text-align: left; "&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Retirado de: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/africas-ocultas-1"&gt;revistadehistoria.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4255089680005621733?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4255089680005621733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/africas-ocultas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4255089680005621733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4255089680005621733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/africas-ocultas.html' title='Áfricas ocultas'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-v35EXYnUgws/Tto_pOIX90I/AAAAAAAAAEY/y8n_a6XQu74/s72-c/Sankofa9.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-760405247496704377</id><published>2011-12-01T22:38:00.003-02:00</published><updated>2011-12-01T22:59:01.212-02:00</updated><title type='text'>Biblioteca Digital Mundial da Unesco: fonte para pesquisas.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zgFSVsqWqio/TtgexVfuxlI/AAAAAAAAAJ8/LcsCKgrWHks/s1600/2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zgFSVsqWqio/TtgexVfuxlI/AAAAAAAAAJ8/LcsCKgrWHks/s320/2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681324762860537426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;A Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na Internet, gratuitamente e em formato multilíngue, importantes fontes provenientes de países e culturas de todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Os principais objetivos da Biblioteca Digital Mundial são: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Promover a compreensão internacional e intercultural;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Expandir o volume e a variedade de conteúdo cultural na Internet;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Fornecer recursos para educadores, acadêmicos e o público em geral;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Desenvolver capacidades em instituições parceiras, a fim de reduzir a lacuna digital dentro dos e entre os países.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Link para acesso: &lt;a href="http://www.wdl.org/pt/" style="text-align: left; "&gt;http://www.wdl.org/pt/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Redação Revista Historien.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-760405247496704377?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/760405247496704377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/biblioteca-digital-mundial-da-unesco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/760405247496704377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/760405247496704377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/12/biblioteca-digital-mundial-da-unesco.html' title='Biblioteca Digital Mundial da Unesco: fonte para pesquisas.'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zgFSVsqWqio/TtgexVfuxlI/AAAAAAAAAJ8/LcsCKgrWHks/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-900371588672350215</id><published>2011-11-28T10:22:00.000-02:00</published><updated>2011-11-28T10:29:33.479-02:00</updated><title type='text'>Decreto de Cristina manda reescrever História argentina</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Historiador aliado vai dirigir novo instituto e dar 'reconhecimento adequado' a certos personagens&lt;/h3&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;ARIEL PALACIOS, CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES - O Estado de S.Paulo&lt;/div&gt;                           &lt;p&gt;BUENOS AIRES - O governo da presidente Cristina Kirchner  determinou por decreto que o Estado argentino comandará uma revisão  oficial da História do país. Para isso, criou o Instituto Nacional de  Revisionismo Histórico Argentino e Ibero-Americano Manuel Dorrego, que  dependerá da Secretaria Federal de Cultura e funcionará com fundos  públicos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/ariel-palacios/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,255)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-extras"&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-foto"&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="Estado argentino comandará uma revisão oficial da História do país - Marcos Brindicci/Reuters" title="Estado argentino comandará uma revisão oficial da História do país - Marcos Brindicci/Reuters" src="http://www.estadao.com.br/fotos/2011-10-25T225141Z_01_BAS105_RTRMDNP_3_ARGENTINA-ELECTION%282%29.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-foto-autor"&gt;Marcos Brindicci/Reuters&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-foto-bajada"&gt;Estado argentino comandará uma revisão oficial da História do país&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p&gt;A entidade que reescreverá a História argentina será comandada pelo  historiador Mario Pacho O'Donnel, declarado admirador dos caudilhos  argentinos. Ela também será integrada por ministros do gabinete  presidencial, jornalistas alinhados ao governo e líderes políticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O decreto determina que o objetivo do instituto será o de "estudar,  investigar e difundir a vida e obra de personalidades e circunstâncias  destacadas" da História argentina "que não tenham recebido o  reconhecimento adequado no âmbito institucional". No decreto, a  presidente Cristina condena a História "escrita pelos vencedores das  guerras civis do século 19".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O instituto terá o nome de Manuel Dorrego, governador da Província de  Buenos Aires em 1820 e novamente entre 1827 e 1828. O governador  fuzilado em 1828 (considerada a primeira morte política da História da  Argentina) sempre fascinou a presidente. Em diversas ocasiões, Cristina  comparou-se a Dorrego, afirmando que sofre "fuzilamentos midiáticos".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Revisionismo. Desde o início do governo do ex-presidente Néstor  Kirchner (2003-2007), a Casa Rosada criou feriados com alusões  históricas. Foi o caso do feriado de 24 de Março, o "Dia da Memória pela  Verdade", para recordar a data do golpe militar de 1976. O governo  ignora a data em que o país voltou à democracia, 10 de dezembro de 1983 -  segundo a oposição, porque o primeiro presidente civil da democracia  foi Raúl Alfonsín, da União Cívica Radical (UCR), partido rival dos  peronistas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos últimos anos, o kirchnerismo incentivou manifestações contra a  imagem do presidente Julio Argentino Roca (1880-86 e 1898-1904),  protagonista na conquista da Patagônia (incluindo o massacre de dezenas  de milhares de indígenas). Roca, um conservador que admirava a Europa, é  considerado um "genocida" por integrantes do governo, que defendem a  retirada de suas estátuas. O governo Kirchner, entretanto, considera o  ditador Juan Manuel de Rosas (1835-52) um "herói", embora tenha  protagonizado campanhas militares contra indígenas do sul da Província  de Buenos Aires.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: O Estadão&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-900371588672350215?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/900371588672350215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/decreto-de-cristina-manda-reescrever.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/900371588672350215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/900371588672350215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/decreto-de-cristina-manda-reescrever.html' title='Decreto de Cristina manda reescrever História argentina'/><author><name>Rafael Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14903893918896030079</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_IElnv-j1yqw/SY4ufhsThfI/AAAAAAAAAJI/NkN3fauBvGY/S220/Foto0023.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2120235868796432475</id><published>2011-11-23T18:45:00.003-02:00</published><updated>2011-11-23T18:52:35.755-02:00</updated><title type='text'>A pioneira entre os mestres</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ytWVMZMwOTs/Ts1b9jDvHuI/AAAAAAAAALI/kxjUXyO8_9Y/s1600/marie_curie_1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 287px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ytWVMZMwOTs/Ts1b9jDvHuI/AAAAAAAAALI/kxjUXyO8_9Y/s320/marie_curie_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678295818125123298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; " &gt;Nascida há 144 anos, essa polonesa se tornou a primeira mulher a ganhar, sozinha, um Prêmio Nobel. Em homenagem à pesquisadora, a Unesco proclamou 2011 o Ano Internacional da Química&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; " &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-auto; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;por Pascal Marchetti-Leca&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;Maria Salomea Sklodowska nasceu no dia 7 de novembro de 1867, em Varsóvia. Filha da Polônia e súdita do czar, sua vida parecia condenada à resignação, assim como a de todas as suas compatriotas. Quem, às margens do rio Vístula, se preocupava então com a emancipação feminina e com a igualdade entre os sexos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar, seu país estava sob o domínio de São Petersburgo, e a Polônia inteira tremia sob a bota do czar de todas as Rússias. Diante desse panorama, nada predispunha Maria a desafiar o &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;. No entanto, sob a couraça da força de vontade, ela acabou por mostrar ao mundo outra concepção de protesto, outro modo de reivindicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda jovem, descobriu as armas que estavam ao alcance de seus compatriotas – as bibliotecas, não as barricadas – e a atitude com a qual deveria encarar a vida: um profundo respeito pelo próximo, o controle sobre os sentimentos e uma dignidade inquebrantável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universitário obcecado pela poesia, o pai, Wladislaw Sklodowski, era professor de física em uma escola de Varsóvia. A mãe, Bronislawa, dirigia um internato para moças na cidade. O casal teve cinco filhos: Sofia, Bronislawa (apelidada de Bronia), Helena, Josef e Maria.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais informações vejam no site indicado, lá consta toda a incrivel biografia deste genialidade feminina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/biografia_marie_curie_droodle_google.html"&gt;História Viva&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2120235868796432475?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2120235868796432475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/pioneira-entre-os-mestres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2120235868796432475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2120235868796432475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/pioneira-entre-os-mestres.html' title='A pioneira entre os mestres'/><author><name>Dielson Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593006657905995021</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ytWVMZMwOTs/Ts1b9jDvHuI/AAAAAAAAALI/kxjUXyO8_9Y/s72-c/marie_curie_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4374304125065863249</id><published>2011-11-23T13:22:00.002-02:00</published><updated>2011-11-23T13:27:10.265-02:00</updated><title type='text'>História entre quatro paredes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--bqbw_HryIc/Ts0Qv3McwaI/AAAAAAAAAEM/UlTwOBOmtSw/s1600/intimas.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 234px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--bqbw_HryIc/Ts0Qv3McwaI/AAAAAAAAAEM/UlTwOBOmtSw/s320/intimas.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678213119640125858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(111, 111, 111); line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Houve um tempo em que as mulheres brasileiras eram obrigadas a se enfear e os homens precisavam dormir de lado, nunca de costas, para evitar “a concentração de calor na região lombar”. Estes e outros casos íntimos estão agora reunidos pela historiadora Mary del Priore no livro “Histórias íntimas – sexualidade e erotismo na História do Brasil”, da editora Planeta, que mostra como o sexo se transformou de um assunto abolido para um tema perene na atual sociedade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;A sexualidade e a noção de intimidade foram mudando ao longo do tempo seja por questões políticas, econômicas ou culturais. Mary, que dedicou 15 anos ao tema, narra as histórias com uma riqueza de detalhes capaz de fazer o leitor invadir a intimidade de casais de cinco séculos atrás, abordando temas como nudez e pudor, hábitos de higiene, afrodisíacos, crendices, homossexualidade e prostituição, além do surgimento da lingerie e do biquíni, de remédios caseiros para aborto até os bailes de carnaval e, enfim, a revolução sexual.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; “Se antes o sexo era proibido, hoje ele é obrigatório. Atualmente gozar tornou-se praticamente um dever das pessoas”, conta.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Exemplo de cima&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Enquanto nos séculos XVII e XVIII a mulher era vista como venenosa, traiçoeira e ninho dos pecados sob a Terra – visão propagada pela Igreja –, no século XIX o adultério passou a ser um assunto debatido. Graças, em parte, aos exemplos que vinham de cima – ou seja, da família real e, mais precisamente, do imperador Dom Pedro I. Entre os “súditos”, “fazia-se amor com a esposa quando se queria descendência; o resto do tempo era com a outra”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;A “descoberta” do corpo feminino, no século XX, se deu, segundo Mary, em grande parte ao incentivo aos exercícios físicos, o trabalho nas ruas e a aceleração das cidades, fazendo com elas passassem a se expor publicamente. Uma das curiosidades é que a pílula anticoncepcional chegou a ser vista como instrumento norte-americano para conter o povoamento das nações latinas.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;Passo a passo das relações sexuais&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;O livro traz ainda um documento inédito da coleção Rio Nu, considerada a primeira revista masculina publicada no Brasil – que chegava até a ensinar recém-casados a ter relações sexuais. Para a autora, a descoberta compôs a tríade necessária para compor um bom livro de História: que seja instrutivo, divertido e traga alguma novidade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;“Essencialmente, o livro mostra as duas caras do Brasil. Uma coisa é o que nos mostramos em público, e outra completamente oposta é o cidadão na vida privada, com sentimentos machistas e homofóbicos que perduram há 500 anos. Na intimidade, estamos muito longe de sermos libertários”, argumenta Mary.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/entre-quatro-paredes"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(111, 111, 111); line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4374304125065863249?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4374304125065863249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/historia-entre-quatro-paredes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4374304125065863249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4374304125065863249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/historia-entre-quatro-paredes.html' title='História entre quatro paredes'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--bqbw_HryIc/Ts0Qv3McwaI/AAAAAAAAAEM/UlTwOBOmtSw/s72-c/intimas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2428506363291864862</id><published>2011-11-23T12:29:00.001-02:00</published><updated>2011-11-23T12:31:46.534-02:00</updated><title type='text'>Abertas as inscrições para seleção de novos membros da Revista Historien</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--D1uReq4hHE/Ts0DlEOz0DI/AAAAAAAAAEA/GXgkTxgb2MY/s1600/sev.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 198px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--D1uReq4hHE/Ts0DlEOz0DI/AAAAAAAAAEA/GXgkTxgb2MY/s320/sev.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678198640509964338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Com o intuito de dar continuidade nas atividades da Revista Historien, a atual equipe abriu a seleção para os novos membros que irão atuar nas áreas de: Editoração, Revisão, Arte e Design e Comunicação. Os interessados devem enviar emails para &lt;a href="mailto:revista_historien@ig.com.br"&gt;revista_historien@ig.com.br&lt;/a&gt; até o dia 22/12/2011 informando a área em que deseja atuar, além de:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Nome;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Período do curso;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Número da matrícula;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Endereço;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;Contatos (Email e telefone). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;E um texto de 1000 caracteres respondendo às perguntas: “Porque participar da revista e quais os seus objetivos caso seja escolhido”. Os candidatos escolhidos pela solicitação via e-mail serão entrevistados por membros do Conselho Editorial e membros da Equipe de Editoração; o resultado será publicado no blog da revista e no portal &lt;a href="http://www.revistahistorien.com/"&gt;www.revistahistorien.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2428506363291864862?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2428506363291864862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/abertas-as-inscricoes-para-selecao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2428506363291864862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2428506363291864862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/abertas-as-inscricoes-para-selecao-de.html' title='Abertas as inscrições para seleção de novos membros da Revista Historien'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--D1uReq4hHE/Ts0DlEOz0DI/AAAAAAAAAEA/GXgkTxgb2MY/s72-c/sev.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8493584507445623724</id><published>2011-11-21T13:09:00.005-02:00</published><updated>2011-11-21T13:19:28.912-02:00</updated><title type='text'>Fotos exibem lado afetuoso dos donos do poder</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na exposição preparada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o espectador poderá ver o abraço afetuoso de Getúlio Vargas em seu pai, um momento de reflexão de João Goulart em uma fazenda no Rio Grande Sul e o beijo de Costa e Silva em sua neta, Carla Costa e Silva. Para funcionar como legenda das fotografias, há textos de correspondência familiar e diários. O material dá uma dimensão muitas vezes desconhecida da vida privada dos homens que foram importantes na vida política do país.Quintino Bocaiúva, um dos mais importantes republicanos na virada do século XIX para o XX, é personagem secundário em uma foto: em visita ao cemitério, parentes se reúnem em torno do seu túmulo e ganham destaque ao posar para a câmera — cada um faz ao seu modo um gesto formal para registrar o momento fúnebre. Hoje, essa situação seria no mínimo estranha diante da mudança da relação das pessoas com a fotografia. O documento póstumo do único civil a cavalgar com o Marechal Deodoro para proclamar a República também está no Espaço Cultural FGV.— São vários os momentos em que o comportamento das pessoas muda diante do suporte da fotografia. Um interessante é o da invenção da Kodak. A primeira vez em que eu tomei contato com esse fato foi em um diário da filha do Assis Brasil (militar). Ela dizia que estava aproveitando a visita de vários políticos ao pai para tirar algumas fotos, pois o filme acabaria logo. As primeiras máquinas da Kodak já vinham com o filme dentro, com mais ou menos cem fotos cada uma, e, para que ela pudesse ter novamente a câmera disponível para fotografar, teria antes que mandá-la para Rochester, nos Estados Unidos. Lá, eles iriam imprimir as imagens, colocar um novo filme e mandar tudo de volta — conta a historiadora Regina da Luz, também curadora da exposição.A seleção do material não foi baseada na qualidade técnica da imagem. "A especificidade da foto — seja pelos tipos nela representados ou por sua composição e até mesmo por sua relação com o conjunto selecionado — justifica sua inclusão", diz a apresentação de "Álbuns de família: a vida privada no acervo do CPDOC". Embora haja essa advertência, Regina da Luz se disse impressionada pela qualidade do material selecionado:— Foi bastante impressionante ver como são boas as fotos doadas pelas famílias.A entrada da exposição é gratuita e ocorre até o dia 2 de janeiro no Espaço Cultural FGV (Rua da Candelária 6, Centro). Fica aberta de segunda a sexta, das 8h às 22h, e sábado. das 9h às 18h. Veja algumas imagens em &lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/veja-algumas-das-fotos-da-exposicao-na-fgv-3278740"&gt;http://oglobo.globo.com/pais/veja-algumas-das-fotos-da-exposicao-na-fgv-3278740&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FONTE:&lt;a href="http://oglobo.globo.com/"&gt;http://oglobo.globo.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-size: 15px; line-height: 20px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8493584507445623724?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8493584507445623724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/fotos-exibem-lado-afetuoso-dos-donos-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8493584507445623724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8493584507445623724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/fotos-exibem-lado-afetuoso-dos-donos-do.html' title='Fotos exibem lado afetuoso dos donos do poder'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1393418763025019545</id><published>2011-11-21T01:02:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T01:02:43.156-02:00</updated><title type='text'>A história incrível dos gêmeos negros albinos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r-YxjDw5Li4/Tsm-RFFLzQI/AAAAAAAAAdw/fWL2tskhV7s/s1600/Eko+e+Iko.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-r-YxjDw5Li4/Tsm-RFFLzQI/AAAAAAAAAdw/fWL2tskhV7s/s400/Eko+e+Iko.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A história dos dois irmãos negros albinos de Roanoke, estado da Virginia nos EUA, é única, mesmo no mundo dos circos de shows bizarros. Eles foram exploradas e, mais tarde aclamados por seu papel no início da consolidação dos direitos civis. Os irmãos Eko e Iko (nomes reais: George e Willie Muse) têm uma das histórias mais notáveis na história do circo dos horrores.&lt;br /&gt;Tudo começou de forma bem dramática em 1899, quando foram sequestrados por caçadores de recompensa de circos de horrores por causa de sua aparência única. Albinos negros, algo extremamente raro, logo se transformaria em uma atração extremamente lucrativa. Para sua mãe disseram que eles estavam mortos e que nunca mais voltariam para casa.&lt;br /&gt;Em 1922 os irmãos começaram a turnê no circo do inescrupuloso e mulherengo Alpheus George Barnes, o Al G. Barnes Circus, que mais tarde acabaria por se fundir com Ringling Bros. and Barnum &amp;amp; Bailey Circus de propriedade de um dos homem mais desprezíveis que já calcou a Terra, Phineas Taylor Barnum.&lt;br /&gt;Para acentuar ainda mais sua aparência incomum, os irmãos tiveram que deixar o cabelo crescer com um incomum dreadlocks branco para aquela época. Foram apresentados como os canibais brancos equatorianos Eko e Iko. Mais tarde foram rebatizados de "Homens Cabeça de Ovelha" e mais tarde visando atrair multidões passaram a se chamar "Os Embaixadores de Marte".&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RIT2vV8Bm5M/Tsm-co-KY6I/AAAAAAAAAd4/JzgA1_u25iE/s1600/Eko+e+Iko02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-RIT2vV8Bm5M/Tsm-co-KY6I/AAAAAAAAAd4/JzgA1_u25iE/s400/Eko+e+Iko02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Alpheus George Barnes não pagava nada aos irmãos, só recebiam um prato de comida por dia e dormiam em um quarto imundo. Assim os dois acabaram indo parar no circo de Barnum e durante uma turnê em 1927, a mãe os reconheceu e exigiu que fossem liberados ou iria processar o circo.&lt;br /&gt;Eles foram soltos, mas retornaram para o show dos horrores em 1928, desta vez com um contrato que lhes garantiu uma pequena fortuna se apresentando em locais como o Madison Square Garden para mais de 10.000 pessoas. Seu novo contrato permitia que eles vendessem souvenires e tinham participação majoritária nos lucros dos shows. Em 1930 eles excursionaram pela Europa, Ásia e Austrália e se apresentaram para membros da realeza e dignitários, incluindo a rainha da Inglaterra.&lt;br /&gt;Em 1937 foram contratados a peso de ouro pelo Ringling Bros. and Barnum &amp;amp; Bailey Circus e ali ficaram durante vários anos. Finalmente terminaram a carreira em 1961 no Clyde Beatty Circus. Os irmãos voltaram para sua cidade natal e viveram, como sempre faziam, juntos em uma casa que haviam comprado originalmente para sua mãe. Nenhum dois se casou apesar de ficarem muito conhecidos por seus extravagantes namoros.&lt;br /&gt;George Muse morreu em 1971 e muitos esperavam que logo Willie fosse seguir seu irmão, eram inseparáveis. Estavam errados. Willie continuou a tocar seu bandolim na varanda todas as tardes e desfrutou da companhia de amigos e da família até sua morte na Sexta-Feira Santa de 2001. Ele tinha 108 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;fonte: &lt;a href="http://arquivosinsanos.blogspot.com/2011/11/uma-historia-incrivel-dos-gemeos-negros.html"&gt;arquivosinsanos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1393418763025019545?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1393418763025019545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/historia-incrivel-dos-gemeos-negros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1393418763025019545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1393418763025019545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/historia-incrivel-dos-gemeos-negros.html' title='A história incrível dos gêmeos negros albinos'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-r-YxjDw5Li4/Tsm-RFFLzQI/AAAAAAAAAdw/fWL2tskhV7s/s72-c/Eko+e+Iko.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-7040363043764749472</id><published>2011-11-18T10:21:00.000-02:00</published><updated>2011-11-18T10:21:33.046-02:00</updated><title type='text'>Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NXIjMMbHuZw/TsZNN3_LsOI/AAAAAAAAAdQ/KtPK-3vYW0s/s1600/foto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-NXIjMMbHuZw/TsZNN3_LsOI/AAAAAAAAAdQ/KtPK-3vYW0s/s320/foto.jpg" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que regulamenta o exercício da profissão de historiador. De acordo com a proposta, historiador é o profissional responsável pela realização de análises, de pesquisas e de estudos relacionados à compreensão do processo histórico e pelo ensino da História nos diversos níveis da educação.&lt;br /&gt;O texto aprovado é o Projeto de Lei 7321/06, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que tramita apensado ao PL 3759/04, do ex-deputado Wilson Santos. A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), recomendou a aprovação do projeto apensado, com emenda, e a rejeição do projeto principal. Segundo ela, os projetos regulam a matéria em termos análogos, mas o PL 7321/06 não obriga o Poder Executivo a criar conselho de fiscalização do exercício profissional, como faz o PL 3579/04 – o que é inconstitucional. “Tais conselhos são considerados autarquias especiais e só podem ser criados por meio de lei de iniciativa do Presidente da República”, explica.&lt;br /&gt;O PL 7321/06 prevê, porém, a inscrição do historiador em conselho de fiscalização do exercício profissional. A emenda da relatora retira essa previsão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissionais habilitados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o projeto, poderão exercer a profissão de historiador no País:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quem tiver diploma de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo governo federal;&lt;br /&gt;- os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;&lt;br /&gt;- os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;&lt;br /&gt;- os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de cinco anos, a função de historiador.&lt;br /&gt;Para exercerem as funções relativas ao magistério em História, os profissionais deverão comprovar formação pedagógica exigida em lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta também define as atividades e funções dos historiadores, entre elas:&lt;br /&gt;- planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica, de documentação e informação histórica;&lt;br /&gt;- planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;&lt;br /&gt;- elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;&lt;br /&gt;- elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;&lt;br /&gt;- assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural (museus, arquivos, bibliotecas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria segue para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Íntegra da proposta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=257482"&gt;PL-3759/2004&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=330105"&gt;PL-7321/2006&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem – Lara Haje&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição – Regina Céli Assumpção&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte:&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/arquivo-cafe-historia-comissao-aprova-regulamentacao-da-profissao"&gt; caféhistória&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-7040363043764749472?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/7040363043764749472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/comissao-aprova-regulamentacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7040363043764749472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7040363043764749472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/comissao-aprova-regulamentacao-da.html' title='Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NXIjMMbHuZw/TsZNN3_LsOI/AAAAAAAAAdQ/KtPK-3vYW0s/s72-c/foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-5547940335947872332</id><published>2011-11-14T12:53:00.004-02:00</published><updated>2011-11-14T13:06:02.918-02:00</updated><title type='text'>Cientistas usam raio - x para não precisar dissecar múmia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-k_1NlWDoFaM/TsEsUu7hiNI/AAAAAAAAAD0/D-11UE2xCsU/s1600/7bkfhabumt3l39wjee4hvksc8.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-k_1NlWDoFaM/TsEsUu7hiNI/AAAAAAAAAD0/D-11UE2xCsU/s320/7bkfhabumt3l39wjee4hvksc8.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674865740170234066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem recorrer a ferramentas intrusivas, cientistas usaram raios-x e exames de tomografia computadorizada para revelar novas informações sobre uma múmia egípcia de 2 mil anos."É possível obter uma grande quantidade de informações com o uso de imagens médicas, sem danificar artefatos de valor incalculável, diferentemente dos estudos da década de 1960, quando se abriam as múmias", disse Sarah U. Wisseman, especialista em múmias da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que lidera a pesquisa juntamente com um patologista, um radiologista e um antropólogo físico.A múmia era de uma criança que viveu no período greco-romano da história egípcia, entre 332 a.C. e 395 d.C. Wisseman e seus colegas escanearam a múmia em 1990 - descrevendo-a em seu livro "The Virtual Mummy" (Illinois, 2003) - e novamente este ano, já que a tecnologia se aperfeiçoou nos últimos anos.O crânio da criança estava rachado. Embora já se soubesse disso pelos exames antigos, novas imagens revelam que a rachadura é muito pior do que se pensava. "Há uma pedaço extra de osso empurrado para dentro da cavidade craniana", afirmou Wisseman. "Ainda não sabemos o que ocorreu antes ou depois da morte".As novas imagens também mostram que provavelmente havia uma mecha de cabelo de um lado da cabeça - algo visto em retratos romanos daquela época. A mecha era um sinal de status, indicando que a criança era de uma família abastada. Sustentando essa hipótese, os tecidos que envolvem a múmia contêm elementos dourados e pigmento vermelho importado da Espanha.O sexo da criança ainda é um mistério. A pélvis está danificada e as mãos cobrem a região genital.Wisseman apresentou as descobertas nesta semana num simpósio sobre múmias na universidade.FONTE: ig.com&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/cientistas-usam-raiox-para-nao-precisar-dissecar-mumia/n1597365699083.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-5547940335947872332?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/5547940335947872332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/cientistas-usam-raio-x-para-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5547940335947872332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5547940335947872332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/cientistas-usam-raio-x-para-nao.html' title='Cientistas usam raio - x para não precisar dissecar múmia'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-k_1NlWDoFaM/TsEsUu7hiNI/AAAAAAAAAD0/D-11UE2xCsU/s72-c/7bkfhabumt3l39wjee4hvksc8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6400322896169182124</id><published>2011-11-10T00:17:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T00:17:57.693-02:00</updated><title type='text'>Download dos HQ's dos Bórgias</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLIQUE NAS IMAGENS PARA BAIXAR AS EDIÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://crocko.com/1907618496/Borgia-1-Sangue.para.o.Papa.zip" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img height="450" src="http://i.imgur.com/70r3r.jpg" width="350" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://rs928tl5.rapidshare.com/#!download|928l3|360003086|Borgia-2-O.poder.e.o.incesto.zip|16392|R~1ED847BFC496A149BFCA1550C62BFE29|0|0" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img height="450" src="http://i.imgur.com/bVAlm.jpg" width="350" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=OXTW4EOY" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img height="450" src="http://i.imgur.com/IruEP.jpg" width="350" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6400322896169182124?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6400322896169182124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/download-dos-hqs-dos-borgias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6400322896169182124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6400322896169182124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/download-dos-hqs-dos-borgias.html' title='Download dos HQ&apos;s dos Bórgias'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4054722633843399339</id><published>2011-11-09T14:04:00.002-02:00</published><updated>2011-11-09T14:11:52.363-02:00</updated><title type='text'>Mês da Consciência Negra</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Ano Internacional do Afrodescendente, o mês de novembro ocupa o lugar de protagonista nas celebrações em torno da memória do afrodescendente no Brasil. Em razão do Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 (quando teria morrido o quilombola Zumbi dos Palmares), museus e universidades de todo o Brasil preparam uma agenda especial para que se reflita sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Rio de Janeiro e Niterói&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Niterói, Rio de Janeiro, “Ordem e ruptura em debate – escravidão e alforria” reúne especialistas numa discussão sobre libertação dos escravos no México, Brasil e África, nos dias 8 e 9. Entre os palestrantes estão Alberto da Costa e Silva, Hebe Mattos, Ismênia de Lima Martins, José Flávio Motta, Marcus Carvalho e Sidney Challoub. O evento ocorre no auditório do PPGH do campus do Gragoatá da UFF, Bloco O, Sala 1, 5º andar.Do outro lado da Baía de Guanabara, a Fiocruz sedia “Aventuras e desventuras do estudo sociológico de um tema historiográfico: o caso do movimento pela abolição da escravidão no Brasil”, no dia 10.  O evento terá a participação de Angela Alonso (professora do Departamento de Sociologia da USP) e Kaori Kodama (professora visitante da COC). Para comparecer basta se dirigir ao prédio da Expansão do campus da Fiocruz, na Av. Brasil, 4036, sala 407, às 10h.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Brasília&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Brasília, uma exposição de fotografia traz sob o ponto de vista do fotógrafo amazonense Jimmy Christian a tradição quilombola no Sudoeste da Bahia. “Arraiais dos negros” é resultado de um período em que o artista passou nas cidades de Barra e Bananal retratando comunidades que ainda preservam bastante sua tradição africana. A mostra fica em cartaz até o fim do mês no Anexo IV da Câmara dos Deputados, com visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bahia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como foi apontado na matéria “Declaração à africana” da edição de outubro da RHBN, Salvador será mexida pelo Encontro Ibero-Americano do Ano dos Afrodescendentes, que ocorre entre 16 e 19 deste mês. A discussão vai abordar a realidade afrodescendente na América Latina, contando com a participação de vários grupos juvenis e do movimento negro, inserindo-se no programa estadual “Novembro negro”, que apoia este e mais uma série de eventos por toda a Bahia.Minas GeraisEm Ouro Preto, o Museu da Inconfidência organizou uma agenda que atravessa o mês. Na quarta-feira, 16, será exibido o filme “Atlântico negro, na rota dos orixás”(1998), que discute as relações entre Brasil e África, com enfoque na religião. Na segunda, 21, o destaque é a palestra “O legado de Chico Rei e reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia”, ministrada por Kátia Silvério Augusto, terceira capitã do Congrado de Santa Efigênia – na sequência da apresentação, o filme “Chico Rei” (1985). Já no dia 25 será inaugurada a mostra “A presença do negro e a formação de Vila Rica – cultura e religiosidade”, no prédio anexo do museu. Para ter acesso à programação completa do mês no Museu da Inconfidência, acesse http://www.museudainconfidencia.gov.br/.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;São Paulo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma programação especial também foi montada pela Pinacoteca do Estado de São Paulo que, até o fim de novembro proporciona um conjunto de atividades ao público que vai de apresentações teatrais a palestras e exposições. “Africanofagias paulistanas” é inspirado na antropofagia de Oswald de Andrade, que ao ver o Brasil como uma espécie de boca que tudo come lançou as bases para entendermos a nossa cultura. O próximo evento que ocorre na Pinacoteca já é no dia 12 e se chama “Negro paulistano me tornei, na metrópole que adotei” – uma palestra sobre personalidades negras que migraram para São Paulo, apresentada pelos professores Lígia Ferreira (Unifesp), Flávia Rios, Nelson Inocêncio (Unb) e Maria Aparecida Lopes (UFT). &lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FONTE: revistadehistoria&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/agenda/mes-da-consciencia-negra"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4054722633843399339?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4054722633843399339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/mes-da-consciencia-negra_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4054722633843399339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4054722633843399339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/11/mes-da-consciencia-negra_09.html' title='Mês da Consciência Negra'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2121183334113495374</id><published>2011-10-29T15:31:00.003-02:00</published><updated>2011-11-10T00:16:16.019-02:00</updated><title type='text'>A família Bórgia em quadrinhos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4hrmI6ir5u8/Tqw3NcwbyEI/AAAAAAAAAbo/5jqGAoaewV0/s1600/borgia1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="327" src="http://3.bp.blogspot.com/-4hrmI6ir5u8/Tqw3NcwbyEI/AAAAAAAAAbo/5jqGAoaewV0/s400/borgia1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Editora Conrad tem em seu catálogo a história em quadrinhos para adulto da vida de Rodrigo Bórgia (1431-1503), o Alexandre 6º, o papa mais devasso da história. Cada um dos quatro volumes custa R$ 30,10. O desenho é do italiano Milo Manara e o texto do chileno Alejandro Jodorowsky.&lt;br /&gt;A história mostra o quanto a Igreja Católica estava degradada no século 15. Alexandre 6º teve amantes e sete filhos. Dois deles foram César e Lucrécia, que participaram da devassidão do pai. Lucrécia era tida como “o veneno da família Bórgia”.&lt;br /&gt;Rodrigo Bórgia foi corrupto (ele teria se tornado papa por intermédio de suborno) e despótico. Esteve envolvido em negócios escusos, assassinatos e incesto. &lt;br /&gt;A Igreja Católica contemporânea nunca fez referência a ele, como se não estivesse existido, mas o papa safado com certeza serviu de inspiração ao fundador da Legionários de Cristo, o padre mexicano Marcial Maciel (1920-2008), que foi estuprador de coroinhas e viciado em cocaína e teve amantes e filhos, um deles também vítima de abuso.&lt;br /&gt;Leia mais em &lt;a href="http://www.paulopes.com.br/2011/05/peripecias-do-papa-alexandre-6-viram.html#ixzz1cBkwBNSR"&gt;http://www.paulopes.com.br/2011/05/peripecias-do-papa-alexandre-6-viram.html#ixzz1cBkwBNSR&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Paulopes só permite a cópia deste texto para uso não comercial e com a atribuição do crédito e link. As reproduções são rastreadas diariamente. &lt;br /&gt;Under Creative Commons License: &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0"&gt;Attribution Non-Commercial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4WIiLeBFa_M/Tqw3UdyyWdI/AAAAAAAAAbw/TCLGprNAHW4/s1600/borgia4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://1.bp.blogspot.com/-4WIiLeBFa_M/Tqw3UdyyWdI/AAAAAAAAAbw/TCLGprNAHW4/s400/borgia4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://www.paulopes.com.br/2011/05/peripecias-do-papa-alexandre-6-viram.html"&gt;paulopes&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2121183334113495374?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2121183334113495374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/familia-borgia-em-quadrinhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2121183334113495374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2121183334113495374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/familia-borgia-em-quadrinhos.html' title='A família Bórgia em quadrinhos'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4hrmI6ir5u8/Tqw3NcwbyEI/AAAAAAAAAbo/5jqGAoaewV0/s72-c/borgia1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1285399029947906495</id><published>2011-10-29T14:15:00.003-02:00</published><updated>2011-10-29T14:21:37.044-02:00</updated><title type='text'>Crítica: 'Tancredo, a travessia'</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="color: rgb(255, 255, 255); white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Depois que a ditadura militar se foi, ficaram histórias, imagens, depoimentos, memórias que precisavam ser reunidas por alguém com competência para fazer um filme  que não soasse maçante ou meramente didático. Em &lt;i style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; "&gt;Tancredo, a travessia&lt;/i&gt;, Silvio Tendler, que tem no currículo os documentários &lt;i style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; "&gt;Os anos JK&lt;/i&gt; e &lt;i style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; "&gt;Jango&lt;/i&gt;, soube fazer e contar bem a história de mais um dos grandes líderes políticos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A maior riqueza de &lt;i style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; "&gt;Tancredo, a travessia&lt;/i&gt; está nos depoimentos, colhidos especialmente para o documentário, de personagens como o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do senador Aécio Neves - neto de Tancredo, - e de outros políticos como Jarbas Vasconcelos, Fernando Lira, Almino Afonso e José Sarney, além do general Leônidas Pires Gonçalves, escolhido por Tancredo para ser ministro do Exército. Entre os artistas, participam nomes como Cristiane Torloni, Milton Nascimento e Fafá de Belém, apenas três dos inúmeros ativistas engajados que subiram no palanque de Tancredo e das Diretas Já. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;É importante deixar claro que, no filme, a opção parece ter sido a de ouvir apenas os aliados do político mineiro, ou seja, os que viveram ao seu lado sua trajetória, da Era Vargas à campanha das Diretas. Paulo Maluf, por exemplo, aparece apenas no contexto da época. Nada de depoimento para o filme. A opção de Tendler, nesse caso, é discutível.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;Além de fazer um resumo eficiente da trajetória do país desde a Era Vargas, quando Tancredo começava a dar passos firmes rumo à liderança política, o filme aborda também, e com mais clareza do que tudo o que já foi feito à respeito, a polêmica em torno da doença que matou o então presidente eleito, e jogou água na fervura da esperança de todo um povo, forçando a posse de José Sarney, ex-aliado da ditadura e dissidente do PDS.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;Em depoimento ao filme, o próprio Sarney admite que, ao renunciar à presidência do então partido governista, quando, provavelmente, já percebia que a ditadura começava a naufragar, achou que sua carreira política havia terminado. Também com maestria, Silvio Tendler soube retratar toda a fase de criação do Partido da Frente Liberal (PFL), que reuniu os dissidentes do PDS para apoiar Tancredo e, quem sabe, continuar pegando carona no poder. Mal sabiam que, por uma triste obra do destino, não só pegaria carona, como reassumiriam o volante.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;Sobre a diverticulite que resultou na morte de Tancredo, o documentário praticamente incrimina os médicos que atenderam o presidente eleito em Brasília, sem ouvir a versão de qualquer um deles. Nesse aspecto, a participação de Aécio Neves é fundamental. Hoje Senador pelo PSDB, o neto de Tancredo foi quem presenciou dois momentos decisivos para o fim da história: quando o avô, prestes a tomar posse, passa mal durante um jantar em família, e quando, já operado no hospital em Brasília, durante uma uma caminhada com o neto no quarto, sente que algo estava errado, e decreta: “Estourou tudo”. Era o início do fim.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;&lt;i style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; "&gt;Tancredo, a travessia&lt;/i&gt;, talvez peque por não ouvir o outro lado da história. Mas, certamente, conta muito bem o lado bom.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.375em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; line-height: 1.475em; "&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.jb.com.br/programa/noticias/2011/10/28/critica-tancredo-a-travessia/"&gt;jb.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1285399029947906495?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1285399029947906495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/critica-tancredo-travessia_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1285399029947906495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1285399029947906495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/critica-tancredo-travessia_29.html' title='Crítica: &apos;Tancredo, a travessia&apos;'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2462867549039707837</id><published>2011-10-27T15:53:00.004-02:00</published><updated>2011-10-27T15:57:58.287-02:00</updated><title type='text'>A história do Jazz</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hwWkgVjlpVY/TqmbXsLtQKI/AAAAAAAAADE/x4Kn5Y-r7NE/s1600/jazz-4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-hwWkgVjlpVY/TqmbXsLtQKI/AAAAAAAAADE/x4Kn5Y-r7NE/s320/jazz-4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668232437322039458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os historiadores rastreiam as origens do jazz em um diferente número de culturas e influências sociais que convergeram na Nova Orleans do século 19. O fator mais importante foi a importação de homens e mulheres da África e das Índias Ocidentais, trazidos como escravos para a América Colonial, junto com os refugiados que escaparam da ilha de Hispaniola fugindo da matança da Revolução Haitiana.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Escravização, colonialismo e exploração dos povos africanos tiveram papéis significativos no desenvolvimento da música afro-americana. No início do ano de 1800, os escravos se reuniram na Praça do Congo, em Nova Orleans, para tocar suas músicas e mostrar suas danças tradicionais. Os registros da época mostravam que os escravos usavam instrumentos de corda improvisados e tocavam tambores de maneira polirrítmica (ritmos sincopatizados múltiplos tocados simultaneamente).&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Dois tipos de músicas afro-americanas foram importantes para o desenvolvimento do jazz: spirituals e músicas de trabalho. &lt;strong&gt;Spirituals&lt;/strong&gt; eram músicas folclóricas religiosas que os escravos cantavam para expressarem seus desejos de liberdade e sua fé. Diferente da música, principalmente com base no ritmo das danças na Praça Congo, os spirituals eram vocais marcados por harmonias variadas e letras improvisadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;Músicas de trabalho&lt;/strong&gt; combinam o ritmo do trabalho com a cantoria e estão tradicionalmente ligadas às culturas da África Ocidental. Essas músicas eram usadas para sincronizar um grupo enquanto trabalhavam juntos, com um líder falando e o grupo respondendo. Muitos historiadores atribuem o padrão chamada e resposta no jazz a essa forma inicial de música afro-americana.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os primeiros músicos de jazz nasceram na escravidão - permaneceu uma memória viva das pessoas que viveram antes da Proclamação da Emancipação dos escravos. E apesar dos elos oficiais da escravidão terem passado, os afro-americanos ainda são tratados injustamente por indivíduos e legislações locais.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Também entre os africanos e as pessoas do caribe estavam os europeus. Escoceses, ingleses, irlandeses, franceses, espanhóis e italianos deram contribuições distintas ao ponto de encontro de todas as culturas que é Nova Orleans. Com o passar do tempo, essas culturas começaram a emprestar e adotar umas das outras as tradições e a música. Os antropologistas chamam essa polinização cruzada de &lt;strong&gt;sincretismo&lt;/strong&gt;. Para simplificar, onde a música africana tinha uma base mais ritmica, a música européia tinha uma concentração maior na melodia e harmonia. Uma aproveitou partes da outra. A música africana foi europeizada e vice-versa. Essa relação de troca persistiu durante o século XX e continua até hoje enquanto o jazz é tocado pelo mundo todo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;As influências das danças na Praça do Congo, spirituals, blues, música crioula, música clássica européia e orquestras de instrumentos de sopro se combinaram para criar as formas iniciais do jazz.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O início do jazz não foi muito bem documentado. Buddy Bolden (considerado o primeiro músico de jazz) nasceu em 1877 e as primeiras bandas de jazz surgiram por volta de 1885. De acordo com o All Music Guide, Bolden formou sua primeira banda em 1895. Muitas das informações que possuímos hoje são provenientes de entrevistas de quando a loucura do jazz já estava instalada. E infelizmente, as músicas dessa época inicial nunca foram gravadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Um novo estilo de tocar piano, desenvolvido perto do fim do século 19, começou a deixar seu marco no jazz também. Mas o &lt;strong&gt;ragtime&lt;/strong&gt;, diferente do jazz, não era uma forma improvisada de música. Um tocador de piano mantinha a batida com sua mão esquerda enquanto tocava uma melodia sincopatizada com a direita. No alto da sua popularidade no início do século XX, o ragtime realizou incursões com os músicos de jazz que começaram a incorporar e enfeitar a técnica com seu próprio estilo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;No início, o jazz e a dança estavam inextricavelmente ligados entre si. Muitos viam o jazz como promíscuo e relacionado à classe baixa, em parte devido às ligações raciais. Mas nem todos se opunham a ele. Músicos brancos estavam loucos para aprender a nova música e começavam a procurar músicos negros, então o jazz começou a explodir.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;FONTE: &lt;a href="http://lazer.hsw.uol.com.br/jazz2.htm"&gt;uol.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2462867549039707837?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2462867549039707837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/historia-do-jazz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2462867549039707837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2462867549039707837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/historia-do-jazz.html' title='A história do Jazz'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-hwWkgVjlpVY/TqmbXsLtQKI/AAAAAAAAADE/x4Kn5Y-r7NE/s72-c/jazz-4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4498051613711200832</id><published>2011-10-27T08:00:00.003-02:00</published><updated>2011-10-27T08:03:06.737-02:00</updated><title type='text'>A origem da encrenca</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, 'Trebuchet MS'; font-size: 12px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Quando nos metemos em algum tipo de infortúnio são várias as palavras utilizadas para expressar o nosso desespero ou infelicidade. Muitas vezes, o desejo de exteriorizar a infelicidade causada pela situação, nos leva a utilizar muitas palavras que nem imaginamos a sua origem e significado. Talvez esse seja o caso da palavra “encrenca”, que de tão corrente em nosso vocabulário cotidiano, acabou até mesmo se transformando em verbo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Para recuperar a história desse termo, temos que nos deslocar para o Brasil na passagem dos séculos XIX e XX. Nesse período, os portos brasileiros receberam um grande numero de europeus que fugiam das conturbações causadas pelo fim do Antigo Regime e as crises econômicas do próprio sistema capitalista. Vale lembrar que vários imigrantes chegaram até aqui com a esperança de enriquecer trabalhando nas crescentes lavouras de café.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Nesse contexto de transformação e instabilidade, vemos que muitas famílias de judeus pobres da Europa ainda sofriam com as primeiras ondas antissemitas. Em alguns casos, essas famílias entregavam as suas filhas para agenciadores que lhes prometiam arranjar um bom casamento com um rico comerciante que prosperava em terras americanas. Tomados pelo desespero, muitos chefes de família acabavam deixando se levar por essas enganosas promessas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Em muitos casos, já durante a viagem, essas jovens descobriam que estavam sendo contrabandeadas como escravas sexuais em diferentes cidades do continente americano. Chegando ao Brasil, essas prostitutas judias ficaram conhecidas como “polacas” e, mediante à sua recorrência, integraram a vida e o imaginário de vários bairros que compunham a vida noturna carioca e paulista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Naturalmente, essas mulheres sofreram uma enorme discriminação por conta da posição marginalizada que ocupavam na sociedade da época. Tanto as autoridades oficiais, como as comunidades judaicas do Brasil reservavam um grande silêncio sobre a situação dessas mulheres. Contudo, essas prostitutas buscaram vínculos de solidariedade que pudessem lhes oferecer algum tipo de garantia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;Em muitos casos, essas prostitutas utilizavam o iídiche – língua bastante utilizada pelos judeus da Europa Central e Oriental – para darem recados entre si. Durante o seu trabalho, ao suspeitarem de que um cliente portava algum tipo de doença venérea, elas chamavam o sujeito de “ein krenke”. Na língua iídiche, o termo era comumente utilizado para definir a ideia de “doença”. Naturalmente, a popularização do termo acabou ficando abrasileirada para a nossa conhecida “encrenca”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/a-origem-da-encrenca.htm"&gt;historiadomundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, 'Trebuchet MS'; font-size: 12px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4498051613711200832?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4498051613711200832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/origem-da-encrenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4498051613711200832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4498051613711200832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/origem-da-encrenca.html' title='A origem da encrenca'/><author><name>Dielson Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593006657905995021</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6209456691784520945</id><published>2011-10-24T13:14:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T13:14:00.905-02:00</updated><title type='text'>As moedas do sexo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-t299fwvb-ew/TqWANkWy_fI/AAAAAAAAAbU/tZOhux4SGX8/s1600/tumblr_lsju6jgoUH1qj6jus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://4.bp.blogspot.com/-t299fwvb-ew/TqWANkWy_fI/AAAAAAAAAbU/tZOhux4SGX8/s320/tumblr_lsju6jgoUH1qj6jus.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moedas do sexo de Roma Antiga. Conhecidas como Spintria (antigas moedas romanas com cenas de sexo) foram utilizadas na Roma antiga para solicitar e pagar por diferentes "serviços" em bordéis e prostitutas de rua. Uma vez que havia uma grande quantidade de estrangeiros que vinham para a cidade que não falavam o idioma, e a maioria das prostitutas eram escravas capturadas de outros lugares, as moedas tornavam as transações fáceis e eficientes. Um lado destas moedas mostra o que o comprador queria e o outro mostra a quantidade de dinheiro a ser pago pelo o ato.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-n3cqe0DsJJ8/TqWAZ4dCI4I/AAAAAAAAAbc/fkcb5vQ_m40/s1600/tumblr_lsju6jgoUH1qj6juso2_400.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="161" src="http://2.bp.blogspot.com/-n3cqe0DsJJ8/TqWAZ4dCI4I/AAAAAAAAAbc/fkcb5vQ_m40/s320/tumblr_lsju6jgoUH1qj6juso2_400.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;fonte: &lt;a href="http://okduko.blogspot.com/2011/10/moedas-do-sexo.html"&gt;kduko&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6209456691784520945?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6209456691784520945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/as-moedas-do-sexo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6209456691784520945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6209456691784520945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/as-moedas-do-sexo.html' title='As moedas do sexo'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-t299fwvb-ew/TqWANkWy_fI/AAAAAAAAAbU/tZOhux4SGX8/s72-c/tumblr_lsju6jgoUH1qj6jus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1483090018914078360</id><published>2011-10-23T21:53:00.005-02:00</published><updated>2011-10-23T22:01:48.893-02:00</updated><title type='text'>II Colóquio Africanidades em Sala de Aula - UPE Campus Petrolina</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-f2P6GRlyNkc/TqSqVA5MWxI/AAAAAAAAAJw/gwi2kEhhcUw/s1600/cabecalho-africa2.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 91px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-f2P6GRlyNkc/TqSqVA5MWxI/AAAAAAAAAJw/gwi2kEhhcUw/s320/cabecalho-africa2.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5666841509132786450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://revistahistorien.com/africanidades.htm"&gt;Clique aqui e visite o site do evento.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Faça a diferença: ao visitar o site do colóquio, clique em "Participar deste site" e compartilhe o evento com seus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;APRESENTAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Desde 2003, quando da assinatura da lei 10.639, o ensino de História da África tornou-se obrigatório nas escolas brasileiras. A UPE, através do colegiado do curso de História, propõe o Colóquio Africanidades em Sala de Aula à ampla comunidade acadêmica composta por diversos cursos presentes na região como Letras, Pedagogia, Ciências Sociais, Educação Física, Direito e Artes Visuais. Neste encontro, vários pesquisadores, com reconhecida produção científica na área, debaterão temas como “políticas afirmativas”, “História da África”, “Currículo escolar”, “culturas afro-descendentes” entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A relevância de um encontro como este se torna evidente se pensarmos: que o Brasil é o segundo maior país negro do mundo! Atrás apenas da Nigéria; que é imensa a contribuição da cultura africana para a formação do Brasil; e que graves são os problemas que envolvem a discriminação do negro em nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt; Diante desses fatos, faz-se necessário o cumprimento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt; da lei. Contudo, a partir desta, criou-se o problema da falta de capacitação dos professores para a adequação da nova realidade trazida com a lei. Nesse sentido, esse colóquio que, neste ano vive sua segunda versão, pretende se estabelecer como um fórum de discussão permanente e atuante na realidade educacional de muitos professores, várias escolas, universidades e alguns Institutos Técnicos do Vale do São Francisco. Tal iniciativa tem ainda por meta um curso de pós graduação que contribua na Capacitação de Professores para a abordagem da África e das culturas afro-descendentes em sala de aula, promovido por educadores, psicólogos, cientistas sociais e historiadores da região, comprometidos com as reformas educacionais que visam atingir as melhorias de qualidade de ensino em nosso país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1483090018914078360?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1483090018914078360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/ii-coloquio-africanidades-em-sala-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1483090018914078360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1483090018914078360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/ii-coloquio-africanidades-em-sala-de.html' title='II Colóquio Africanidades em Sala de Aula - UPE Campus Petrolina'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-f2P6GRlyNkc/TqSqVA5MWxI/AAAAAAAAAJw/gwi2kEhhcUw/s72-c/cabecalho-africa2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-7950089739443680431</id><published>2011-10-22T18:23:00.002-02:00</published><updated>2011-10-22T18:40:44.922-02:00</updated><title type='text'>História do carnaval no Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uCPemhCvv9I/TqMqLnZNjuI/AAAAAAAAAC4/flkCY65IqM4/s1600/AA.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 290px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-uCPemhCvv9I/TqMqLnZNjuI/AAAAAAAAAC4/flkCY65IqM4/s320/AA.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5666419135203872482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; background-color: rgb(255, 255, 225); font-size: medium; "&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;A evolução do carnaval carioca&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;No carnaval Carioca os cortejos carnavalescos eram organizados pelas "sociedades", clubes ou agremiações que competiam entre si em desfiles de alegorias que geralmente satirizavam o governo. A primeira surgiu em 1855 e se chamava "Congresso das Sumidades Carnavalescas", tendo José de Alencar como um de seus fundadores. Depois vieram a União Veneziana e muitas outras que eram uma verdadeira coqueluche durante o Império. Uma das poucas que de fato se consolidaram foi a Democráticos. Outro importante movimento foi o dos Cordões, surgidos em 1885, que originaram os blocos e posteriormente as escolas de samba. Eram formados por negros, mulatos e pessoas humildes em geral, que saíam às ruas animando o povo ao som de instrumentos de percussão e músicas compostas especialmente para os desfiles comandados pelo apito do mestre que estava sempre à frente dos músicos. Cada Cordão era identificado por um estandarte. É a primeira manifestação de carnaval bastante influenciada pela cultura e religião africana. A religião, desta vez a católica, também deu origem ao Rancho, semelhante aos Cordões, que inicialmente desfilavam no Dia de Reis, quando as pessoas se fantasiavam de pastores e pastoras e saíam em procissão, simulando um rumo à Belém. E assim como os cordões, os ranchos tiveram de ceder espaço às escolas de samba.&lt;br /&gt;O século XX chega com novidades também para o carnaval. Logo depois da inauguração da Av. Central surgiu o Corso, um desfile de caminhões e carros abertos, com ou sem decoração conduzindo famílias e grupos de foliões pelo centro da cidade. Era uma brincadeira animada entre as pessoas que estavam nos carros e as que acompanhavam a pé o cortejo, com direito à guerra de confete e serpentina. O Corso foi ficando para trás na medida em que o progresso e o trânsito iam para frente.&lt;br /&gt;As famosas matinês tiveram início praticamente na mesma época do Corso, com a realização do primeiro baile infantil em 1907. Também se multiplicavam os bailes nas casas das famílias mais abastadas da cidade. Em 1909 surgiu o primeiro concurso num baile de carnaval. Somente os homens tinham direito à voto e os prêmios eram valiosas jóias. Premiava-se a melhor fantasia, a mais bela mulher e a mais criativa dança.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;Surgimento das Escolas de Samba&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Foi no bairro do Estácio que surgiu o ritmo que iria dar um novo tom ao Carnaval e viria, em pouco tempo, a se consagrar como uma das marcas registradas da música brasileira, o samba. Com notas mais longas e um andamento bem mais rápido que os ritmos amaxixados que o antecederam, o samba fora criado especialmente para arrebanhar as massas durantes os desfiles de um dos mais famosos blocos de carnaval, o Deixa Falar. A maior novidade estava por conta da evidente marcação que a música apresentava, graças a um novo instrumento, o surdo, criado por um dos bambas do Estácio, Alcebíades Barcelos, o Bide.&lt;br /&gt;O surgimento de tantas novidades provocou uma verdadeira revolução, trazidas pelos compositores do Deixa Falar. Foi Ismael Silva o primeiro a atribuir ao bloco a expressão "escola de samba", e devido ao prestígio que gozavam, os sambistas eram chamados de professores. Há, porém, uma outra versão para o emprego da expressão "escola de samba". Bem próximo à sede do Deixa Falar, fundado em agosto de 1927, havia uma Escola Normal, formadora de professores. Como muitos sambistas de outros locais procuravam os compositores do Largo do Estácio para conhecerem as novidades do samba, estes também eram chamados "professores" e a sede do bloco, "escola de samba".&lt;br /&gt;A Deixa falar foi então, a primeira escola a desfilar, no carnaval de 1929, ano em que surgiu a Estação Primeira, que até os dias de hoje reivindica para si o pioneirismo entre as escolas de samba. A primeira competição entre as escolas teve início em 1932, na Praça Onze, concurso promovido pelo jornal Mundo Sportivo, do jornalista Mário Filho. Devido à grande repercussão, o Jornal O Globo assumiu o concurso no ano seguinte. Somente em 1935 a Prefeitura do Rio tomou frente na organização do evento que é hoje, um dos maiores espetáculos do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;O Carnaval da Bahia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;O Carnaval de Rua foi desaparecendo à medida que as Escolas de Samba ganhavam popularidade e apresentavam à público desfiles cada vez mais grandiosos. Na Bahia aconteceu exatamente o contrário. O carnaval de Salvador, a primeira capital do Brasil, evoluiu como no Rio de janeiro e em diversas outras partes do país. As iniciativas tomadas para conter os abusos do entrudo português fizeram surgir os bailes dos salões, com grande destaque para as festas à fantasia do teatro São João, o corso, os cordões e blocos diversos. O ano de 1884 é considerado um marco pelos baianos devido a organização apresentada pelas manifestações populares a partir deste ano.&lt;br /&gt;No finalzinho do século XIX, por volta de 1894, 1895, surgiu o Afoxé, um tipo de grupo formado por negros que representavam casas de culto de herança africana e saíam às ruas cantando e recitando seqüências de músicas e letras. Os afoxés exibiam-se na Baixa dos Sapateiros, Taboão, Barroquinha e Pelourinho, enquanto os grandes clubes desfilavam em áreas mais nobres. O mais famoso afoxé é o "Filhos de Gandhy", criado em 1949 - ano do IV centenário da cidade - pelos estivadores do Porto de Salvador. O nome é uma homenagem ao pacifista indiano Mahatma Gandhy, assassinado um ano antes.&lt;br /&gt;A maior inovação do Carnaval da Bahia porém, foi o Trio Elétrico de Dodô e Osmar, que surgiu em 1950 e representa a consagração do carnaval de rua. A primeira apresentação foi feita em cima de um Ford 1929, com guitarras elétricas e som amplificado por auto-falantes, às cinco da tarde do Domingo de carnaval. O desfile aconteceu no Centro da cidade arrastando uma verdadeira multidão. Na verdade, o nome "trio elétrico" só surgiu mesmo no ano seguinte, quando três músicos se apresentaram em cima do tal carro.&lt;br /&gt;Nos anos 70 o carnaval presenciou o nascimento de grupos históricos, como os Novos Baianos e o bloco afro Ilê Aiyê, além do renascimento do Filhos de Gandhy. Era o começo do crescimento cultural do Carnaval de Salvador, que passou a enfatizar os conflitos e a protestar contra o racismo. Na década de 80, grupos como Camaleão, Eva e Olodum escreveram seus nomes na história da festa mais popular da Bahia.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.areliquia.com.br/Artigos%20Anteriores/57HistCarn.htm"&gt;areliquia.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; background-color: rgb(255, 255, 225); font-size: medium; "&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-7950089739443680431?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/7950089739443680431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/historia-do-carnaval-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7950089739443680431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7950089739443680431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/historia-do-carnaval-no-brasil.html' title='História do carnaval no Brasil'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uCPemhCvv9I/TqMqLnZNjuI/AAAAAAAAAC4/flkCY65IqM4/s72-c/AA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3977568254965292407</id><published>2011-10-22T18:00:00.001-02:00</published><updated>2011-10-22T18:03:16.617-02:00</updated><title type='text'>O Santo Ofício vai à escola</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A História é considerada matéria chata e desinteressante para muitos alunos. Este pesadelo que atormenta os professores pode ser superado, ou, pelo menos, minimizado, com a utilização em sala de aula de fontes pouco exploradas. A documentação produzida pelo Tribunal do Santo Ofício da Inquisição relativa ao Brasil é um material valiosíssimo, com detalhes sobre o dia-a-dia da vida nas vilas e nos engenhos coloniais, sobre os acontecimentos políticos e seus principais personagens, as guerras de conquista e pacificação, a produção econômica de subsistência e de exportação. Aparecem também as disputas militares e as entradas pelo sertão em busca de metais ou de indígenas e negros fugidos, as festas religiosas e as cerimônias fúnebres, as questões de fé e o sem-número de heresias praticadas, além dos registros sobre a catequização dos nativos e escravos. Os representantes da Inquisição fizeram meticulosas descrições da vida na Colônia, e muitas vezes deixaram transparecer o seu espanto diante do que ocorria.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Apesar dos avanços nas pesquisas e da publicação de vários livros sobre o tema nos últimos anos, falar da Inquisição em sala de aula ainda causa surpresa. Os professores que utilizam este tipo de documentação constantemente se deparam com o assombro dos alunos ao descobrirem a presença do Tribunal do Santo Ofício e a existência de acusações e processos inquisitoriais envolvendo habitantes do Brasil colonial.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Perde o aluno, mas também o professor, ao deixar de lado fontes riquíssimas, que poderiam tornar mais atraente uma disciplina que ainda carrega a densa pecha de que mais se decora do que se aprende. Muito melhor seria usar estes documentos em sala de aula para incentivar o gosto pelo estudo do Brasil dos primeiros séculos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A Inquisição surgiu no século XIII com o papa Gregório IX (1170-1241), que contou com o apoio das ordens Franciscana e Dominicana para combater os cátaros ou albingenses, difusores de doutrinas consideradas falsas pela Igreja [as heresias], atuantes na região de Albi, sul da França. Após a perseguição aos hereges e o extermínio de comunidades inteiras, o Tribunal foi extinto. Voltou a funcionar no início da Idade Moderna (século XV), quando a Igreja se viu novamente ameaçada pelo problema das heresias. O Tribunal exercia vigilância sobre a moral dos fiéis e censurava a produção cultural e científica, visando conter inovações contrárias ao dogma da Igreja. Caso os inquisidores julgassem que o réu não demonstrava arrependimento em relação ao crime de que era acusado ou fosse reincidente, ele poderia sofrer condenações as mais variadas, que iam desde a obrigação de fazer orações e penitências até ser entregue ao poder secular, que podia condená-lo a morrer na fogueira, em cerimônias públicas denominadas autos-de-fé. A península ibérica, envolvida com os problemas da reconquista do território ocupado pelos árabes e do monopólio da fé, foi um dos palcos para o ressurgimento da Inquisição.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/o-santo-oficio-vai-a-escola"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3977568254965292407?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3977568254965292407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/o-santo-oficio-vai-escola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3977568254965292407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3977568254965292407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/o-santo-oficio-vai-escola.html' title='O Santo Ofício vai à escola'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6376809632546383077</id><published>2011-10-21T14:08:00.003-02:00</published><updated>2011-10-21T14:26:55.157-02:00</updated><title type='text'>Pré- história brasileira em Sergipe</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4YB7AIPh5GI/TqGZUOnjMOI/AAAAAAAAACs/mNf18QaWjD0/s1600/pre_historia_sergipe_1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4YB7AIPh5GI/TqGZUOnjMOI/AAAAAAAAACs/mNf18QaWjD0/s320/pre_historia_sergipe_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665978379009208546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por volta de 1985, pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe identificaram, na região da cidade de Canindé do São Francisco (a 200 km de Alagoas), vestígios que indicavam a presença humana pré-histórica na região. Na década seguinte, seria construída no local a Usina Hidrelétrica de Xingó. Para proteger esse patrimônio, situado na área que provavelmente seria inundada com a construção da represa, foi lançado um grande projeto de salvamento arqueológico, que durou dez anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado do levantamento foi a descoberta de 42 sítios arqueológicos e 16 de arte rupestre apenas nessa região do baixo São Francisco, testemunhos de 9 mil anos de ocupação humana. Com todo esse acervo reunido, em 2000 a Universidade Federal de Sergipe criou o Museu Arqueológico do Xingó (MAX). São cerca de 55 mil peças, entre vestígios cerâmicos, instrumentos líticos, adornos em osso, restos alimentares e mais de 200 esqueletos humanos. Hoje a instituição recebe mais de 30 mil visitantes ao ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O MAX (&lt;a href="http://max.org.br/" target="_blank" style="text-decoration: none; "&gt;site oficial aqui&lt;/a&gt;) mantém uma exposição permanente, apresentando destaques de seu acervo e os principais resultados de pesquisas realizadas pela instituição, além de mostras temporárias de curta duração.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;FONTE: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/pre-historia_brasileira_em_sergipe.html"&gt;historiaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6376809632546383077?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6376809632546383077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/pre-historia-brasileira-em-sergipe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6376809632546383077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6376809632546383077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/pre-historia-brasileira-em-sergipe.html' title='Pré- história brasileira em Sergipe'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4YB7AIPh5GI/TqGZUOnjMOI/AAAAAAAAACs/mNf18QaWjD0/s72-c/pre_historia_sergipe_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8233932489224105164</id><published>2011-10-21T13:52:00.002-02:00</published><updated>2011-10-21T13:55:43.399-02:00</updated><title type='text'>Maquiavel cosmopolita</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-h2NDTfGlhSM/TqGVzLpLcyI/AAAAAAAAACg/pA2x9LCCtvk/s1600/blogniccolo_machiavelli.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 243px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-h2NDTfGlhSM/TqGVzLpLcyI/AAAAAAAAACg/pA2x9LCCtvk/s320/blogniccolo_machiavelli.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665974512740168482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;“O príncipe”, de Maquiavel, completa em 2013 nada menos que 500 anos de existência. Por conta disso – e, claro, da importância crescente da obra através dos séculos –, um grupo de pesquisadores italianos elaborou um ambicioso projeto que visa estimular o debate sobre Maquiavel e seu pensamento na tradição política ocidental entre os séculos XVI e XXI. Pesquisas e eventos sobre o gênio florentino saíram da Itália em direção à Alemanha, Espanha, França, Estados Unidos, Turquia entre outros países que, agora, inclui o Brasil. O colóquio internacional “Maquiavel Dissimulado” começa na terça-feira que vem (dia 25) e vai até sexta-feira (dia 28) na Universidade Federal Fluminense. A inscrição custa entre R$ 20 e R$ 40 e deve ser feita até esta quinta-feira (dia 20).&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Especialistas de várias áreas e em diferentes níveis de formação – de doutores a alunos de graduação e pós – participarão do evento. Em relação à história do Brasil, o colóquio “Maquiavel dissimulado” inova ao estender suas balizas temporais desde o século XVI até o presente, abrindo espaço para a literatura de Machado de Assis, para Getúlio Vargas como soberano maquiavélico ou para encenações de “A mandrágora” – peça teatral mais conhecida de Maquiavel – na década de 1960, antes e durante o governo militar no país. Nesses e em outros casos, verifica-se a força de um autor “clássico” que ultrapassou seus próprios tempo e espaço. A despeito, inclusive, de sua reputação, frequentemente condicionada por uma fama malévola e/ou desafiadora de padrões.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Serão discutidas as ideias produzidas pelo gênio italiano em diversas manifestações – embora, quase sempre, tenha se evitado o recurso explícito ao autor mal afamado. No campo linguístico, dicionários que aludem aos termos “maquiavélico”, “maquiaveliano” e “maquiavelismo”, editados em Portugal e no Brasil, constata-se a maior distinção destes significados no léxico brasileiro. Por exemplo, com a adoção do vocábulo “maquiaveliano” alusivo ao pensamento do autor, sem a pecha do “maquiavélico” associado a “pérfido” e a “astuto”, em contraposição à inexistência desta especificação em dicionários lusos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;‘Turnê’ internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;O colóquio internacional “Maquiavel dissimulado: heterodoxias político-culturais no mundo luso-brasileiro” faz parte do projeto científico “Maquiavelismo e maquiavelismos na tradição política ocidental”, com sede na Universidade de Turim, Itália, coordenado pelo professor Enzo Baldini. Desde 2006, pesquisadores de vários países formaram uma rede que promove eventos, debates e publicações para refletir sobre a influência e a reinvenção do pensamento de Maquiavel no Ocidente. O projeto culminará em 2013, quando se completam 500 anos da escrita da obra “O príncipe”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;O “Maquiavel dissimulado” da UFF articula-se a outro colóquio que ocorrerá no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Portugal, em novembro. Os dois eventos pretendem explorar a recepção e a reinvenção de Maquiavel nos espaços político português (incluindo as possessões ultramarinas) e brasileiro, a partir da segunda década do século XVI até os dias de hoje.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;a href="http://www.historia.uff.br/ciadasindias/?p=476" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Outras informações e inscrições na página da Companhia das Índias.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/agenda/maquiavel-cosmopolita"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(111, 111, 111); font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8233932489224105164?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8233932489224105164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/maquiavel-cosmopolita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8233932489224105164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8233932489224105164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/maquiavel-cosmopolita.html' title='Maquiavel cosmopolita'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-h2NDTfGlhSM/TqGVzLpLcyI/AAAAAAAAACg/pA2x9LCCtvk/s72-c/blogniccolo_machiavelli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-5517856623870508239</id><published>2011-10-21T13:20:00.002-02:00</published><updated>2011-10-21T13:44:19.208-02:00</updated><title type='text'>Primeira caçada pré-histórica das Américas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma ponta de lança incrustada em uma costela de mastodonte mostrou que esse primo pré-histórico dos elefantes estava sendo caçado nas Américas, a caminho da extinção, bem antes do que se imaginava.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por muito tempo se pensou que os "paleoíndios" da chamada cultura Clovis tinham sido os responsáveis por caçar e exterminar os grandes mamíferos da Era do Gelo (conhecidos como megafauna) nas Américas. E isso teria acontecido bem rapidamente.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tanto que os antropólogos e arqueólogos usavam uma expressão germânica, "blitzkrieg", a "guerra-relâmpago" da Segunda Guerra Mundial, para descrever o processo.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas a costela com a ponta de lança achada no sítio de Manis, no Estado americano de Washington, perto da fronteira com o Canadá, foi agora datada em quase 14 mil anos de idade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, é algo anterior à cultura Clovis, com início em cerca de 13 mil anos atrás, caracterizada por pontas de lança de pedra com encaixes especiais.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ponta de lança estudada pelos pesquisadores era feita não de pedra, mas de osso de outro pobre mastodonte, caçado e morto antes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;BEM ANTES&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"A evidência do sítio de Manis mostra que as pessoas estavam caçando mastodontes com armas de osso antes das pontas de lança de pedra de Clovis", declarou o líder da equipe de oito pesquisadores dos EUA e da Dinamarca, Michael Waters, do Centro para o Estudo dos Primeiros Americanos, da Universidade do Texas A&amp;amp;M.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O fato de ser um osso incrustado em outro fez e ainda faz alguns pesquisadores duvidarem da autenticidade do achado. Poderia ser um acidente, dizem céticos. Mas essa é uma opinião rara.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O pré-histórico caçador que enfiou sua lança, um belo artefato com ponta de 27 cm, deve ter xingado muito ao perdê-la -para sorte dos arqueólogos, contudo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As evidências mostram que ele teria enfiado a lança no lado esquerdo do mastodonte, mas que, em vez de acertar algum órgão vital, acabou fazendo a lança se alojar em um osso, com certeza deixando o animal violento e alucinado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por sorte para a tribo, outros caçadores devem ter ferido o bicho em lugares mais vitais, matando o mastodonte e recuperado a maioria de suas armas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas o animal de três toneladas caiu pelo lado esquerdo e com isso impediu que a ponta de lança, que penetrou em torno de 20 cm ou 25 cm na sua pele, pudesse ser recuperada. Isso até a década de 1970, quando uma escavação encontrou o material.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas só agora que a equipe americana de Waters, junto com os pesquisadores dinamarqueses envolvidos na descoberta original, foram reavaliar os achados, e testá-los de modo moderno. Usaram testes de DNA do osso e da ponta de lança, datações de carbono-14 (que funcionam como relógio atômico de restos de seres vivos) e raio-X de alta resolução.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"É mais uma prova de que os seres humanos estavam presentes na América do Norte bem antes do que se acreditava. A teoria 'Clovis em primeiro lugar', que era tão adorada por muitos cientistas há poucos anos atrás, foi finalmente enterrada com as conclusões desse estudo", diz o pesquisador dinamarquês Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A descoberta está na edição desta semana da revista americana "Science".&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;FONTE: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/994341-pesquisa-flagra-primeira-cacada-pre-historica-das-americas.shtml"&gt;folha.uol&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-5517856623870508239?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/5517856623870508239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/primeira-cacada-pre-historica-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5517856623870508239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5517856623870508239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/primeira-cacada-pre-historica-das.html' title='Primeira caçada pré-histórica das Américas'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4713390761372820413</id><published>2011-10-14T14:55:00.001-03:00</published><updated>2011-10-14T14:58:48.026-03:00</updated><title type='text'>CONCURSO REVELA NOVO MAPA DA EDUCAÇÃO</title><content type='html'>&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;b&gt;por Pietro Henrique Delallibera&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 15 de outubro a Universidade Estadual de Campinas vai sediar a última prova da 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. O resultado do concurso será divulgado somente no domingo, dia 16, mas as quatro fases que as equipes participantes tiveram de enfrentar até agora já revelaram ótimas notícias sobre o ensino de história em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, a última etapa da competição vai receber representantes de praticamente todos os estados do Brasil. Para os que pensaram que os grupos finalistas fossem se concentrar no eixo Sul-Sudeste, municípios como Bicas (MG), que enviará quatro equipes para a prova, ou Cruzeiro do Sul (AC), que vai à final com duas equipes, dão mostras de que todas as regiões do país estão representadas em pé de igualdade na 3ª ONHB. Para ter uma ideia, o Ceará é o segundo estado que mais enviará concorrentes para a última fase da competição (132 estudantes), superado somente por São Paulo, que, mesmo cinco vezes mais populoso que o estado nordestino, envia 195 alunos para a final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra boa notícia é a participação equilibrada de escolas públicas e privadas no evento: cerca de 44% dos finalistas são alunos da rede municipal ou estadual de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 3ª ONHB teve 65 mil inscritos, entre estudantes e professores. Só na última prova, 300 equipes estão concorrendo, somando cerca de 1200 participantes. Os vencedores serão premiados com livros e revistas de história para continuarem seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/concurso_revela_novo_mapa_da_educacao.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/concurso_revela_novo_mapa_da_educacao.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;historiaviv&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4713390761372820413?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4713390761372820413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/concurso-revela-novo-mapa-da-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4713390761372820413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4713390761372820413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/concurso-revela-novo-mapa-da-educacao.html' title='CONCURSO REVELA NOVO MAPA DA EDUCAÇÃO'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2125993262096345927</id><published>2011-10-14T10:59:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T10:59:49.731-03:00</updated><title type='text'>Em busca da verdade sobre o mitológico Kraken</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Através do estudo das marcas encontradas em ossos de nove ictiossauros (Shonisaurus popularis) com 15 metros de comprimento, que viveram durante o Triásico (há mais de 200 milhões de anos), um grupo de investigadores norte-americanos diz ter bases para confirmar a existência de um animal marinho gigante, provavelmente um grande polvo ou uma lula, idêntico ao mitológico kraken, o monstro da mitologia nórdica.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663110175506214066" src="http://3.bp.blogspot.com/-eoa1WBTNL5s/Tpdosz7yrLI/AAAAAAAALMI/x2V6BdUMQdk/s320/kraken.gif" style="cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px; text-align: center; width: 226px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Este animal, capaz de matar e alimentar-se dos maiores predadores da sua época não deixou evidências diretas da sua existência, pois o seu corpo decompunha-se rapidamente após a morte, impedindo o processo de fossilização.Um grupo de investigadores liderado por Mark McMenamin, do Mount Holyoke College (Massachussets), estudou durante vários anos a morte de nove répteis marinhos encontrados precisamente no Parque Estatal Berlin-Ichthyosaur, em Nevada (EUA), onde se encontram preservados os fósseis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663110170653036658" src="http://1.bp.blogspot.com/-d2V_-B-f7lQ/Tpdosh2tEHI/AAAAAAAALL8/AHzWIkr8t-U/s320/Kraken02.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 201px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Até agora, a explicação para a morte desses animais seria o aparecimento de um tipo de plâncton tóxico. Mas estes paleontólogos têm uma visão diferente. Quando da descoberta dos ossos, McMenamin ficou surpreendido pela sua disposição, que sugeria que nem todos tinham morrido ao mesmo tempo. Tudo indica que os restos tenham sido colocados nessa posição com um propósito concreto, que lembra o que fazem os polvos atuais com as suas presas quando as levam para as “tocas”.&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;As marcas nos ossos dos ictiossauros sugerem que uma criatura parecida com um polvo ou uma lula gigante sufocou os animais, partindo-lhes o pescoço. Além disso, as vértebras mostram marcas que remetem para a forma das ventosas do tentáculo de um cefalópode. O Berlin-Ichthyosaur State Park será, segundo os investigadores, o covil do kraken que os matou.&lt;div style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #797979; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fonte: http://www.cienciahoje.pt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2125993262096345927?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2125993262096345927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/em-busca-da-verdade-sobre-o-mitologico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2125993262096345927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2125993262096345927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/em-busca-da-verdade-sobre-o-mitologico.html' title='Em busca da verdade sobre o mitológico Kraken'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eoa1WBTNL5s/Tpdosz7yrLI/AAAAAAAALMI/x2V6BdUMQdk/s72-c/kraken.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3975079921329048286</id><published>2011-10-14T10:50:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T10:50:39.061-03:00</updated><title type='text'>Quem foi Zeus?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Xw04204GpOc/Tpg8wodtaXI/AAAAAAAAAaw/IkGIzuCGYmY/s1600/image_thumb.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="340" src="http://4.bp.blogspot.com/-Xw04204GpOc/Tpg8wodtaXI/AAAAAAAAAaw/IkGIzuCGYmY/s400/image_thumb.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zeus (em grego: Ζεύς, transl. Zeús). O nome Zeus em grego antigo significava “rei divino”. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho. Ele é frequentemente mostrado pelos artistas gregos em uma dessas duas poses: ereto, inclinando-se para frente, com um raio em sua mão direita, erguida, ou sentado, em pose majestosa.&lt;br /&gt;Segundo a mitologia, ele teria nascido da União de Réia e Cronos. Seu pai Cronos (deus do tempo), que imperava naquele momento, tinha o costume de engolir seus filhos com medo de que um deles lhe tirasse o trono. Mas quando Zeus nasceu, Réia percebeu que ele era uma criatura especial e o colocou escondido numa caverna. Então, para ludibriar Cronos, ela enrolou uma pedra num pano e entregou para que ele engolisse.&lt;br /&gt;Já adulto Zeus enfrentou seu pai, e fez com que ele vomitasse todos os seus irmãos que continuassem vivos. Logo em seguida, prendeu Cronos sob a terra. Sendo assim, daquele momento em diante, ele passou a ser o maioral entre todos, ou seja, o deus dos deuses, e foi morar no Monte Olimpo. Ele se casou com sua irmã Hera, e teve várias amantes entre deusas e mortais, com elas ele teve vários filhos. Entre as imortais, contam-se Métis, que Zeus engoliu quando grávida para depois extrair Atena (deusa da sabedoria e da estratégia) da própria cabeça; Leto, que gerou Apolo(deus da medicina e da luz) e Ártemis; Sêmele, mãe de Dioniso(deus do vinho); e sua irmã Deméter, que deu à luz Perséfone (deusa do mundo subterrâneo). Com Hera concebeu Hefesto (deus do fogo), Hebe e Ares. Os outros filhos mais conhecidos de Zeus são: Hermes (deus do comércio e dos viajantes), Herácles (herói grego), Helena (princesa grega), Minos (rei de Creta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="color: yellow; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Casamentos de Zeus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Zeus casou-se 1º com Métis, a deusa da prudência, quando esta estava grávida de Atena, Gaia profetizou que o segundo filho dos dois iria destronar seu pai Zeus, como havia acontecido com Cronos e com Urano, e que isso era um ciclo eterno. Zeus, com temor de que isso acontecesse, montou uma armadilha: fez uma brincadeira com Métis, no qual eles se metamorfoseavam, Métis não foi prudente e aceitou, em algum momento Métis se metamorfoseou em uma mosca e foi engolida viva por Zeus, isso não adiantaria de nada, pois depois a cabeça de Zeus cresceria assustadoramente e Atena nasceria adulta da cabeça de Zeus,fazendo assim com que a profecia não se cumprisse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A segunda esposa de Zeus foi Têmis, uma titã, deusa da justiça, as Moiras levam Têmis até Zeus para se tornar sua segunda esposa, e as Moiras profetizam que Zeus tem muito a aprender com Têmis, que é tão sábia quanto Métis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O matrimônio com Têmis acabaria e Zeus se casaria finalmente com sua irmã Hera. Apesar de casado com Hera, Zeus tinha inúmeras amantes (as paixões de Zeus). Usava dos mais diferentes artifícios de sedução, o deus assumia com frequência formas zoomórficas - cisne, touro - ou de nuvem ou chuva, em suas uniões com mortais, que deram origem a uma estirpe ímpar de heróis, como os Dióscuros (Castor e Pólux), Héracles (Hércules) e outros que ocupam lugar central nos ciclos lendários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: yellow; font-size: medium;"&gt;Poderes e atributos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De acordo com a crença dos gregos antigos, Zeus ficava no Monte Olimpo governando tudo o que acontecia na Terra. Era considerado também o deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;div align="justify" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;fonte:&lt;a href="http://www.mitologiasemisterios.blogspot.com/2010/11/zeus.html"&gt; mitologias e mistérios&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3975079921329048286?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3975079921329048286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/quem-foi-zeus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3975079921329048286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3975079921329048286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/quem-foi-zeus.html' title='Quem foi Zeus?'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Xw04204GpOc/Tpg8wodtaXI/AAAAAAAAAaw/IkGIzuCGYmY/s72-c/image_thumb.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3113113464798186131</id><published>2011-10-12T09:03:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T09:03:08.197-03:00</updated><title type='text'>Rei Arthur: mito ou verdade?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-e3qT-D6zCC8/TpWAgso0MNI/AAAAAAAAAao/ohmbROj8djI/s1600/cavaleiro+tavula+redonda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-e3qT-D6zCC8/TpWAgso0MNI/AAAAAAAAAao/ohmbROj8djI/s400/cavaleiro+tavula+redonda.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No período medieval, as agitações causadas pela inserção dos bárbaros pela Europa foram responsáveis pela deflagração de vários conflitos que se mostram ligados ao próprio processo de feudalização do Velho Mundo. Foi na medida em que essas transformações aconteciam que a lenda do rei Artur apareceu na Bretanha e se estendeu ao longo do tempo, motivando, até mesmo, a realização de grandes produções cinematográficas que alimentam esse antigo mito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Historicamente, as narrativas sobre o rei Artur refletem a demanda em se consolidar a figura de um herói que conseguiu defender o seu território contra as invasões estrangeiras. Talvez, caso tenha algum sustentáculo nos fatos historicamente vividos, a lenda arturiana se assente na figura de algum guerreiro que participou nas lutas que marcaram a entrada dos saxões na Bretanha. Com o passar do tempo, as aptidões e feitos desse guerreiro determinaram um relicário de objetos e lugares ligados a essa tradição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século XII, o historiador Geoffroy de Monmouth empreendeu a confecção de uma obra que contava todo o passado dos reis da Bretanha. Nesse livro, intitulado “História dos reis da Bretanha”, vemos que a lenda do rei Artur ganha reforço. Em determinada passagem, o nascimento do sagrado rei é colocado como fruto de uma artimanha realizada pelo rei Uther e o mago Merlin, que disfarçou o monarca para que então tomasse a duquesa Ygerne.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de toda a fantasia que cerca o relato, várias expedições foram organizadas para que alguma relíquia do rei Artur fosse encontrada nos locais que se ligam à sua lenda. No ano de 1191, por exemplo, o rei Ricardo Coração de Leão anunciou a descoberta da tumba do rei Arthur, na abadia de Glastonbury, onde foi encontrada a legendária Excalibur, a espada de poderes mágicos que auxiliou o rei Artur a vencer diversas das batalhas que fortaleciam a sua inalcançável glória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A suposta descoberta tinha o interesse político de apenas alavancar o governo do monarca do século XII. Ainda assim, outras escavações em solo britânico avivavam a possibilidade de concretização do mito. Diversas missões exploratórias dirigidas até a península de Tintagel buscavam a presença de vestígios do lugar onde supostamente o rei Artur deveria ter nascido. Ao longo desse tempo, foram apenas encontrados vestígios da construção de um castelo do século XIII.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em trabalhos arqueológicos mais recentes foram encontrados artefatos de um complexo de palácios que foram construídos entre o século V e VI, a mesma época que o rei teria vivido. Nessa mesma época, uma placa de pedra contendo um nome semelhante ao de Artur também foi examinada por diferentes especialistas. Ao fim das pesquisas, nenhuma das respostas conseguiu concluir firmemente sobre a existência de indícios que tornassem o rei Artur em um dado concreto do passado Bretão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: &lt;a href="http://yourspaceone.blogspot.com/2011/10/rei-artur-mito-ou-verdade.html"&gt;yourspaceone&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3113113464798186131?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3113113464798186131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/rei-arthur-mito-ou-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3113113464798186131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3113113464798186131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/rei-arthur-mito-ou-verdade.html' title='Rei Arthur: mito ou verdade?'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-e3qT-D6zCC8/TpWAgso0MNI/AAAAAAAAAao/ohmbROj8djI/s72-c/cavaleiro+tavula+redonda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6907094552191089792</id><published>2011-10-10T19:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T19:20:14.572-03:00</updated><title type='text'>III Seminário Internacional Sobre Capitalismo Burocrático.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 10px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-family: Verdana; font-size: 10px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-family: Verdana; font-size: 10px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; "&gt;Acontecerá no Auditório da Universidade de Pernambuco – Campus Petrolina, de 24 a 27 de outubro próximo, o &lt;b&gt;III  Seminário Internacional Sobre Capitalismo Burocrático na Explicação do Subdesenvolvimento e do Atraso Social,&lt;/b&gt; visando consolidar o diálogo entre os diversos pesquisadores do campo das Ciências Sociais para aprofundar a compreensão da realidade social de países de capitalismo atrasado.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: center; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: center; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;img border="0" src="http://revistahistorien.com/Banner%20Almeida.gif" width="201" height="279" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; " /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-family: Verdana; font-size: 10px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; "&gt;Para os organizadores, a implantação do Capitalismo Burocrático atendeu a necessidade de exportação de capitais das grandes economias capitalistas e não da transformação radical da realidade político-econômico-social das nações subdesenvolvidas. O Capitalismo Burocrático desenvolveu-se “via reforma”, sem transformar revolucionariamente a realidade agrária das nações dominadas pelo imperialismo. Os países de Capitalismo Burocrático apresentam uma realidade onde o modo de produção se assenta em subjacentes relações semifeudais de produção, e até mesmo em relações mais anacrônicas como a escravista. Este conjunto de questões estão diretamente relacionadas com a atual realidade brasileira, mais uma vez confirmada pelo Censo Agrário do IBGE (publicado em 2009), que revela o aumento da concentração de terra  e de renda no no país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-family: Verdana; font-size: 10px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 20px; "&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-family: Verdana; font-size: 10px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; "&gt;Leia mais no nosso Portal. &lt;a href="http://revistahistorien.com/seminario-capitalismo.htm"&gt;(CLIQUE AQUI)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6907094552191089792?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6907094552191089792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/iii-seminario-internacional-sobre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6907094552191089792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6907094552191089792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/iii-seminario-internacional-sobre.html' title='III Seminário Internacional Sobre Capitalismo Burocrático.'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6576075542953044309</id><published>2011-10-10T10:32:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T10:32:07.449-03:00</updated><title type='text'>Como era a vida em um castelo medieval?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e9eef0; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PqZtNsGGVBM/TpLzf1e2sYI/AAAAAAAAAak/fSZJEjBprLc/s1600/vidafeudal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" src="http://3.bp.blogspot.com/-PqZtNsGGVBM/TpLzf1e2sYI/AAAAAAAAAak/fSZJEjBprLc/s400/vidafeudal.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Apesar de toda a imponência dessas construções, o cotidiano não era muito agradável, não. "Além de não contar com conveniências como água corrente ou aquecimento central, o dia-a-dia dos moradores era barulhento e desconfortável", diz a historiadora britânica Lise Hull, autora do livro Scotland and the Castles of Glamorgan ("A Escócia e os Castelos de Glamorgan"). Os primeiros castelos surgiram na&amp;nbsp;Europa&amp;nbsp;Ocidental ainda no século 9, construídos com terra, madeira e camadas de pedras para reforçar a estrutura contra ataques. O modelo mais conhecido, o das fortificações protegidas por muralhas e cercadas por fossos alagados, apareceu na França, no século 10. A arquitetura dos castelos era única: não havia dois iguais, mas a maioria deles partilhava características comuns, como a existência de um salão, de aposentos exclusivos para o senhor do castelo, de uma capela e de uma torre para os guardas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Para a maioria dos moradores, um dia típico começava ao nascer do Sol. Algumas camareiras dormiam no chão do quarto do senhor e de sua dama, cuja privacidade era garantida apenas por uma armação de tecidos em volta da cama. Depois de se vestirem, o senhor e sua família iam ao salão para tomar um café da manhã regado a pão e queijo, e logo seguiam para a missa diária na capela. O almoço, servido entre as 10 da manhã e o meio-dia, incluía três ou quatro pratos principais e podia ser acompanhado por apresentações de malabaristas. Durante o dia, enquanto o senhor cuidava da administração, da justiça e da coleta de impostos do feudo, sua esposa tratava da educação dos filhos e supervisionava camareiras e cozinheiras. À noite, apenas uma leve refeição - em geral, uma sopa. Alimentados, os senhores voltavam ao quarto, enquanto os servos se espalhavam pelo chão do salão ou em câmaras no interior da torre.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e9eef0; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;strong style="color: #e57201; display: block; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Bagunça feudal&lt;/strong&gt;&lt;em style="display: block; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; padding-bottom: 17px;"&gt;Fortificações de pedra eram escuras, barulhentas e tinham pouca higiene&lt;/em&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1. ALMOÇO ANIMADO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Geralmente situado no andar superior, o salão era um ambiente escuro, enfumaçado e úmido, com pequenas janelas sem vidro. Durante o dia, o local virava sala de refeições, ocasionalmente acompanhadas por espetáculos de artistas ou trovadores a que os servos também podiam assistir. À noite, o lugar se transformava em dormitório dos criados&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2. COZINHA RÚSTICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;A cozinha era afastada dos cômodos principais para evitar incêndios. No forno central de fogo aberto, a comida era cozida em caldeirões e as carnes assadas em espetos de ferro. Do lado de fora, ficavam gaiolas com aves e outros animais para o abate. O cardápio do senhores era farto em pão de boa qualidade, carne e bebidas alcoólicas, especialmente vinho e cerveja&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3. ESTOQUE CHEIO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Em alguns castelos, um cômodo construído no andar térreo servia de armazém de provisões, como trigo (usado para fazer pão) e malte (cerveja). O estoque de alimentos incluía ainda carnes conservadas por salgamento, queijos e sacas de vagens, feijões, favas e grãos moídos, como farinha&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;4. REZA DIÁRIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Localizada perto do salão principal, a capela podia ser dividida em dois andares: no piso superior ficava a família do senhor do castelo, enquanto os servos rezavam na parte de baixo. Às vezes, capelas menores eram construídas num subterrâneo do castelo. As missas aconteciam todas as manhãs&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;5. SONO REAL&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;O principal móvel do quarto do senhor e sua dama era uma grande cama de madeira, com um trançado de tiras de couro que sustentava o colchão de penas. As roupas eram guardadas em arcas ou penduradas em pinos na parede. No início do dia, o quarto era varrido pelas camareiras, enquanto os senhores lavavam o rosto em bacias com água&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;6. LÍQUIDO PRECIOSO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Era indispensável que o castelo ficasse perto de uma fonte subterrânea de água para garantir o abastecimento de toda a construção. Além do poço central, localizado no interior das muralhas, reservatórios recolhiam a água da chuva que caía no teto do castelo. Depois, o líquido seguia para os andares inferiores por encanamentos de chumbo&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;7. PRIVILÉGIO NOJENTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;Como os dois únicos banhos anuais aconteciam em tinas portáteis levadas para o quarto do senhor, o banheiro tinha só uma privada, exclusiva dos nobres - os outros precisavam se aliviar fora das muralhas ou em penicos. Mas o "troninho" não era nada higiênico: os dejetos seguiam em uma canaleta de pedra até a parede do castelo, de onde a sujeira escorria até um fosso&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;8. VISÃO SEGURA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;A maioria das fortificações contava com uma torre, feita inicialmente de madeira e mais tarde de pedra, com vários andares e formato retangular. O local, que servia como posto para os sentinelas que vigiavam as vizinhanças, era também usado como alojamento para servos e soldados, além de ser o último refúgio no caso de o castelo ser invadido&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e9eef0; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;fonte:&lt;a href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-a-vida-em-um-castelo-medieval"&gt;mundoestranho&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6576075542953044309?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6576075542953044309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/como-era-vida-em-um-castelo-medieval.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6576075542953044309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6576075542953044309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/como-era-vida-em-um-castelo-medieval.html' title='Como era a vida em um castelo medieval?'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PqZtNsGGVBM/TpLzf1e2sYI/AAAAAAAAAak/fSZJEjBprLc/s72-c/vidafeudal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8353830742232528649</id><published>2011-10-06T14:19:00.004-03:00</published><updated>2011-10-06T14:29:09.756-03:00</updated><title type='text'>Chamada de publicações prorrogada.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Boa tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A equipe Sapientia et Virtute, grupo que organiza a Revista Historien, em conjunto com o Departamento de História da UPE/Petrolina, comunica aos interessados que a chamada de publicações para a 5ª edição será prorrogada. A data final, agora, está marcada para 15/10. Lembrando que o "História em Foco" desse número versará sobre o processo de independência dos países latino-americanos. Entretanto, isso não indica que artigos e ensaios voltados para as demais temáticas da História não serão aceitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Email para contato: revista_historien@ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Confira as normas editoriais no nosso portal: &lt;a href="http://revistahistorien.com/"&gt;www.revistahistorien.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Aguardamos as colaborações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pablo Magalhães&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Coord. de Editoração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Equipe Sapientia et Virtute.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8353830742232528649?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8353830742232528649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/chamada-de-publicacoes-prorrogada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8353830742232528649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8353830742232528649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/10/chamada-de-publicacoes-prorrogada.html' title='Chamada de publicações prorrogada.'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8753336923062497557</id><published>2011-09-28T15:36:00.002-03:00</published><updated>2011-09-28T15:39:30.361-03:00</updated><title type='text'>Coleção "História do Brasil Nação: 1808-2010" é lançada em São Paulo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;O surgimento do Brasil como nação independente, tendo como pano de fundo a trajetória paralela a de outros países da América Latina, é contado com riqueza de detalhes na coleção “História do Brasil Nação: 1808-2010", lançado nesta quarta-feira pela Fundação Mapfre e pela Editora Objetiva, em São Paulo. Dirigida pela historiadora Lilia Moritz Swcharcz, a coleção integra o projeto “América Latina na História Contemporânea”, já com publicações em dez países.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Esta é a primeira vez que 26 célebres autores brasileiros atuam juntos num mesmo projeto. A ideia é transcender os círculos acadêmicos especializados para alcançar um público mais amplo. A coleção é composta por seis volumes: “Crise colonial e independência: 1808-1830” (lançado agora); “A construção nacional: 1830-1889” (com data de publicação prevista para fevereiro de 2012); “A abertura para o mundo: 1889-1930” (em junho de 2012); “Olhando para dentro: 1930-1960” (em outubro de 2012); “A busca da democracia: 1960-2010” (em março de 2013); e “Um olhar sobre o Brasil. A fotografia na construção da imagem da nação: 1833-2003” (em junho de 2013).&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/agenda/colecao-historia-do-brasil-nacao-1808-2010-e-lancado-em-sao-paulo"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8753336923062497557?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8753336923062497557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/colecao-historia-do-brasil-nacao-1808.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8753336923062497557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8753336923062497557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/colecao-historia-do-brasil-nacao-1808.html' title='Coleção &quot;História do Brasil Nação: 1808-2010&quot; é lançada em São Paulo'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4751770706910348913</id><published>2011-09-15T10:40:00.003-03:00</published><updated>2011-09-15T10:47:19.715-03:00</updated><title type='text'>Polêmica com Lobato em discussão no fHist</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4VLFrcL9Y3w/TnIBejJsZMI/AAAAAAAAACM/sJH9ad8BTLg/s1600/10526_4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 247px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4VLFrcL9Y3w/TnIBejJsZMI/AAAAAAAAACM/sJH9ad8BTLg/s320/10526_4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652582106646996162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A polêmica envolvendo releituras de clássicos da literatura, que recentemente atingiu até o escritor Monteiro Lobato, promete esquentar as discussões &lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;do Festival de História (fHist)&lt;/strong&gt;,&lt;strong style="font-weight: bold; "&gt; em Diamantina&lt;/strong&gt;, Minas Gerais, que começa no dia 7 de outubro. Uma das convidadas do evento, a escritora de livros infantis Luciana Sandroni condena as interpretações fora do contexto da época em que as obras foram escritas, mas prefere ver o lado positivo da polêmica: a oportunidade para os professores abordarem o racismo junto aos alunos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;“É um tema muito delicado, mas que precisa ser abordado. É impossível tirar os autores do contexto de um século atrás, afinal, eram as ideias vigentes na época, eles viveram aquela época. Ao retratar Tia Anastácia como uma pessoa inferior, Lobato repetia a sociedade na qual ele e todos os personagens estavam inseridos. Assim fez Machado de Assis, José de Alencar e todos os grandes escritores. O importante é aproveitar a oportunidade para contar aos alunos as agruras do nosso passado, uma vez que não podemos nos esquecer de que fomos o último país independente a fazer a abolição da escravatura”, defende Sandroni.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Vencedora do Prêmio Jabuti de 1998 por “Minhas memórias de Lobato”, Sandroni estará na mesa “Walt Disney e Monteiro Lobato: o sonho das crianças tem cor?”, marcada para as 18h do dia 10 de outubro no &lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;fHist&lt;/strong&gt;. O tema será debatido juntamente com a historiadora Márcia Regina Ciscati, doutora em História Social pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004) e professora dos cursos de licenciatura em História e Pedagogia pelas Faculdades Integradas de Guarulhos, Faculdade das Américas e Faculdade Guaianás. A mediadora será a historiadora Carmen Lúcia de Azevedo.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/polemica-de-lobato-em-discussao-na-fhist"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(111, 111, 111); line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS', Helvetica, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 13px; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4751770706910348913?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4751770706910348913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/polemica-com-lobato-em-discussao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4751770706910348913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4751770706910348913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/polemica-com-lobato-em-discussao-no.html' title='Polêmica com Lobato em discussão no fHist'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4VLFrcL9Y3w/TnIBejJsZMI/AAAAAAAAACM/sJH9ad8BTLg/s72-c/10526_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1827057018713931922</id><published>2011-09-15T10:30:00.002-03:00</published><updated>2011-09-15T10:37:03.851-03:00</updated><title type='text'>'Histórias do Brasil'</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Estão no ar os primeiros episódios da série &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/na-rhbn/passado-revisto-na-televisao" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;“Histórias do Brasil”&lt;/a&gt;, que está sendo exibida até 16 de setembro pela TV Brasil. Os micro-documentários são fruto de uma parceria entre a Revista de História e a produtora Conspiração Filmes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;São dez docudramas, com 25 minutos cada, que narram fatos ocorridos desde o primeiro contato dos índios com europeus, passando pelo cotidiano dos escravos no engenho; a cobiça pelo ouro; a guerra pelo açúcar; a Guerra do Paraguai; o Estado Novo até a construção de Brasília.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Episódios anteriores podem ser conferidos na página da&lt;a href="http://tvbrasil.org.br/historiasdobrasil/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt; TV Brasil&lt;/a&gt;. No quarto capítulo - o último disponibilizado na internet -, o mameluco Jerônimo domina os segredos da mata.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;FONTE: &lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/agenda/antes-do-brasil"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1827057018713931922?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1827057018713931922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/historias-do-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1827057018713931922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1827057018713931922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/historias-do-brasil.html' title='&apos;Histórias do Brasil&apos;'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-586905052637902921</id><published>2011-09-13T17:40:00.001-03:00</published><updated>2011-09-13T17:42:58.366-03:00</updated><title type='text'>A batalha foi ganha, não a guerra.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Tadeu Henrique&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ah7di8noJHg/Tm--bcGTziI/AAAAAAAAAZg/yRxG8Ih-ipw/s1600/289247_1957139847600_1215842860_31700387_474375_o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-ah7di8noJHg/Tm--bcGTziI/AAAAAAAAAZg/yRxG8Ih-ipw/s400/289247_1957139847600_1215842860_31700387_474375_o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A milícia estudantil da UPE campus Petrolina continua na ofensiva contra toda podridão administrativa do Estado de Pernambuco. Semana passada foram feitas mais mobilizações. No desfile de 7 de setembro, os alunos aproveitaram o ensejo para denunciar o desprezo do governador Eduardo Campos em relação ao ensino superior. No dia 9, fechando o calendário de protestos desse mês, discentes e professores fizeram uma caminhada com faixas e carro de som pela avenida São Francisco.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ontem, dia 12 , às 19:00 horas fora realizada a III Assembleia Geral Estudantil no Auditório da UPE. &amp;nbsp;Sentimentos de gratidão, insegurança e&amp;nbsp;inconformismo&amp;nbsp;pairavam naqueles&amp;nbsp;discursos&amp;nbsp;menos enérgicos, mas ainda decididos a mudarem à longo prazo o estado putredinoso da UPE.Por contraste visual, a proposta de permanecer em estado de greve e continuar com um calendário de ações fora aprovado. E como o reitor Carlos Callado homologou o convite de docentes temporários que já assinaram contrato nessa última quinta-feira, as aulas voltam ao "normal" a partir de hoje (13/09). Apesar dessa homologação e algumas promessas da reitoria, os militantes não baixaram a guarda e continuarão na luta por professores efetivos, melhor infra-estrutura, acervo bibliotecário e papel higiênico, diga-se de passagem. Aliás, papel higiênico não falta para um homem do lastro político de Eduardo Campos, pois um homem como ele precisa de muito papel para higienizar as "cagadas" que faz na administração pública de Pernambuco. A carapaça também serve para a gestão da unidade de Petrolina que parece ser conivente com tal imoralidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O&amp;nbsp;governador&amp;nbsp;que se prepare, pois esses alunos estão dispostos a ir até Brasília, se possível, para ver mudanças. Não são vermes que se rastejam para implorar favores, pelo contrário, são soldados munidos de coragem, conhecimento e sede de justiça. E estão cansados de serem tratados como a escória da sociedade, de não receberem uma qualificação profissional digna e , pior, sentirem vergonha de estudarem nessa instituição. Agora reverbera-se o grito de Zapata: ya basta!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante desse esmero estudantil, resta parabenizar todos os alunos da UPE campus Petrolina e adverti-los de que a batalha continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fotos de Janily Carvalho, graduanda da UPE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tadeu Henrique é graduando &amp;nbsp;e membro da equipe de editoração da Revista Historien.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-586905052637902921?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/586905052637902921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/batalha-foi-ganha-nao-guerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/586905052637902921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/586905052637902921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/batalha-foi-ganha-nao-guerra.html' title='A batalha foi ganha, não a guerra.'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ah7di8noJHg/Tm--bcGTziI/AAAAAAAAAZg/yRxG8Ih-ipw/s72-c/289247_1957139847600_1215842860_31700387_474375_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-823984809917494673</id><published>2011-09-12T09:14:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T09:14:44.494-03:00</updated><title type='text'>Ponte Presidente Dutra: o auge de revolta (UPE)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Por Tadeu Henrique&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-size: 16px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-size: 16px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8T-4zydKMZM/Tm30rPS2GpI/AAAAAAAAAZc/B-d6jOSMtvQ/s1600/g_17120373.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-8T-4zydKMZM/Tm30rPS2GpI/AAAAAAAAAZc/B-d6jOSMtvQ/s400/g_17120373.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-size: 16px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dando seguimento ao calendário de mobilizações estudantis, ontem, às 12:30 do dia, alunos dos diversos cursos do campus de Petrolina, reuniram-se na Concha Acústica a fim de interditarem a Ponte Presidente Dutra como expressão de revolta ante o caos que a instituição tem vivido.   &lt;br /&gt;Liderados pelos enfrentantes dos DA e CAs, dezenas de estudantes e alguns professores portando apitos, faixas, câmeras e megafone dominaram o centro de Petrolina. O protesto começou no sinal principal da Av. Guararapes em frente da prefeitura e partiu para a Rua Antônio de Santana Filho, Av. Souza Filho, voltando para Guararapes e findando na Ponte Presidente Dutra, o auge da revolta.&lt;div&gt;A paralisação da ponte foi o ponto crítico, pois por ser horário de pico, muitos motoqueiros e motoristas que estavam indo almoçar, ficaram com os ânimos à flor da pele. O congestionamento foi colossal para os dois lados. Alguns motociclistas chegaram a jogar as motos contra os militantes que mesmo com essa violência e a presença das polícias militares da Bahia e rodoviária federal não retrocederam. O incidente durou 40 minutos e só acabou quando a TV Grande Rio chegou para cobrir o evento que também foi transmitido em Recife pelo NE TV 2ª edição. Um vitória impactante para os alunos que queriam o apoio da mídia.&lt;br /&gt;Para alguns esse ato foi radical, mas deve-se entender que somente atitudes radicais conseguem mexer com as estruturas engessadas do Estado. No entanto, um movimento dessa envergadura não pode ser feito de qualquer jeito, sem discernir os possíveis impasses com a sociedade, que no caso deve ser aliada e não inimiga. Claro que esse ato não foi realizado de forma leviana, teve toda uma preparação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fotos enviadas por Socorro Oliveira, da equipe de Revisão da Revista Historien, tiradas pelos membros do CA de História da UPE Petrolina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tadeu Henrique é membro da equipe de Editoração da Revista Historien e graduando na UPE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-823984809917494673?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/823984809917494673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/ponte-presidente-dutra-o-auge-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/823984809917494673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/823984809917494673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/ponte-presidente-dutra-o-auge-de.html' title='Ponte Presidente Dutra: o auge de revolta (UPE)'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8T-4zydKMZM/Tm30rPS2GpI/AAAAAAAAAZc/B-d6jOSMtvQ/s72-c/g_17120373.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-5063893320422484647</id><published>2011-09-11T22:27:00.002-03:00</published><updated>2011-09-11T22:50:32.320-03:00</updated><title type='text'>Entrevista transcrita da aluna da UPE na Rádio Jornal (parte I)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xQce2eV3ZlY/Tm1f1LFpgVI/AAAAAAAAAZU/cM5nyTjCrB0/s1600/304416_1968010319355_1215842860_31707290_1122657973_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-xQce2eV3ZlY/Tm1f1LFpgVI/AAAAAAAAAZU/cM5nyTjCrB0/s400/304416_1968010319355_1215842860_31707290_1122657973_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repórter: [...] Vocês percebem que a sociedade também tem se tornado mais consciente com relação ao problema que vocês enfrentam, e têm aderido a essa luta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMILA: Sim, até porque é da Universidade de Pernambuco que saem os profissionais da educação que a gente tem aqui no nosso estado e nos outros estados. Profissionais de saúde, Né? Os enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas...Então a gente tá querendo mostrar pra sociedade que a universidade hoje, ela passa por problemas que não só “atrasa” a gente, e sim a todos. Porque, qual profissional de educação que vai sair dessa universidade, na qual a gente não tem um nível excelente, Né? O nível que a gente pretende dentro da universidade em si. Agora mesmo, a gente está... Tem curso que “tá” com mais de 50% das disciplinas sem professores e daí por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta laboratório pro curso de saúde, faltam laboratórios até pros cursos de licenciatura [trecho inaudível]. Então a gente pretende mostrar pra sociedade que não é um problema somente nosso, não é problema só dos estudantes, e sim de todo o povo; porque afeta, como eu disse a sociedade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REPÓRTER: [...] Os alunos reivindicam não somente essa questão de ter os professores efetivamente dentro da sala de aula, mas sobretudo, a infra-estrutura das licenciaturas, dos cursos que são colocados...Da infra estrutura como um todo, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMILA: Isso, e os cursos de Saúde também, né? Porque a universidade hoje, ela vem abrindo cursos em todas as áreas. O problema do governo é interiorizar a educação, mas que educação é essa? É isso que a gente questiona também [trecho inaudível].&lt;br /&gt;Abrem-se cursos, não tem professores, não tem estrutura, não tem laboratórios... Então acaba que a universidade, ela hoje passa por problemas que vêm se agravando há muito tempo. [...] Dez cursos dentro da nossa unidade e dentro desses dez cursos a gente só tem 98 professores. O governo do estado, ele abriu uma seleção simplificada para garantir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Obs.: fotos de Janily Carvalho, graduanda da UPE.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Transcrição de Socorro Fonseca, graduanda e membro da Revista Historien.(UPE)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-5063893320422484647?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/5063893320422484647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/entrevista-transcrita-da-aluna-da-upe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5063893320422484647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5063893320422484647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/entrevista-transcrita-da-aluna-da-upe.html' title='Entrevista transcrita da aluna da UPE na Rádio Jornal (parte I)'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xQce2eV3ZlY/Tm1f1LFpgVI/AAAAAAAAAZU/cM5nyTjCrB0/s72-c/304416_1968010319355_1215842860_31707290_1122657973_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3622875134720041528</id><published>2011-09-10T20:17:00.003-03:00</published><updated>2011-09-10T20:23:58.264-03:00</updated><title type='text'>Documentos em perigo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(238, 217, 144); "&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span class="font-size-3" style="line-height: 19px; "&gt;Recomendação do Conselho Nacional de Justiça de como eliminar documentos do Poder Judiciário é criticado por professor de história e se torna um dos assuntos mais debatidos entre os historiadores neste início de setembro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span style="line-height: 19px; "&gt;Nesta segunda semana de setembro, historiadores e entidades de história, sobretudo a Associação Nacional de História (ANPUH), se manifestaram a respeito da recomendação do Conselho Nacional de Justiça relativa à eliminação de processos judiciais, importantes fontes da pesquisa histórica. O professor Fernando Teixeira da Silva, do departamento de história da UNICAMP, produziu um texto no qual deixa claro o seu temor diante da política proposta pelo CNJ, a qual poderia acarretar graves danos ao patrimônio documental brasileiro. Ciente da importância desta discussão, o Café História reproduz o texto do professor Fernando Teixeira da Silva. Ao final do texto, deixe seu comentário e participe desta importante discussão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px; background-color: rgb(238, 217, 144); "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="font-size-4" style="line-height: 1.2 !important; " &gt;Mais do mesmo: “Recomendações” do Conselho Nacional de Justiça de como eliminar documentos do Poder Judiciário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(238, 217, 144); "&gt;&lt;p class="p1" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span style="line-height: 19px; "&gt;Infelizmente, estamos diante de mais uma investida contra a memória e a história do Poder Judiciário e do País como um todo. Outra vez, sob a sombra de normas legais e sob o comando da própria Justiça, um crime contra a História e a Cidadania está sendo cometido. As altas esferas da República insistem em produzir documentos com o objetivo de eliminar parte significativa do nosso patrimônio histórico. Sem qualquer apelo aqui a teorias conspiratórias, eles expressam uma política cuidadosamente orquestrada para impor práticas de gestão documental que ferem nosso direito constitucional à memória, à informação e à pesquisa. No ano passado, conforme foi noticiado pela ANPUH, enfrentamos a proposta do artigo 967 do projeto de lei 166, referente ao novo Código de Processo Civil brasileiro, que colocava seriamente em risco a preservação dos processos judiciais. Graças à mobilização de historiadores, jornalistas, juristas e políticos, que contaram com o apoio e a participação da ANPUH, o artigo foi retirado do projeto quando de sua votação no Senado. Temporariamente aliviados, mas em permanente vigília, somos agora surpreendidos com a Recomendação n. 37 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada muito recentemente no Diário de Justiça n. 152 (17/08/2011, p. 3-6), “recomendando” a todos os tribunais do país a observância das normas do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (PRONAME). O documento pode ser lido na íntegra em anexo, mas gostaríamos de chamar a atenção para alguns pontos cruciais, que passamos a enumerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Embora se auto-intitule “recomendação”, o documento, assinado pelo ministro Cezar Peluso, dá ao Comitê do PRONAME, coordenado pelo Secretário Geral do CNJ, a atribuição de “acompanhar a aplicação da presente Recomendação” (grifo nosso). “Recomendação”, segundo os melhores dicionários, pode significar tanto “aviso” quanto “advertência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; O CNJ arroga para si “a competência e o dever inerente dos órgãos do Poder Judiciário Federal de proceder à gestão de documentos produzidos em razão do exercício das suas funções, (...) bem como de preservar os documentos e facultar o acesso aos documentos àqueles sob a sua guarda”. Com isso, o Conselho ignora por completo o poder superior do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) na política de gestão dos documentos da administração pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Nos “considerandos” da Recomendação, não há qualquer menção à eliminação documental. Ao contrário, invoca a Lei n. 9.065, de fevereiro de 1988, que “tipifica a destruição de arquivos como crime contra o patrimônio cultural”. Quando “resolve recomendar”, porém, o documento entoa os mantras da “Tabela de Temporalidade”, da “Eliminação dos Autos Findos”, da “Amostra Estatística Representativa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; A quem cabem tão solenes tarefas? Serão constituídas “unidades de gestão documental e de comissões de avaliação documental nas instituições do Poder Judiciário”, sob o comando do PRONAME, formado por “representantes de todos os segmentos do Poder Judiciário”. Ora, mais uma vez, o CNJ atropela o CONARQ, que tem o poder de instituir e regulamentar o funcionamento de Comissões Permanentes de Avaliação, compostas por historiadores, arquivistas, magistrados, entre outros profissionais. Mas tudo o que encontramos a respeito é: “recomenda-se que as Comissões Permanentes [do PRONAME] sejam compostas, no mínimo, pelos seguintes técnicos: servidor responsável pela unidade de gestão documental, bacharel em Arquivologia, bacharel em História, bacharel em Direito”. Em outros termos, o que é uma determinação do CONARQ torna-se, no documento do CNJ, mera “recomendação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5)&lt;/strong&gt; Não há espaço, ao menos neste texto para o Boletim da ANPUH, para entrarmos na discussão sobre os vários problemas que envolvem terminologias como “valor histórico dos documentos”, “amostra representativa do universo documental” para efeitos de guarda, e “desentranhamento das peças dos processos judiciais”. Basta, por agora, assinalar que todas essas modalidades de eliminação, presentes na Recomendação, não são recomendáveis por qualquer historiador que tenha, no mínimo, respeito pelo próprio ofício. Em breves palavras, tais critérios ou são subjetivos (como definir o que é ou não histórico?), ou amputam irreversivelmente os documentos (no caso de preservação apenas de determinadas peças processuais, como sentenças e acórdãos) ou, de acordo com o método da amostragem “cientificamente orientada”, colocam em risco o “documento excepcional”, aquele que não é representativo de algo e constitui uma via rara de acesso a fenômenos e significados de extrema relevância para esse ou aquele aspecto da experiência histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros pontos poderiam ser destacados aqui, mas queremos assinalar que, por trás do que poderia parecer uma simples “recomendação” do CNJ, residem orientações de eliminação documental que estão sendo aplicadas, sob o amparo da lei e de autoridades públicas, que se arvoram depositários exclusivos da memória do Judiciário, decidindo sobre a vida e a morte de milhões de documentos. Não há aqui qualquer exagero ou veleidade retórica da nossa parte. O exagero fica por conta do próprio Judiciário, que promove a destruição em massa de processos da Justiça do Trabalho. O melhor exemplo é a Tabela de Temporalidade de Documentos Unificada da Justiça do Trabalho, “que serviu de subsídio à elaboração da Recomendação”. Como já vai longo este texto, deixamos ao leitor tirar suas próprias conclusões sobre a tabela em anexo que sujeita à eliminação os autos findos após cinco anos que tratem, por exemplo, do trabalho com proteção especial (deficientes físicos, menores e mulheres), da duração da jornada de trabalho, do direito sindical, da remuneração e verbas indenizatórias, das demissões por justa causa, das indenizações por assédio sexual e da terceirização. Recomendamos enfaticamente essa leitura, pois a enumeração que acabamos de fazer é uma amostra ínfima dos horrores que se pretende perpetrar contra a memória da Justiça do Trabalho, cujos processos têm sido eliminados aos milhões, sob a proteção da Lei n. 7.627, de 10 de novembro de 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, é bom lembrar que, ao contrário do CNJ, a ANPUH está à frente dos esforços destinados a tratar o assunto como parte de uma legislação especial, a ser discutida e elaborada no âmbito do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), com a participação mais efetiva de historiadores, entre outros profissionais. Com tal propósito é que concitamos os colegas a se engajarem nessa luta em defesa de um projeto de lei destinado à preservação – e não à eliminação – da memória e da história do Judiciário.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Fernando Teixeira da Silva Professor do Departamento de História da UNICAMP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span style="line-height: 19px; "&gt;A ANPUH sugere aos colegas que não concordam com a medida do CNH que repliquem o documento entre colegas e, na medida do possível, manifestem-se formalmente contra a recomendação ao &lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm" target="_blank" style="text-decoration: none; "&gt;CONARQ&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="http://portal.mj.gov.br/main.asp?View={BD4A3588-564B-453A-A843-67ADC17CE8B4}" target="_blank" style="text-decoration: none; "&gt;Ministério da Justiça&lt;/a&gt; e ao &lt;a href="http://www.cnj.jus.br/ouvidoria-page" target="_blank" style="text-decoration: none; "&gt;CNJ&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span style="line-height: 19px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.4em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: inherit; "&gt;&lt;span style="line-height: 19px; "&gt;Fonte: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/documentosemperigo"&gt;Café História&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3622875134720041528?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3622875134720041528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/documentos-em-perigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3622875134720041528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3622875134720041528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/documentos-em-perigo.html' title='Documentos em perigo'/><author><name>Dielson Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593006657905995021</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-884256830435416204</id><published>2011-09-08T09:44:00.003-03:00</published><updated>2011-09-08T09:53:39.135-03:00</updated><title type='text'>Descoberta escola de gladiadores perto de Viena</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hLNCbXC4i8U/Tmi6ODsi6kI/AAAAAAAAACE/vmeD7eGZfLI/s1600/9pznx7i5j21x767mmzfvkcn9h.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hLNCbXC4i8U/Tmi6ODsi6kI/AAAAAAAAACE/vmeD7eGZfLI/s320/9pznx7i5j21x767mmzfvkcn9h.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649970483209366082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;O parque arqueológico do sítio romano de Carnuntum, perto de Viena saudou, nesta segunda-feira (5), a descoberta das ruínas de uma escola de gladiadores, há uma semana, em sua área.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;"Por sua inteireza e dimensão, é um acontecimento arqueológico sensacional...", declarou o parque, em comunicado. As escavações indicam que o local - onde treinavam entre 40 e 60 gladiadores - datado de 1.700 anos, representa a parte maior das ruínas já descobertas em Carnuntum. Sua superfície total é de 11.000 m&lt;sup style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;2&lt;/sup&gt;, incluindo 2.800 m&lt;sup style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;2&lt;/sup&gt; de um pátio central.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Os melhores gladiadores poderiam tornar-se verdadeiros astros, contou o diretor do parque arqueológico, Franz Humer. Mas astros efêmeros: "sua expectativa de vida não ultrapassava, em geral, quatro ou cinco combates", destacou, durante entrevista à imprensa.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FONTE: &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/descoberta+escola+de+gladiadores+perto+de+viena/n1597195403148.html"&gt;ultimosegundo.ig&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-884256830435416204?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/884256830435416204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/descoberta-escola-de-gladiadores-perto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/884256830435416204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/884256830435416204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/descoberta-escola-de-gladiadores-perto.html' title='Descoberta escola de gladiadores perto de Viena'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hLNCbXC4i8U/Tmi6ODsi6kI/AAAAAAAAACE/vmeD7eGZfLI/s72-c/9pznx7i5j21x767mmzfvkcn9h.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6264280325786552585</id><published>2011-09-07T13:33:00.004-03:00</published><updated>2011-09-07T18:50:22.075-03:00</updated><title type='text'>O movimento na UPE : milicianos x governo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Tadeu Henrique&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qzTYQ_SBOjE/TmebJ4MS82I/AAAAAAAAAZA/EIQLJ9KwJ7k/s1600/315573_118463378254794_100002733973206_85787_5457208_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-qzTYQ_SBOjE/TmebJ4MS82I/AAAAAAAAAZA/EIQLJ9KwJ7k/s400/315573_118463378254794_100002733973206_85787_5457208_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indubitavelmente, a Universidade de Pernambuco campus Petrolina tem vivido lapsos daqueles tempos de ouro do Movimento Estudantil da década de 1960. Aquele espírito revolucionário e inconformado com as mazelas estruturais da instituição tem sido uma força motriz na participação da grande maioria dos lesados(discentes) da UPE, que chegou ao fundo do poço e não pode mais conter essa voz.&lt;br /&gt;No dia 5 de setembro(segunda-feira), às 18:40, fora realizada no auditório da UPE a II Assembleia Geral estudantil com a participação de centenas de alunos e alguns do membros do corpo docente.Não tão agitada como a primeira, mas insistente em sua essência, a assembleia buscou &amp;nbsp;tratar do&amp;nbsp;inevitável&amp;nbsp;dilema que animava muitos milicianos e atemorizava outros: paralisação ou greve na UPE? No mesmo dia houve uma reunião com professores e líderes estudantis na reitoria de Recife também para abordar o assunto. Em Recife, o reitor Carlos Calado disse que estaria homologando o concurso para seleção simplificada hoje(05/09). Garantiu também que o concurso para preenchimento de quadro efetivo sairá em seis meses.&lt;br /&gt;Mas como o Srº Calado tem feito jus ao seu sobrenome em seus vários anos de gestão na UPE, os alunos em seus discursos mantiveram uma postura de descrença em todas as promessas da reitoria. Na reunião estudantil, uma proposta foi aprovada: interditar a ponte presidente dutra(06/09); mobilizar no grito dos excluídos(07/09) e parar a Avenida São Francisco (09/09). Apesar de haver uma resistência por parte de outros discentes o movimento está se fortalecendo e caminhando para uma coesão, construindo uma ação madura e segura em suas proposições. Um líder acadêmico da UNIVASF firmou uma aliança de apoio na causa. Artigos e vídeos estão sendo criados pelos próprios alunos e postados pela imprensa da região. De fato, o que está acontecendo naqueles corredores e salas está se tornando incontrolável. Espera-se uma resposta concreta e favorável do governo de Pernambuco, não meras promessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Obs.: fotos de Luann di Souza, graduando da UPE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tadeu Henrique é graduando e membro da equipe de editoração da Revista Historien&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6264280325786552585?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6264280325786552585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/revolucao-na-upe-milicianos-x-governo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6264280325786552585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6264280325786552585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/revolucao-na-upe-milicianos-x-governo.html' title='O movimento na UPE : milicianos x governo'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qzTYQ_SBOjE/TmebJ4MS82I/AAAAAAAAAZA/EIQLJ9KwJ7k/s72-c/315573_118463378254794_100002733973206_85787_5457208_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1209442788228740132</id><published>2011-09-06T08:48:00.001-03:00</published><updated>2011-09-07T01:08:33.849-03:00</updated><title type='text'>Trailer do documentário sobre o Caos na UPE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" src="http://1.gvt0.com/vi/lopqr5ntrsE/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lopqr5ntrsE&amp;amp;fs=1&amp;amp;source=uds"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/lopqr5ntrsE&amp;amp;fs=1&amp;amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1209442788228740132?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1209442788228740132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/trailler-do-documentario-sobre-o-caos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1209442788228740132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1209442788228740132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/trailler-do-documentario-sobre-o-caos.html' title='Trailer do documentário sobre o Caos na UPE'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-9110374212923349781</id><published>2011-09-04T21:57:00.000-03:00</published><updated>2011-09-04T21:57:45.354-03:00</updated><title type='text'>O CAOS LEGÍTIMO NA UPE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Por Tadeu Henrique&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9jhgQfs9stA/TmQbe4PCBJI/AAAAAAAAAY4/dlIrfmMMnhI/s1600/305008_118040394962645_100002700540247_85268_8333026_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-9jhgQfs9stA/TmQbe4PCBJI/AAAAAAAAAY4/dlIrfmMMnhI/s320/305008_118040394962645_100002700540247_85268_8333026_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #341010; font-family: Verdana; font-size: 9pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Universidade de Pernambuco campus Petrolina tem vivido momentos agitados nesses últimos dias. E isso graças a um problema que tem se perpetuado desde sua fundação: a falta de professores no quadro. Entre as várias necessidades da Instituição, esse é o ponto nevrálgico da coisa. Os cursos mais prejudicados são os de Licenciatura. O curso de Geografia, por exemplo, é o mais caótico no momento, pois está funcionando com apenas 43,75% das disciplinas. O 8º período está sem aula e sem orientador e conta apenas com quatro professores. Letras e Pedagogia funcionam, se é que essa é a palavra mais apropriada, com cerca de 50% das disciplinas ofertadas. Um verdadeiro caos. Aliás, essa tem sido a palavra mais usada pelos discentes e docentes para definir a triste realidade da UPE.   No dia 29 de Agosto, o Centro Acadêmico de História reuniu todo o departamento de História para tratar o problema. Foi proposto e aprovado por unanimidade que os estudantes de História fariam paralisação seguida de greve. Na mesma reunião foi instituída uma comissão para acompanhar  o graduando Tadeu Henrique que na mesma semana fora convocado pelo Ministério Público para esclarecer um denúncia contra a UPE feita no ano passado pela falta de professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 31 de Agosto às 10:00 horas da manhã, o denunciante, a líder do CA e mais dois alunos se dirigiram à 3ª promotoria de Petrolina e fizeram uma exposição de todo o descaso  da UPE para  a promotora Dr.ª Ana Rúbia que, chocada com o relato, chegou a dizer que “a UPE era uma piada”. Ela prometeu ajudar no que fosse possível, mas precisava de algo propositivo para mostrar ao juiz e solicitou um documento que oferecesse objetivos claros dos estudantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a promotora, o Governo do Estado de Pernambuco emitiu uma nota dizendo que já tinha feito uma seleção simplificada no início do mês de Agosto, só que quase metade das 27 vagas oferecidas não foram preenchidas. E mesmo que houvesse outro processo seletivo, a burocracia do Estado não permitiria a contratação de professores até o fim do ano. À tarde(17:00h), líderes do DA, DCE   e  CA's reuniram todos os cursos no auditório da Universidade para discutirem a problemática e com maioria absoluta dos votos, decidiram pela paralisação e greve, se não houvesse resposta do governador Eduardo Campos. À noite (19:00h), outra Assembléia Geral estudantil fora realizada. Concomitantemente, todos os professores do sindicato (ADUPE), mais de 50, estavam reunidos na biblioteca da faculdade. O auditório estava quase lotado, o clima era de ansiedade. Não parecia nem de longe aquela UPE de alunos reservados e apáticos, a cada orador uma vibração tomava conta do ambiente.  Moças e rapazes subiam e dissertavam apaixonadamente com tamanha intrepidez, e até mesmo com raiva, os prós e os contras de uma greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso informações iam e vinham da biblioteca onde os professores debatiam o estado caótico e ao mesmo tempo revolucionário da UPE. Alguns professores chegaram a confessar que aquele momento que estavam vivendo era ímpar na história da instituição. No final, uma informação veio da biblioteca que mexeu com os ânimos de todos: mais de quarenta professores apoiariam a decisão dos estudantes. Foram palmas, gritos, assobios desenfreados, o frenesi foi viral. E com maioria absoluta, foi aprovada a paralisação de 48 horas com uma segunda assembléia marcada para dia 05 de setembro a fim de construir ou decidir,definitivamente, a greve geral. O caos não somente se instaurou, mas agora está sendo operado pelos próprios alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS.: Fotos enviadas pelo Prof. Moisés Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tadeu Henrique é membro da equipe de Editoração da Revista Historien e graduando na UPE).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-9110374212923349781?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/9110374212923349781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/o-caos-legitimo-na-upe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/9110374212923349781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/9110374212923349781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/o-caos-legitimo-na-upe.html' title='O CAOS LEGÍTIMO NA UPE'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-9jhgQfs9stA/TmQbe4PCBJI/AAAAAAAAAY4/dlIrfmMMnhI/s72-c/305008_118040394962645_100002700540247_85268_8333026_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6895564825714070273</id><published>2011-09-01T15:05:00.003-03:00</published><updated>2011-09-01T15:16:02.431-03:00</updated><title type='text'>A Líbia de Kaddafi</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--RzxfoByQHk/Tl_KiX8tkyI/AAAAAAAAAB8/omKKSOLOMhg/s1600/libia_1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 224px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/--RzxfoByQHk/Tl_KiX8tkyI/AAAAAAAAAB8/omKKSOLOMhg/s320/libia_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647455149638914850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;por Osvaldo Coggiola&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A recente revolta política na Líbia chamou a atenção do mundo para a trajetória desse país petroleiro situado no norte da África. Depois de 42 anos de governo pessoal do coronel Muammar al-Kaddafi, o espírito da resistência popular revelou uma história mais rica e complexa do que a apresentada pela grande mídia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante boa parte de sua história, a Líbia foi habitada por povos árabes e nômades berberes, mas a ocupação se restringiu à costa e aos oásis onde esses grupos se estabeleceram. Os cartagineses, herdeiros das colônias fenícias, fundaram uma província na Tripolitânia, zona onde hoje fica a capital do país, e, no século I a.C., o Império Romano se impôs em toda a região.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o colapso do poder dos césares, Trípoli se tornou um cruzamento de rotas comerciais, abrigo de piratas e mercadores de escravos. A região permaneceu assim até o início da Idade Moderna, quando foi incorporada ao Império Otomano pelo sultão Solimão I, o Magnífico, em 1551.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o tempo, porém, a Líbia foi adquirindo maior autonomia e passou a pertencer apenas formalmente ao império. Esse processo foi impulsionado pela dinastia Karamanli, fundada em 1711, que unificou as três regiões que formariam a Líbia moderna: Cirenaica a leste, Tripolitânia a oeste e Fezã a sudoeste. Esse período de relativa autonomia, no entanto, terminou em 1835, quando o Império Otomano retomou o controle do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1911, sob o pretexto de defender seus colonos estabelecidos na Tripolitânia, a Itália declarou guerra à Turquia e invadiu a Líbia. Na Cirenaica, uma seita islâmica chamada sanusi liderou a resistência contra os europeus. A Turquia renunciou a seus direitos sobre aquele território em favor da Itália por meio do Tratado de Lausanne, em 1912. Em 1914, todo o país estava ocupado pelos italianos.&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; "&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; "&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;FONTE: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/a_libia_de_kaddafi.html"&gt;historiaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;table width="230" border="0" align="right" cellpadding="1" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="10" rowspan="3" align="right" class="img-credito" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="right" class="img-credito" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" colspan="2" align="right" class="img-credito" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;img src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6895564825714070273?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6895564825714070273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/libia-de-kaddafi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6895564825714070273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6895564825714070273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/09/libia-de-kaddafi.html' title='A Líbia de Kaddafi'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--RzxfoByQHk/Tl_KiX8tkyI/AAAAAAAAAB8/omKKSOLOMhg/s72-c/libia_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-7356549941671874286</id><published>2011-08-27T10:15:00.001-03:00</published><updated>2011-08-27T10:15:53.532-03:00</updated><title type='text'>O maior serial killer da história</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2YphNpwxoV4/TljrXikkSlI/AAAAAAAAAYc/blf6hNdtGhU/s1600/2_4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-2YphNpwxoV4/TljrXikkSlI/AAAAAAAAAYc/blf6hNdtGhU/s400/2_4.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border: none; margin-left: 46.8pt; margin-right: 46.8pt; mso-border-bottom-alt: solid #4F81BD .5pt; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 4.0pt 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoIntenseQuote" style="margin-bottom: 14.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 10.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O maior assassino do mundo e da história respondia ao nome de Thug Behram. Um indiano que estrangulou 931 pessoas entre 1790 e 1830. Behram era seguidor do sikhismo ou sijismo, uma religião hindu seguida por 23 milhões de pessoas no mundo que se desenvolveu durante o conflito entre o islã e o hinduísmo e que combina o monoteísmo muçulmano com tradição indiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele preferencialmente assassinava sua vítimas com o "rumal" um lenço cerimonial branco e amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro método de asfixia usada pelo indiano era o uso de um laço de seda com uma peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido as boleadeiras dos gaúchos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, Behram não atuava só, senão que muitas vezes saía com seu séquito de capangas, um bando entre 30 e 50 homens apelidados de os "Thugee", uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas que hoje em dia "thug" é sinônimo de delinqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando finalmente as forças Britânicas capturaram o assassino na Índia, Thug proclamou com muito orgulho suas matanças, ainda que não recordava o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. Thug Behram é considerado o maior serial killer não militar da história e dificilmente alguém tome dele este posto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-7356549941671874286?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/7356549941671874286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/um-dos-maiores-serial-killer-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7356549941671874286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7356549941671874286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/um-dos-maiores-serial-killer-da.html' title='O maior serial killer da história'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-2YphNpwxoV4/TljrXikkSlI/AAAAAAAAAYc/blf6hNdtGhU/s72-c/2_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2679421867719993444</id><published>2011-08-24T11:23:00.000-03:00</published><updated>2011-08-24T11:23:27.943-03:00</updated><title type='text'>Jornal homossexual na ditadura militar</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8ssdEBQsdns/TlUBDJUISVI/AAAAAAAAAYU/XrKgSe49IXU/s1600/lampiao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="337" src="http://4.bp.blogspot.com/-8ssdEBQsdns/TlUBDJUISVI/AAAAAAAAAYU/XrKgSe49IXU/s400/lampiao.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: red; color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Lampião da Esquina[1] foi um jornal homossexual brasileiro que circulou durante os anos de 1978 e 1981. Nasceu dentro do contexto de imprensa alternativa na época da abertura política de 1970, durante o abrandamento de anos de censura promovida pelo Golpe Militar de 1964.A publicação representou uma classe que não possuía voz na sociedade, mostrando-se importante para a construção de uma identidade nacional pluralista.O subsidio para a circulação veio por meio da criação de uma editora também chamada de Lampião e de colaboradores que doaram algumas quantias em moeda. No total teve 38 edições, incluindo o número zero. Inicialmente, cada edição, teve uma circulação aproximada de 10 a 15 mil exemplares em todo o país.Em formato tablóide o jornal tinha editorias fixas como “Cartas na Mesa”, onde as cartas dos leitores eram publicadas e respondidas, “Esquina” onde eram reunidas notícias, “Reportagem”, onde sempre a matéria de capa estava localizada, e a partir do número cinco a coluna “Bixórdia”. Além dessas sempre havia espaço para informações culturais, como indicações de livros, exposições, shows e filmes; e também para entrevistas. A produção do conteúdo era feita pelos conselheiros editoriais e por convidados que variavam a cada edição. O jornal inicialmente estava mais preocupado em retirar o “gay” da margem social, abrindo o discurso às minorias. Já em sua fase final o jornal se adapta ao gueto e torna-se mais ousado, contendo até mesmo ensaios sensuais e abordando temas mais polêmicos do que fazia em sua fase inicial .&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.grupodignidade.org.br/blog/?page_id=53" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img height="200" src="http://i.imgur.com/1FumU.png" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="display: inline !important;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="display: inline !important;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2679421867719993444?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2679421867719993444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/jornal-homossexual-na-ditadura-militar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2679421867719993444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2679421867719993444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/jornal-homossexual-na-ditadura-militar.html' title='Jornal homossexual na ditadura militar'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8ssdEBQsdns/TlUBDJUISVI/AAAAAAAAAYU/XrKgSe49IXU/s72-c/lampiao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-8382518966845510780</id><published>2011-08-24T00:10:00.002-03:00</published><updated>2011-09-02T22:32:08.308-03:00</updated><title type='text'>Chamada de publicações</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 15px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; text-align: justify; "&gt;&lt;span&gt;A Revista Historien, publicação do Grupo "Sapientia et Virtute" e do Departamento de História da Universidade de Pernambuco, Campus de Petrolina, torna pública a sua&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;b style="line-height: 17px; font-weight: bold; "&gt;CHAMADA DE COLABORAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;para o volume 5 referente ao segundo semestre de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt;A Revista Historien é um periódico semestral que tem como objetivo publicar pesquisas inéditas, de reconhecido rigor teórico, relevância intelectual e científica na área de História e Ciências Humanas. Além da publicação de artigos em torno de um dossiê temático, previamente estabelecido, este periódico dispõe de uma seção de artigos, de espaço para publicação de resenhas, perfis de personagens históricos e uma área para reflexão sobre adaptações cinematográficas de fatos históricos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; "&gt;&lt;span&gt;TEMA:&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;b style="line-height: 17px; font-weight: bold; "&gt;O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DAS NAÇÕES LATINO-AMERICANAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt;Data limite para colaborações: 03 de outubro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; "&gt;&lt;span&gt;Os trabalhos deverão ser enviados eletronicamente para o endereço:&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:revista_historien@ig.com.br" style="line-height: 12px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span&gt;revista_historien@ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; "&gt;&lt;span&gt;Normas para publicação: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 17px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://revistahistorien.com/NORMAS%20EDITORIAIS%20GERAIS.pdf"&gt;http://revistahistorien.com/NORMAS%20EDITORIAIS%20GERAIS.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-8382518966845510780?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/8382518966845510780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/chamada-de-publicacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8382518966845510780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/8382518966845510780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/chamada-de-publicacoes.html' title='Chamada de publicações'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_oN1mZrYIXUg/St03aEvErYI/AAAAAAAAAGA/ErQX5e4tdZ0/S220/Foto+Pablo.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-7059699233414455023</id><published>2011-08-20T19:39:00.002-03:00</published><updated>2011-08-20T19:42:43.925-03:00</updated><title type='text'>A MORTE DO BONDE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mCuX0HNL37s/TlA4LLBCX2I/AAAAAAAAAB0/S7D6YHtwswI/s1600/bonde_1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 258px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mCuX0HNL37s/TlA4LLBCX2I/AAAAAAAAAB0/S7D6YHtwswI/s320/bonde_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643072097682087778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;b&gt;por Ayrton Camargo e Silva&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transporte público surgiu na cidade de São Paulo na segunda metade do século XIX, na esteira do processo que integrou as grandes fazendas de café da região às redes do mercado mundial. Em 1855, o aumento da produção agrícola da província e a precariedade das vias de circulação que ligavam as áreas produtoras ao porto de Santos levaram o presidente provincial, José Antônio Saraiva, a defender a implantação de uma ligação ferroviária que conectasse o litoral ao interior do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trem chegou ao município de São Paulo em 1867, e a estação de passageiros da ferrovia foi implantada na região da Luz, então localizada fora dos limites da capital. Inicialmente, o trajeto entre a estação e a praça da Sé, no centro da cidade, era percorrido por tílburis de aluguel (espécie de pequena carruagem de duas rodas e dois assentos, sem capota, puxada por animais), que já operavam desde 1865. O aumento do fluxo de passageiros, no entanto, gerou a necessidade de um sistema mais regular e confiável de transporte, com tarifas e horários fixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa demanda deu origem ao primeiro sistema de transporte coletivo regular na cidade de São Paulo. No dia 12 de outubro de 1872 foi inaugurada a linha pioneira da rede de bondes puxados a burro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, a cidade foi ganhando novos contornos graças a grandes intervenções urbanísticas. Nesse período, porém, nenhuma discussão ou plano vinculou o crescimento da cidade à necessidade de desenvolver uma rede viária baseada no transporte coletivo. As obras se limitavam a corrigir as características geométricas do sistema viário herdado da era colonial e a conectá-lo às novas zonas de expansão urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com base nessa lógica que o sistema de transporte coletivo em São Paulo entrou em uma nova fase a partir de 1899, quando um grupo de investidores canadenses pleiteou na Câmara Municipal uma concessão para explorar um pacote de serviços públicos na cidade.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;FONTE:  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/a_morte_do_bonde.html"&gt;historiaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-7059699233414455023?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/7059699233414455023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/morte-do-bonde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7059699233414455023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7059699233414455023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/morte-do-bonde.html' title='A MORTE DO BONDE'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mCuX0HNL37s/TlA4LLBCX2I/AAAAAAAAAB0/S7D6YHtwswI/s72-c/bonde_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4186265570731833221</id><published>2011-08-20T19:12:00.001-03:00</published><updated>2011-08-20T19:14:46.614-03:00</updated><title type='text'>FHist: divulgados temas de debates</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Os preparativos para o &lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;Festival de História&lt;/strong&gt; (fHist), que acontece entre 7 e 12 de outubro em Diamantina (MG), estão entrando na reta final. A sete semanas do evento, foram divulgados alguns dos temas das mesas de debate, compostas por pesquisadores como Ronaldo Vainfas, Luiz Mott, Boris Fausto, Caio Boschi e Laura de Mello e Souza. Serão cerca de 25 núcleos de discussão, formados por um ou dois palestrantes, além do mediador. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Entre os temas debatidos na tenda oficial ao longo dos dias estarão: “Meio ambiente”, “Cláudio Manuel da Costa”, “Prestes e Olga”, “Ver a História”, “Patrimônio e política”, “História para muitos”, “Chica da Silva”, “Comer, beber e rezar”, “Biografia sem cadáver”, “Walt Disney e Monteiro Lobato: o sonho das crianças tem cor?”, “Construir a história”, “Tempos sombrios”, “Inquisição e fé”, "Lampião", "Comida".&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Além das mesas expositivas – que acontecerão no Tenda dos Historiadores, na Praça Doutor Prado –, o fHist contará com oficinas gratuitas, exibição de filmes no cine-teatro Santa Izabel e apresentação de música. Para quem quiser ganhar um autógrafo de seu autor favorito, haverá a possibilidade de encontrá-lo no Mercado Velho, no Proseando no Mercado, onde será instalada a livraria do fHist.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;&lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;Inscrições&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;As inscrições para o evento já estão abertas. Para se inscrever, basta entrar no site do fHist [&lt;a href="http://fhist.com.br/" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;http://fhist.com.br/&lt;/a&gt;], preencher uma ficha, e pagar uma taxa. Para estudantes é R$ 30, e não-estudantes, R$ 80. O valor é válido por todos os cinco dias de eventos, e dá direito à entrada na Tenda dos Historiadores, a principal, na Praça Doutor Prado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Após a inscrição, e de posse do boleto bancário já pago e de um documento de identidade com foto, ou da carteira de estudante, se for o caso, o interessado deve pegar a sua credencial já em Diamantina, nos dias 7 e 8, em endereço a ser divulgado. No momento, também leva uma pasta com a programação completa, bloco de anotações, caneta e outros materiais do fHist, além de ingressos  para as sessões de cinema no Teatro Santa Izabel, de acordo com a disponibilidade da sala de exibição. As sessões na praça, inclusive a pipoca, são gratuitas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A participação nas oficinas do fHist será gratuita, mediante inscrição específica, e dará direito a certificados. Os temas da Oficina de História e a data de abertura das inscrições serão divulgados no site oficial e nos boletins. As Oficinas de Audiovisual e de Educação Patrimonial ainda estão sendo programadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;Ainda haverá o espaço para a produção musical, no Música no Mercado, que acontecerá no palco da praça. Para quem quer ganhar um autógrafo de seu autor favorito, haverá a possibilidade de encontrá-lo no Mercado Velho, no Proseando no Mercado, onde será instalada a livraria do fHist.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte: &lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/na-rhbn/fhist-divulgados-temas-de-debates"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4186265570731833221?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4186265570731833221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/fhist-divulgados-temas-de-debates.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4186265570731833221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4186265570731833221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/fhist-divulgados-temas-de-debates.html' title='FHist: divulgados temas de debates'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-5213593251616419052</id><published>2011-08-19T08:49:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T08:49:24.165-03:00</updated><title type='text'>Calígula: um vida de orgias, loucuras e ódio</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MRKxgklmN00/Tk5NnW2KsSI/AAAAAAAAAYM/WPsl3o31s5c/s1600/Caligula.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://4.bp.blogspot.com/-MRKxgklmN00/Tk5NnW2KsSI/AAAAAAAAAYM/WPsl3o31s5c/s320/Caligula.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calígula assumiu o trono após a morte de Tibério, seu avô adotivo. Alguns dizem que sua morte foi ordenada pelo próprio Calígula que colocou um guarda para sufocá-lo com um travesseiro. &lt;br /&gt;Sua ascensão foi aplaudida por todo o império, e por sete meses ele foi muito amado por todos. Ele chamou de volta vários soldados exilados por Augusto e Tibério, e deu a todos bônus do exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ficou muito doente, em outubro do ano 37, atingido por uma misteriosa doença. Philon culpou sua vida extravagante com muita comida, vinho e sexo. Depois de recuperado da doença, transformou-se talvez no personagem mais terrível da história.&lt;br /&gt;Ele começou a ordenar a morte de todos aqueles que não concordavam com ele, mesmo em questões menores. Ele exilou a esposa e proclamou-se um deus, vestindo-se como Apolo, Hércules ou Vênus! Ele pediu que todos ao seu redor o tratasse, como uma divindade.&lt;br /&gt;Quando era jovem, ele foi informado que ele não seria o rei até que realmente conseguisse caminhar sobre a água. Para resolver esta questão ele construiu um ponte flutuante sobre a baía de Nápoles, e atravessou sobre as águas dia e noite, para organizar orgias sexuais à luz de velas.&lt;br /&gt;Ele tentou fazer de seu cavalo o cônsul e solicitou a um sacerdote um estábulo de mármore a ser construído, para que Incitatus pudesse reinar.&lt;br /&gt;Uma vez no Circus Maximus, onde os jogos eram para criminosos, imediatamente antes de entrarem na arena dos leões. Ele ordenou que as cinco primeiras filas de espectadores fossem levados para a arena, o que aconteceu. Várias centenas de pessoas foram comidos e dilacerados apenas para sua diversão.&lt;br /&gt;A tortura favorita de Calígula era cortar suas vítimas com uma serra e gostava também de mastigar os testículos de suas vítimas, sem separá-los do corpo dos torturados.&lt;br /&gt;Um homem que o insultou foi executado junto com toda a sua família na frente de uma platéia. Homem e mulher foram mortos em primeiro lugar, em seguida, o filho mais velho e assim por diante, até que chegar a uma garota de 12 anos, ela começou a chorar histéricamente depois do drama muitos se compadeceram. Um homem na platéia gritou que a menina era virgem e devia ser poupada, o imperador mandou o carrasco estuprá-la e depois estrangulá-la, o que aconteceu.&lt;br /&gt;Ele fez sexo em público com três de suas irmãs, inclusive em banquetes.&lt;br /&gt;Calígula acabou sendo morto por vários senadores, em um momento em que saia do Circus Maximus. Seu corpo foi deixado na rua para apodrecer e ser comido por cães. Seu reinado de terror durou por quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:&lt;a href="http://socyberty.com/history/orgies-transformed-him-into-the-most-odious-character-in-human-history-the-story-of-caligula-a-roman-emperor/"&gt; Socybert&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-5213593251616419052?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/5213593251616419052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/caligula-um-vida-de-orgias-loucuras-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5213593251616419052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/5213593251616419052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/caligula-um-vida-de-orgias-loucuras-e.html' title='Calígula: um vida de orgias, loucuras e ódio'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MRKxgklmN00/Tk5NnW2KsSI/AAAAAAAAAYM/WPsl3o31s5c/s72-c/Caligula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-7770259399133256380</id><published>2011-08-17T16:35:00.023-03:00</published><updated>2011-08-17T17:20:54.023-03:00</updated><title type='text'>Instrumentos de tortura da Idade Média</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i.imgur.com/kqQME.jpg" rel="shadowbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;img height="400" src="http://i.imgur.com/kqQME.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Durante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Durante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos. Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aque- cidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satã e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os inquisidores utilizavam-se de diver- sos recursos para extrair confissões ou "comprovar" que o acusado era feiticeiro. Segundo registros, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos tortura- dores que procuravam um suposto sinal de Satã, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos re- presentariam a prova de que a bruxa "amamentava" os demônios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o "sinal" seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue. Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal.&amp;nbsp;De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, conseqüentemente, a execução das vítimas. Atualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/instrumentos-de-tortura-da-idade-media_17.html#more" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img height="86" src="http://i.imgur.com/gze4e.jpg" width="107" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://reporterdecristo.com/instrumentos-de-tortura"&gt;Repórter de Cristo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Roda de despedaçamento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fhpnug3sVXc/TkkpB6wBgGI/AAAAAAAAAWQ/MhgHVZShyAI/s1600/roda1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-fhpnug3sVXc/TkkpB6wBgGI/AAAAAAAAAWQ/MhgHVZShyAI/s1600/roda1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #2c91c7; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Dama de Ferro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kEiMdOA_ItM/TkkpJwkRNLI/AAAAAAAAAWU/ZAi_1zO-O3I/s1600/dama+de+ferro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-kEiMdOA_ItM/TkkpJwkRNLI/AAAAAAAAAWU/ZAi_1zO-O3I/s320/dama+de+ferro.jpg" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Berço de Judas&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FdiZefmC1YA/TkkpP8pvtGI/AAAAAAAAAWY/P1mcV2zRKFc/s1600/ber%25C3%25A7o+judas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-FdiZefmC1YA/TkkpP8pvtGI/AAAAAAAAAWY/P1mcV2zRKFc/s1600/ber%25C3%25A7o+judas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle(inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Garfo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iJUkFydvhrI/TkkpauJWDNI/AAAAAAAAAWc/FmDRTu1ATiU/s1600/garfo+igreja.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-iJUkFydvhrI/TkkpauJWDNI/AAAAAAAAAWc/FmDRTu1ATiU/s1600/garfo+igreja.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos. Este instrumento era usado como penitência para o herege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Garras de gato&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5ZqHkL8qhzY/TkkpoqoCFkI/AAAAAAAAAWg/6_R3TaGsqpU/s1600/garra+gato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-5ZqHkL8qhzY/TkkpoqoCFkI/AAAAAAAAAWg/6_R3TaGsqpU/s1600/garra+gato.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Pera&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4Z2TZCLYaHQ/TkkpwBMg1DI/AAAAAAAAAWk/ozTL_zdKnfM/s1600/pera.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4Z2TZCLYaHQ/TkkpwBMg1DI/AAAAAAAAAWk/ozTL_zdKnfM/s1600/pera.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Instrumento metálico em formato semelhante à fruta homónima. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satã".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Máscaras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1Fc9A_3Egw4/Tkkp31MwpgI/AAAAAAAAAWo/bP7tTsYT6lY/s1600/mascara+morte.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-1Fc9A_3Egw4/Tkkp31MwpgI/AAAAAAAAAWo/bP7tTsYT6lY/s1600/mascara+morte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incômodo físico era menor do que a humilhação pública.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Cadeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-V1Yvrjilc_k/Tkkp_FM06CI/AAAAAAAAAWs/VrfNEW2vAQk/s1600/cadeiratortura.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-V1Yvrjilc_k/Tkkp_FM06CI/AAAAAAAAAWs/VrfNEW2vAQk/s1600/cadeiratortura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas. Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Cadeira das Bruxas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-g9w4fLzS3bo/TkkqFhgXAcI/AAAAAAAAAWw/iWIrDWF_HO8/s1600/cadeirabruxa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-g9w4fLzS3bo/TkkqFhgXAcI/AAAAAAAAAWw/iWIrDWF_HO8/s320/cadeirabruxa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Cavalete&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q5vvUCouM7E/TkkqMbubGGI/AAAAAAAAAW0/jagjjDZu19Q/s1600/cavalete.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q5vvUCouM7E/TkkqMbubGGI/AAAAAAAAAW0/jagjjDZu19Q/s320/cavalete.jpg" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco. Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água. O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento. Ainda, há registros de que o executor golpeava o abdômen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Esmaga-cabeça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-eTaClWdEYFc/TkkqWtaCacI/AAAAAAAAAW4/C9DzDCXC0Lo/s1600/esmaga+cabe%25C3%25A7a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-eTaClWdEYFc/TkkqWtaCacI/AAAAAAAAAW4/C9DzDCXC0Lo/s1600/esmaga+cabe%25C3%25A7a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual encaixa-se o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Quebrador de joelhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4KbXZRu1qNQ/Tkkqjd9TYRI/AAAAAAAAAW8/xj55lLot1So/s1600/quebrador+joelho.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4KbXZRu1qNQ/Tkkqjd9TYRI/AAAAAAAAAW8/xj55lLot1So/s1600/quebrador+joelho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, as placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Mesa de evisceração&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2VY3xlNM0Rw/Tkkqpmvez8I/AAAAAAAAAXA/hNpag90cxtY/s1600/mesaevisfera%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://3.bp.blogspot.com/-2VY3xlNM0Rw/Tkkqpmvez8I/AAAAAAAAAXA/hNpag90cxtY/s320/mesaevisfera%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Pêndulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1qXk-0kodxA/TkkqwzuTeuI/AAAAAAAAAXE/BP_CaKsLuuU/s1600/p%25C3%25AAndulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-1qXk-0kodxA/TkkqwzuTeuI/AAAAAAAAAXE/BP_CaKsLuuU/s1600/p%25C3%25AAndulo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentina- mente, interrompendo a queda logo em seguida. Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fraturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarrava-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Potro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2HlwybuI6dA/TkkrDX_QHLI/AAAAAAAAAXM/2yK1lzgbzDQ/s1600/potro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-2HlwybuI6dA/TkkrDX_QHLI/AAAAAAAAAXM/2yK1lzgbzDQ/s1600/potro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse seqüelas irreversíveis. Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interrogadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Serrote&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_312NhNhxJg/Tkkq4kRR9pI/AAAAAAAAAXI/cPj4b7UnhwQ/s1600/serrote.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-_312NhNhxJg/Tkkq4kRR9pI/AAAAAAAAAXI/cPj4b7UnhwQ/s1600/serrote.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Espada/machado/cepo&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bAeBjJH4Ey8/TkkrJGL5ohI/AAAAAAAAAXQ/cJlE-6TdxMc/s1600/espada.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-bAeBjJH4Ey8/TkkrJGL5ohI/AAAAAAAAAXQ/cJlE-6TdxMc/s1600/espada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As decapitações eram a forma mais comum de execução medieval. A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, era, geralmente, reservada aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Garrote&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qGuweehPTsA/TkkrQLS9EWI/AAAAAAAAAXU/tcqy_3tO0MY/s1600/garrote.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-qGuweehPTsA/TkkrQLS9EWI/AAAAAAAAAXU/tcqy_3tO0MY/s1600/garrote.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique ereta em contato com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Gaiolas suspensas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JgUAl8DSzro/TkkraHDaURI/AAAAAAAAAXY/W2De_w7Y-PM/s1600/gaiolas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-JgUAl8DSzro/TkkraHDaURI/AAAAAAAAAXY/W2De_w7Y-PM/s1600/gaiolas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Submersão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt; A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Empalação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XqUJ5Q3evks/TkkrvkK2lmI/AAAAAAAAAXc/rV_bz-t7620/s1600/submers%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://3.bp.blogspot.com/-XqUJ5Q3evks/TkkrvkK2lmI/AAAAAAAAAXc/rV_bz-t7620/s320/submers%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Cremação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hgy9pvfqevk/Tkkr384WaXI/AAAAAAAAAXg/sO54xEHBCCs/s1600/crema%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-hgy9pvfqevk/Tkkr384WaXI/AAAAAAAAAXg/sO54xEHBCCs/s1600/crema%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Estiramento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PkndirH2nnA/Tkkr-UxmaII/AAAAAAAAAXk/XCiFrZ-DncI/s1600/estiramento.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-PkndirH2nnA/Tkkr-UxmaII/AAAAAAAAAXk/XCiFrZ-DncI/s1600/estiramento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Fonte: &lt;a href="http://melcomlimaoesal.blogspot.com/2011/08/como-os-catolicos-pregavam-o-amor-ao.html"&gt;Mel com limão e sal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-7770259399133256380?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/7770259399133256380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/instrumentos-de-tortura-da-idade-media_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7770259399133256380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/7770259399133256380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/instrumentos-de-tortura-da-idade-media_17.html' title='Instrumentos de tortura da Idade Média'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fhpnug3sVXc/TkkpB6wBgGI/AAAAAAAAAWQ/MhgHVZShyAI/s72-c/roda1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6760196597092685964</id><published>2011-08-15T14:19:00.005-03:00</published><updated>2011-08-15T14:25:02.934-03:00</updated><title type='text'>A Estátua da Liberdade é americana. FALSO!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-style: italic; font-size: small; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;por Olivier Tosseri&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Estátua da Liberdade, monumento cujo nome oficial é “A Liberdade Iluminando o Mundo”, na verdade é uma obra francesa. A ideia de sua construção partiu de Édouard Lefèbvre de Laboulaye, historiador e político francês que era grande admirador dos Estados Unidos. Depois do fim da Guerra de Secessão, em 1865, ele propôs ao governo de seu país enviar aos americanos um presente para celebrar o centenário da independência da ex-colônia inglesa, comemorado em 1876. O projeto, confiado ao escultor alsaciano Frédéric Auguste Bartholdi, deveria simbolizar a amizade entre os dois países.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;FONTE: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/a_estatua_da_liberdade_e_americana__falso_.html"&gt;historiaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6760196597092685964?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6760196597092685964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/estatua-da-liberdade-e-americana-falso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6760196597092685964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6760196597092685964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/estatua-da-liberdade-e-americana-falso.html' title='A Estátua da Liberdade é americana. FALSO!'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2614309211517520004</id><published>2011-08-12T19:31:00.001-03:00</published><updated>2011-08-12T19:35:52.154-03:00</updated><title type='text'>Mais uma descoberta arqueológica</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Click na imagem para ampliar&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i.imgur.com/TXIdo.gif" rel="shadowbox"&gt; &lt;br /&gt;&lt;img height="400" src="http://i.imgur.com/TXIdo.gif" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;/&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;u&gt;&lt;i&gt;Jornal do Comércio&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt; (12/08/2011)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2614309211517520004?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2614309211517520004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/mais-uma-descoberta-arqueologica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2614309211517520004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2614309211517520004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/mais-uma-descoberta-arqueologica.html' title='Mais uma descoberta arqueológica'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2359223159798210827</id><published>2011-08-12T10:33:00.004-03:00</published><updated>2011-08-12T10:37:32.057-03:00</updated><title type='text'>Sexo na Idade Média</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cd3333; font-family: 'Georgia Serif';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-size: small; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5P-bmDBvG94/TkUp_0fE9uI/AAAAAAAAAVo/Ptr3khBOyiA/s1600/AMOR_C%257E1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-5P-bmDBvG94/TkUp_0fE9uI/AAAAAAAAAVo/Ptr3khBOyiA/s1600/AMOR_C%257E1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na era medieval, a vida entre quatro paredes ficou mais recatada por causa da influência da Igreja Católica. No mundo ocidental, tudo que era relacionado ao sexo - exceto a procriação - passou a ser pecado. Até pensar no assunto era proibido! O único que se dava bem era o senhor feudal: além de colocar cinto de castidade em sua esposa, ele tinha o direito de manter relações sexuais com qualquer noiva em seu feudo na primeira noite do casamento dela. A datação tradicional da Idade Média vai de 476, queda do Império Romano do Ocidente, a 1453, queda de Constantinopla. Já no Oriente, em países asiáticos, a liberdade sexual era maior. Os homens orientais podiam, por exemplo, ter quantas mulheres quisessem, desde que conseguissem sustentar todas. "Mas o segundo casamento tem de ter autorização da primeira esposa. Isso foi feito para a mulher não ficar sozinha e desamparada", diz o historiador Claudio Umpierre Carlan, professor da Universidade Federal de Alfenas (MG) e pesquisador da Unicamp.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cd3333; font-family: 'Georgia Serif';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Georgia Serif'; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cd3333; font-family: 'Georgia Serif';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;PROIBIDÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Sexo era pecado e deveria ser evitado a todo custo&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;PAQUERA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por volta do século 12, surgiu o chamado amor cortês. Na corte, o cavaleiro levava o lenço da mulher amada. Mas era uma amor platônico e infeliz - como os casamentos eram arranjados por interesses econômicos, o cavaleiro e a dama quase nunca ficavam juntos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3338570631267255093&amp;amp;postID=2359223159798210827&amp;amp;from=pencil" name="more"&gt;&lt;/a&gt;Os noivos arranjados muitas vezes só se conheciam por meio de retratos pintados a óleo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;POSIÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Só uma posição era consentida pela Igreja: a missionária (atual papai-e-mamãe). Ela tem esse nome porque os missionários cristãos queriam difundir seu uso em sociedades onde predominavam outras práticas. Para os cristãos, ela é a única posição apropriada porque, segundo São Paulo, a mulher deve sujeitar-se ao marido. O recato entre quatro paredes era tamanho que, em alguns lares mais tradicionais, o casal transava com um lençol com um furo no meio!&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Georgia Serif'; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bdfydVAIYKU/TkUqKJdF7VI/AAAAAAAAAVs/BaYzmctrUIA/s1600/amormedieval.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-bdfydVAIYKU/TkUqKJdF7VI/AAAAAAAAAVs/BaYzmctrUIA/s1600/amormedieval.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;MASTURBAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para desincentivar o prazer sexual solitário, surgiram nessa época os mitos de que os meninos ficavam com espinhas ou calos nas mãos caso se masturbassem. Se uma menina se tocasse, ou estava tendo um encontro com Satã ou havia sido enfeitiçada por bruxas. A paranoia era tão grande que muitos tomavam banho vestidos - até o banho era considerado um ato libidinoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #cc0000; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;CASAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;A família da noiva, que podia casar logo após a segunda menstruação, pagava um dote (dinheiro ou bens) ao noivo, que tinha, geralmente, entre 16 e 18 anos. Mas havia proibições, claro: o papa Gregório I proibiu o casório entre primos de terceiro grau, e Gregório III proibiu a união de parentes de até sexto grau!&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0jvaN-NOA8I/TkUqYK5soqI/AAAAAAAAAVw/s7gNYCnMkEU/s1600/casamento.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-0jvaN-NOA8I/TkUqYK5soqI/AAAAAAAAAVw/s7gNYCnMkEU/s1600/casamento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cd3333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Georgia Serif';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;CIÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;A anatomia não evoluiu muito na era medieval, mas os conhecimentos técnicos para evitar o sexo, sim! Não há consenso entre os historiadores sobre a invenção do cinto de castidade, mas acredita-se que o modelo mais antigo seja o de Bellifortis, de 1405. Feito de metal, ele tinha aberturas farpadas que permitiam urinar, mas não copular. Também foi inventada a infibulação, técnica de costura da vagina para garantir a fidelidade da mulher ao senhor feudal quando ele viajava.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;HOMOSSEXUALIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;A relação homossexual era chamada sodomia e era crime com pena de morte, além de ser considerada heresia pela Igreja - os homossexuais poderiam até ser queimados em fogueiras. No Oriente, era aceito - mas na surdina. Por exemplo, em exércitos em guerra, era preferível a relação entre soldados do que recorrer a prostitutas&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;PROSTITUTAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Como os homens não podiam ter prazer com as esposas, com quem só transavam para procriação, a procura por prostituas era grande. Ao mesmo tempo em que eram malvistas pela sociedade e pela Igreja, as profissionais do sexo tinham que doar metade de seus lucros ao clero - foi o que instituiu o papa Clemente II (1046-1047)&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RBGxv7kXNUc/TkUqvvvPheI/AAAAAAAAAV4/_fLjb2rOqQk/s1600/prosti.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-RBGxv7kXNUc/TkUqvvvPheI/AAAAAAAAAV4/_fLjb2rOqQk/s1600/prosti.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;PECADOS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Segundo a suma teológica de são Tomás de Aquino, documento escrito de 1265 a 1273, havia dois tipos de pecado pela luxúria:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Pecado contra a razão: Fornicação e adultério, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Pecado contra a natureza: São os pecados que contrariam a ordem natural do ato sexual. Aí se incluem masturbação, sexo com animais, homossexualidade e a prática antinatural do coito. Leia-se: não podia ser feito sexo em orifícios não naturais (boca e ânus), mesmo que fosse entre marido e mulher!&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.restodonada.com/2011/08/o-sexo-na-idade-media.html"&gt;Resto do Nada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2359223159798210827?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2359223159798210827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/sexo-na-idade-media.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2359223159798210827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2359223159798210827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/sexo-na-idade-media.html' title='Sexo na Idade Média'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5P-bmDBvG94/TkUp_0fE9uI/AAAAAAAAAVo/Ptr3khBOyiA/s72-c/AMOR_C%257E1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-663380022863259997</id><published>2011-08-10T16:07:00.002-03:00</published><updated>2011-08-10T16:09:52.730-03:00</updated><title type='text'>A origem da internet</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify;color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; "&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; "&gt;A história da rede de computadores criada na Guerra Fria que deu início à Terceira Revolução Industrial&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify;color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" class="interna-olho" style="margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: justify; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify;font-size: 12px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 12px; "&gt;&lt;span class="interna-txt" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;table width="300" border="0" align="right" cellpadding="1" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" colspan="2" align="right" class="img-credito" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 10px; "&gt;&lt;img src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;por Véronique Dumas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt" style="text-align: justify; font-size: 12px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 11px; font-style: italic; "&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 12px; "&gt;&lt;span class="interna-txt" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;table width="300" border="0" align="right" cellpadding="1" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="10" rowspan="3" align="right" class="img-credito" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 10px; "&gt;&lt;img src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="right" class="img-credito" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 10px; "&gt;Raytheon BBN Technologies / Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;img src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/img/internet_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="img-legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 10px; "&gt;Equipe da empresa BBN Technologies que desenvolveu o servidor IMP, o que viabilizou o funcionamento da Arpanet&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" colspan="2" align="right" class="img-credito" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; font-size: 10px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A internet revolucionou o funcionamento tradicional das sociedades modernas como o fizeram, a seu tempo, a imprensa, a máquina a vapor, a eletricidade ou a telegrafia sem fio (rádio). Hoje parece normal fazer cursos on-line, preencher formulários administrativos a distância ou expressar opiniões em fóruns de discussão. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada em 2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 67,9 milhões de brasileiros estavam conectados à internet ou seja, o número de domicílios com acesso à internet no Brasil cresceu 71% entre 2005 e 2009. No entanto, poucos conhecem sua história e as razões de sua criação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;De acordo com o dicionário &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;Houaiss&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;, internet é “rede de computadores dispersos por todo o planeta que trocam dados e mensagens utilizando um protocolo comum”. Ela nasceu no final dos anos 1960, em plena Guerra Fria, graças à iniciativa do Departamento de Defesa americano, que queria dispor de um conjunto de comunicação militar entre seus diferentes centros. Uma rede que fosse capaz de resistir a uma destruição parcial, provocada, por exemplo, por um ataque nuclear.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;Para isso, o pesquisador Paul Baran concebeu um conjunto que teria como base um sistema descentralizado. Esse cientista é considerado um dos principais pioneiros da internet. Ele pensou em uma rede tecida como uma teia de aranha (web, em inglês), na qual os dados se movessem buscando a melhor trajetória possível, podendo “esperar” caso as vias estivessem obstruídas. Essa nova tecnologia, sobre a qual também se debruçaram outros grupos de pesquisadores americanos, foi batizada de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;packet switching&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;, “troca de pacotes”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;Em 1969, a rede ARPAnet já estava operacional. Ela foi o fruto de pesquisas realizadas pela Advanced Research Project Agency (ARPA), um órgão ligado ao Departamento de Defesa americano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;A ARPA foi criada pelo presidente Eisenhower em 1957, depois do lançamento do primeiro satélite Sputnik pelos soviéticos, para realizar projetos que garantissem aos Estados Unidos a superioridade científica e técnica sobre seus rivais do leste.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;A ARPAnet a princípio conectaria as universidades de Stanford, Los Angeles, Santa Barbara e de Utah. Paralelamente, em 1971, o engenheiro americano Ray Tomlinson criou o correio eletrônico. No ano seguinte, Lawrence G. Roberts desenvolveu um aplicativo que permitia a utilização ordenada dos e-mails. As mensagens eletrônicas se tornaram o instrumento mais utilizado da rede. A ARPAnet seguiu sua expansão durante os anos 1970 – a parte de comunicação militar da rede foi isolada e passou a se chamar MILnet.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;" &gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/o_nascimento_da_internet.html"&gt;História Viva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-663380022863259997?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/663380022863259997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/origem-da-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/663380022863259997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/663380022863259997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/origem-da-internet.html' title='A origem da internet'/><author><name>Dielson Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593006657905995021</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1321466045672409302</id><published>2011-08-09T13:40:00.003-03:00</published><updated>2011-08-09T18:00:20.921-03:00</updated><title type='text'>Ana Jansen</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt; A Rainha do Maranhão". Líder Política, Senhora de Terras e Escravos (1787-1869&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jornalpequeno.com.br/blog/robertlobato/wp-content/uploads/2011/03/ana2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Ana Jansen: mito maranhense&lt;br /&gt;Descendente da nobreza européia, sua família se instalou no Brasil, na província do Maranhão. Ainda adolescente teve um filho de pai desconhecido, tornando-se duplamente desonrada.&lt;br /&gt;Pobre e marginalizada, tornou-se amante do coronel Isidoro Rodrigues Pereira, pertencente à família mais rica da época, com quem teve filhos, passando de amante a esposa após a morte da primeira mulher do coronel. Voltou a ser aceita pela sociedade maranhense e com a morte de seu marido transformou-se em uma poderosa senhora de terras, de escravos e líder política, sendo chamada de Rainha do Maranhão.&lt;br /&gt;Embora descendente da nobreza européia, Ana Jansen tem uma juventude sofrida. Mãe solteira, luta para manter a mãe e o filho pequeno. Sua situação melhora aos poucos, depois que se torna amante do coronel Izidoro Rodrigues Pereira, o homem mais rico da província. Esse relacionamento escuso transforma Ana Jansen num alvo fácil para a sociedade moralista da época, personificada acima de tudo por sua maior inimiga: dona Rosalina Ribeiro.&lt;br /&gt;Izidoro assume oficialmente a relação com Ana depois da morte de sua esposa, dona Vicência. O casal permanece junto por quinze anos até a morte de Izidoro, que deixa mais seis filhos para a heroína. O principal motor psicológico da personagem Ana Jansen é o desejo de resgatar o nome e o prestígio de sua família, achincalhado depois da falência de seu avô, Cornélio Jansen Müller.&lt;br /&gt;Após a morte de Izidoro, Ana dá um largo passo em direção a este sonho, tornando-se rica, independente e poderosa. Ela assume a fazenda Santo Antônio, propriedade do falecido coronel e, logo, consegue triplicar a fortuna herdada. Perseverante e ambiciosa, Ana transforma o dinheiro em poder, assumindo a liderança política da cidade e reativando o esfacelado partido liberal Bem-te-Vi.&lt;br /&gt;Cada vez mais, Ana é mal falada pelas mulheres maranhenses e odiada pelos inimigos políticos (ressaltando-se sua rivalidade com o Comendador Meireles, líder do partido conservador). Mas seu temperamento forte e sua capacidade de liderança alcançam a corte de D. Pedro II e ela passa a ser chamada, informalmente, de “Rainha do Maranhão”. Depois da morte de Izidoro, Ana se torna amante do Desembargador Francisco Vieira de Melo, com quem tem mais quatro filhos. Mais tarde, já aos sessenta anos, casa-se pela segunta vez com o comerciante paraense Antônio Xavier.&lt;br /&gt;Depois de morta, Ana tem sua memória maculada pelos inimigos que a transformam em uma alma penada, em uma bruxa maldita que percorre as ruas de São Luís puxando um cortejo de escravos mutilados.&lt;br /&gt;Parece lenda, ficção de escritor, mas Donana existiu e aterrorizou muita gente com sua implacável autoridade de latifundiária. Nascida Ana Joaquina Jansen Pereira, era neta de um comerciante holandês falido, e escandalizou a sociedade maranhense do século XIX, tornando-se amante de um coronel rico e casado, e ainda por cima, sendo mãe solteira.&lt;br /&gt;Tudo teria sido mais um caso para mexericos na cidade não tivesse aesposa do militar falecido e ele se casado com Ana. Ela, por sua vez, possuidora de um tino comercial notável e de causar inveja, multiplicou a fortuna do marido. Ana teve com o coronel seis filhos. Com a morte do coronel, Ana, então com 38 anos, transformou-se na poderosa “Donana, a rainha do Maranhão”. Firmou-se como uma das maiores produtoras de algodão e cana-de-açúcar do Império, além de possuir o maior contingente de negros do Estado.&lt;br /&gt;Conta-se que ela fazia-os distribuírem água pela cidade, cobrando, quando já existiam métodos mais eficazes para esse serviço. Ao tentarem implantar um sistema para as águas, Donana tantas fez que levou a empresa à falência. Política habilidosa, costurava acordos nos bastidores, e chegou a financiar os exércitos do duque de Caxias durante a Balaiada, revolta que ocorreu no Maranhão. Viveu com outro homem com quem teve quatro filhos. Casou-se novamente aos 60 anos com um rico comerciante paraense. Morreu em 1869 aos 82 anos.&lt;br /&gt;Era voz corrente, então, que DonAna Jansen – como era comumente chamada – cometia as mais bárbaras atrocidades contra seus numerosos escravos, os quais, submetia a toda sorte de suplícios e torturas em sessões que, não raro, terminavam com a morte.&lt;br /&gt;Alguns anos após o falecimento de Donana passou a ser contada na cidade, a lenda, segundo a qual, nas noites escuras das sextas-feiras, boêmios e noctívagos costumam deparar com uma assombrosa e apavorante carruagem, em desenfreada correria pelas ruas de São Luís, puxada por muitas parelhas de cavalos brancos sem cabeças, guiados por uma caveira de escravo, também decapitada, conduzindo o fantasma da falecida senhora, penando, sem perdão, pelos pecados e atrocidades, em vida, cometidos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://jornalpequeno/"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;jornalpequeno&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1321466045672409302?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1321466045672409302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/ana-jansen.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1321466045672409302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1321466045672409302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/ana-jansen.html' title='Ana Jansen'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1090587502433165301</id><published>2011-08-09T07:23:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T07:23:02.561-03:00</updated><title type='text'>Capela medieval em carvalho (milenar)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SaX2r4H4JOw/TkEKJF_97xI/AAAAAAAAAUs/piCsqp39z9g/s1600/001.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-SaX2r4H4JOw/TkEKJF_97xI/AAAAAAAAAUs/piCsqp39z9g/s400/001.jpeg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alto e orgulhoso, este carvalho maravilhoso tem entre 800 e 1.200 anos de idade. Encontrado em uma pequena aldeia chamada Allouville-Bellefosse na França, ele tem duas pequenas capelas que ainda estão em uso hoje.&lt;br /&gt;Moradores dizem que o carvalho está ali desde a época de Carlos Magno e de William o Conquistador em 1035, mas alguns cientistas dizem que tem 800 anos. Seja qual for a verdade sobre o assunto, é uma das árvores mais antigas na França e pode ser uma das mais antigas do mundo.&lt;br /&gt;A árvore em 1600, foi atingida por um raio e grande parte dela foi escavado. Estas cavidades foram observadas por dois homens, Aboot Du Detroit e Pai DuCerceau. Eles construíram a primeira capela à Virgem Maria no tronco e mais tarde acrescentou-se uma segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MXXq2VpYLM4/TkEKPhehEgI/AAAAAAAAAUw/5ksdzJtRLIQ/s1600/800px-Chnedallouville4jpg.preview.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-MXXq2VpYLM4/TkEKPhehEgI/AAAAAAAAAUw/5ksdzJtRLIQ/s320/800px-Chnedallouville4jpg.preview.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.environmentalgraffiti.com/news-chapel-1000-year-old-oak-tree"&gt;environmentalgraffiti&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1090587502433165301?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1090587502433165301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/capela-medieval-em-carvalho-milenar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1090587502433165301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1090587502433165301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/capela-medieval-em-carvalho-milenar.html' title='Capela medieval em carvalho (milenar)'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SaX2r4H4JOw/TkEKJF_97xI/AAAAAAAAAUs/piCsqp39z9g/s72-c/001.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6318021018047155304</id><published>2011-08-07T22:41:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T22:41:57.415-03:00</updated><title type='text'>A primeira prefeita da América</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qBo6C-7lvus/Tj8-dUxauII/AAAAAAAAAUY/vxybthgoimc/s1600/alzira-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-qBo6C-7lvus/Tj8-dUxauII/AAAAAAAAAUY/vxybthgoimc/s320/alzira-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na foto feita em 1930, a solitária mulher ao centro (com figurino típico da novela O Cravo e a Rosa), está rodeada exclusivamente por homens. Alzira teve de enfrentar fofocas e maledicências para conseguir um posto no staff da política do sertão central. &lt;br /&gt;Mas há 71 anos, cravou o nome na história mundial, abrindo caminho para as 285 mulheres eleitas no Estado nas últimas eleições, sejam para o cargo de vereadoras ou prefeitas. &lt;br /&gt;A residência onde Alzira Soriano nasceu, na pequena Jardim de Angicos, a 124 quilômetros de Natal, guarda fotos valiosas do começo do século XX, além de objetos pessoais, todos carinhosamente guardados pela filha caçula da primeira prefeita da América Latina, Ivonilde Soriano de Souza, 80 anos. &lt;br /&gt;Há 110 anos, o pai de Alzira Soriano, Miguel Teixeira de Vasconcelos, construiu a casa onde criaria as sete filhas e um filho. A mulher que se tornaria a primeira prefeita eleita da América Latina era a mais velha e sempre o ajudou nas campanhas. Miguel era líder político da região e dono de vastas terras. A residência tem três salas, cinco quartos, uma cozinha, dois banheiros e área. &lt;br /&gt;Uma parte da casa está reservada para os objetos de Alzira. Fotos dos casamentos de família, os móveis do quarto dela, os livros da estante pessoal. Na área livre da casa está sendo preparada uma lanchonete, banheiro e mesinhas, com intuito de atender os visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzia Alzira Teixeira Soriano, perdeu o marido aos 22 anos, ainda grávida da filha mais nova, Ivonilde Soriano. Ela chegou a morar em Ceará Mirim, onde o marido era promotor. "Meu pai morreu em 20 de janeiro de 1919 e eu nasci em 25 de março", conta Ivonilde. Thomaz Soriano morreu de gripe espanhola. &lt;br /&gt;Alzira ainda tentou morar em Recife com a família do marido, mas o patriarca que a levou à cidade pernambucana morreu e ela retornou ao RN. Em 1932 foi para Natal com intuito de oferecer melhor estudo para as filhas. &lt;br /&gt;O terreno da casa na avenida Floriano Peixoto já havia sido adquirido pelo marido e Alzira teve de se desfazer de alguns bens para erguer a residência. "Ela trabalhava costurando", conta Ivonilde. Quando as filhas Sônia (já falecida), Ismênia e Ivonilde casaram no final da década de 30, então Alzira retornou para a fazenda Primavera, em Jardim de Angicos. &lt;br /&gt;Nessa época, a casa que deve ser tombada ficava fechada sendo aberta em eventos importantes como festas na Igreja e no Natal. Com a morte do pai, Alzira assumiu o comando da herança paterna também na política. Somente com a redemocratização em 1945 voltou a vida pública como vereadora. Foi eleita por mais duas vezes consecutivas e liderando a União Democrática Nacional (UDN). Ela chegou a presidência da Câmara de Vereadores mais de uma vez. Ivonilde ouvia sempre as idéias feministas "Minha mãe dizia que mulher tem de se desenvolver. Não deve ficar só na cozinha e cuidando dos filhos. Aos 67 anos, Alzira morre em 28 de maio de 1963 por conplicações de um câncer no ovário. &lt;br /&gt;Apoiada pelo então governador Juvenal Lamartine, Alzira Soriano foi obrigada a ouvir verdadeiros impropérios contra sua participação na política. A filha dela, Ivonilde Soriano, menciona que chegavam a cogitar que Alzira estava de namoro com o governador para justificar a candidatura. "Ela sofreu muito moralmente", lembra Ivonilde. No Livro ‘Dicionário das Mulheres do Brasil’ é narrado que a primeira prefeita eleita na América Latina teve de ouvir ser prostituta quem entrava na política, pois mulher de família não poderia ser votada. &lt;br /&gt;O gosto de Alzira pela política pode ter nascido da orientação paterna. O pai Miguel Teixeira "mandava no município todo" conforme explica Ivonilde Soriano. O marido de Alzira, Thomaz Soriano de Souza Filho, era um dos nomes da lista de candidatos a governador no começo do século, recorda Ivonilde. &lt;br /&gt;A liderança de Alzira (que estava sempre à frente da campanha política do pai) chamou a atenção da advogada feminista Bertha Lutz. Essa em companhia de Juvenal Lamartine visitou Lajes. Bertha foi a responsável por influenciar a indicação de Alzira para candidata a prefeita de Lajes pelo partido republicano. &lt;br /&gt;Apoiada pelo governador Junenal Lamartine Alzira derrotou Sérvulo Galvão, um político conhecido na região.. Alzira obteve mais de 60% dos votos. Na opinião de Ivonilde Soriano, a mãe ganhou a eleição pela simpatia, pela caridade que praticava e o poder político de Miguel Teixeira. "Minha mãe tinha personalidade forte. Quem dissesse a ela podia ter certeza que ela responderia de volta." &lt;br /&gt;Muitos se perguntam porque Alzira foi prefeita de Lajes e não de Jardim de Angicos, onde ela nasceu. A explicação, segundo Ivonilde, é que com a passagem da estrada de ferro por Lajes, a cidade se desenvolveu, enquanto Jardim de Angicos parou no tempo. &lt;br /&gt;A administração da primeira prefeita do Brasil foi tida como competente e íntegra resultando em construções de novas estradas. Uma delas é a ligação entre Cachoeira do Sapo e Jardim de Angicos. Curiosamente a estrada permanece do mesmo jeito da administração Soriano. Ela tambérm construiu mercados públicos distritais, fez escolas e cuidou da iluminação pública a motor. Mas foi pouco tempo de administração. Ivonilde calcula que o poder municipal ficou nas mãos de Alzira cerca de sete meses. Com a revolução de 1930, ao recusar a oferta de Mário Câmara de tornar-se "Interventora Municipal" perdeu o mandato. "Naquele tempo ninguém trocava de partido como hoje. Morria no que estava", ressalta Ivonilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.tribunadonorte.com.br/especiais/redescobrindorn/redescobrindorn_paginterna.php?id=150057"&gt;Tribuna do Norte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6318021018047155304?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6318021018047155304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/primeira-prefeita-da-america.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6318021018047155304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6318021018047155304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/primeira-prefeita-da-america.html' title='A primeira prefeita da América'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qBo6C-7lvus/Tj8-dUxauII/AAAAAAAAAUY/vxybthgoimc/s72-c/alzira-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-3540823146614971843</id><published>2011-08-05T19:40:00.000-03:00</published><updated>2011-08-05T19:40:59.258-03:00</updated><title type='text'>Descoberta arqueológica em Uganda</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--W-51hxw8X4/Tjxu4GGR_-I/AAAAAAAAAUQ/W7lwGiq9KOU/s1600/f%25C3%25B3ssilafricano.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="770" src="http://2.bp.blogspot.com/--W-51hxw8X4/Tjxu4GGR_-I/AAAAAAAAAUQ/W7lwGiq9KOU/s640/f%25C3%25B3ssilafricano.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do comércio (05/08/2011)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-3540823146614971843?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/3540823146614971843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/descoberta-arqueologica-em-uganda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3540823146614971843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/3540823146614971843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/descoberta-arqueologica-em-uganda.html' title='Descoberta arqueológica em Uganda'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--W-51hxw8X4/Tjxu4GGR_-I/AAAAAAAAAUQ/W7lwGiq9KOU/s72-c/f%25C3%25B3ssilafricano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1555263025297355957</id><published>2011-08-05T09:13:00.000-03:00</published><updated>2011-08-05T09:13:59.712-03:00</updated><title type='text'>Ilse Koch, a cadela de Buchenwald</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-On5PZU_TLvo/TjvePtm8wlI/AAAAAAAAAUA/PT-u0McggR4/s1600/casal1-300x219.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-On5PZU_TLvo/TjvePtm8wlI/AAAAAAAAAUA/PT-u0McggR4/s1600/casal1-300x219.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ilse Koch nasceu em 1906. Começou a carreira como secretária em Dresden até que foi promovida a guarda feminina no campo de concentração de Sachsenhausen ,perto de Berlim, aberto em 1936. Lá ela conheceu Karl Otto Koch, um oficial da SS que era comandante em Sachsenhausen . Em maio 1937, Ilse casou-se com Otto Koch, cuja a primeira união havia falhado. Quando Koch foi transferido a Buchenwald para ser primeiro comandante em agosto 1937, ela o acompanhou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A "Cadela de Buchenwald", como ficou conhecida Ilse Koch, gostava de cavalgar pelo campo de concentração onde escolhia prisioneiros que a desagradavam para serem chicoteados por ela e por soldados da SS. Mas sua fama cresceu por fazer abajures e luvas com a pele tatuada de prisioneiros especialmente assassinados para esse fim em Buchenwald.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma testemunha no julgamento de Nuremberg contou que "Os produtos concluídos (peles tatuadas arrancadas dos corpos) eram trazidos para a esposa de (Karl) Koch, que fazia abajures e outros ornamentos para a casa com as peles".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="" name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://arquivosinsanos.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As atrocidades duraram anos, até que em Agosto de 1943 Karl Koch foi capturado pela Gestapo, acusado de corrupção. Foi considerado culpado e executado em Abril de 1945.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Após a guerra, Ilse Koch não tentou se esconder e depois que os prisioneiros livres contaram suas histórias sobre seu comportamento às forças armadas americanas, foi fácil derruba-la e prendê-la como uma criminosa da guerra. Foi acusada de participar "de um projeto comum" para violar as leis de guerra, mas a acusação específica era o terrível crime de selecionar prisioneiros de Buchenwald para serem mortos por seu amante , Dr. Waldemar Hoven, a fim ter os abajures feitos de pele tatuada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Três partes de pele tatuada e uma cabeça encolhida foram exibidas na corte em Dachau como a evidência dos crimes cometidos pela equipe de funcionários em Buchenwald. A fotografia do Dr. Kurte Sitte mostra as três partes de pele tatuada, encontradas no departamento do patologia em Buchenwald.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A investigação durou oito meses e em 1947 Ilse Koch foi condenada a prisão perpétua. Após ter permanecido dois anos na prisão, o general Lucius D. Argila, controlador militar da zona americana na Alemanha, solicitou sua libertação. Devido sua condenação internacional, Koch foi presa novamente em janeiro de 1951. Foi condenada novamente a prisão perpétua.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ilse Koch cometeu suicídio na prisão de Aibach, em 1 de setembro de 1967.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YDeOzlxHgkg/TjveXhxjwJI/AAAAAAAAAUE/q4LsxAMnU64/s1600/Ilse+Koch3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://2.bp.blogspot.com/-YDeOzlxHgkg/TjveXhxjwJI/AAAAAAAAAUE/q4LsxAMnU64/s320/Ilse+Koch3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;fonte: &lt;a href="http://arquivosinsanos.blogspot.com/2011/08/ilse-koch-cadela-de-buchenwald.html"&gt;Arquivos Insanos&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1555263025297355957?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1555263025297355957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/ilse-koch-cadela-de-buchenwald.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1555263025297355957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1555263025297355957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/ilse-koch-cadela-de-buchenwald.html' title='Ilse Koch, a cadela de Buchenwald'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-On5PZU_TLvo/TjvePtm8wlI/AAAAAAAAAUA/PT-u0McggR4/s72-c/casal1-300x219.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-4487601041296543075</id><published>2011-08-03T16:58:00.003-03:00</published><updated>2011-08-03T17:03:02.928-03:00</updated><title type='text'>A questão do segredo no candomblé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yHt3MrJwGiM/Tjmo4C7AY9I/AAAAAAAAABk/poxeeTPbzvk/s1600/candomble1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-yHt3MrJwGiM/Tjmo4C7AY9I/AAAAAAAAABk/poxeeTPbzvk/s320/candomble1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636722089441387474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; line-height: 18px; font-size: small; "&gt;As religiões afro-brasileiras são constituídas por grupos esotéricos que se pautam pelo conhecimento oral. Suas regras de acesso ou ingresso envolvem a realização de rituais privados, no interior dos terreiros. Por isso o segredo desempenha um papel fundamental no candomblé. Porém, se a oralidade no mundo dos terreiros tem sido a forma por excelência de transmissão de conhecimento, manutenção do axé (energia vital) e do segredo ritual, fora deste contexto ela vem se tornando cada vez menos legítima.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Como dizem alguns estudiosos, a escrita tem sido uma das bases dos processos de educação, comunicação de massa e conversão religiosa. Já no contexto particular dos terreiros, ao contrário, a palavra escrita não tem a força do axé. É somente nos ritos que a palavra falada se associa ao canto, à reza, aos objetos, ao sacrifício etc. quando então sua força mítica é liberada. O segredo da força da palavra está na associação da frase que ela anuncia com a legitimidade de quem a profere. Nesta gramática religiosa, o significado depende de quem fala, o que fala, para quem fala e qual o contexto da interlocução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;As formas assumidas pelas sistematizações (ou codificações escritas) no candomblé denunciam transformações significativas no modo pelo qual a religião tem sido praticada no interior dos terreiros, e pensada na confluência destes com o mundo que os envolve. A questão do segredo e sua revelação foi uma das mais importantes transformações verificadas no candomblé no momento em que se expandiu a prática nos grandes centros urbanos do Sudeste por volta dos anos de 1960. Livros e a internet participaram dessa divulgação, com, inclusive, cenas rituais publicas e privadas “postadas” em sites como o “You Tube”. Nesse caso, uma religião que privilegia a dança, o movimento, a cor, a música, a performance, certamente tem um grande potencial para aproveitar a seu favor os recursos disponíveis na web.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "   &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/a-questao-do-segredo-no-candomble"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-4487601041296543075?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/4487601041296543075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/questao-do-segredo-no-candomble.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4487601041296543075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/4487601041296543075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/questao-do-segredo-no-candomble.html' title='A questão do segredo no candomblé'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-yHt3MrJwGiM/Tjmo4C7AY9I/AAAAAAAAABk/poxeeTPbzvk/s72-c/candomble1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1840960940626407349</id><published>2011-08-03T16:38:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T16:41:27.770-03:00</updated><title type='text'>A maçonaria no século XXI</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A chegada da Maçonaria ao Brasil, no final do século XVIII, pode ser entendida como um dos sinais do processo de modernização do país. A instituição foi o mais importante espaço de divulgação do ideário moderno (mesmo que mesclado com um mais tradicional) e conseguiu atrair uma parcela significativa da elite para dialogar, à sua maneira, com os ideais iluministas emergentes no período.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;A atividade maçônica formou, a partir do início do século XIX, uma rede de lojas por todo o território brasileiro e organizou o que, provavelmente, foi a primeira atuação política articulada (nacional e internacionalmente) de uma instituição civil de que temos notícia no nosso país. Funcionava como uma espécie de arena para discussões voltadas ao processo de modernização, a Independência, a abdicação de Dom Pedro I, o abolicionismo, a questão religiosa, a separação da Igreja do Estado, o movimento republicano e outros assuntos menos comentados.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;O ambiente maçônico é um lugar que privilegia discussões filosóficas, atividades filantrópicas, debates sobre a realidade sócio-econômica e cultural. Ao mesmo tempo, a maçonaria é uma instituição secreta, iniciática e, consequentemente, aristocrática, na qual só participam homens (pelo menos no “movimento maçônico regular”), alfabetizados, sem defeitos físicos, maiores de idade e com nível de renda suficiente para assumirem os custos da filiação à instituição; instituição na qual a hierarquia está presente em todos os seus procedimentos, desde a estratificação em graus de iniciação, até os vários níveis de luto quando da morte de seus integrantes.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; line-height: 18px; "&gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/a-maconaria-no-seculo-xxi"&gt;revistadehistoria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1840960940626407349?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1840960940626407349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/maconaria-no-seculo-xxi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1840960940626407349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1840960940626407349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/maconaria-no-seculo-xxi.html' title='A maçonaria no século XXI'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-2812648804060342229</id><published>2011-08-02T13:11:00.002-03:00</published><updated>2011-08-02T13:28:02.462-03:00</updated><title type='text'>Filme indiano polêmico mostra a relação de Hitler e Gandhi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; line-height: 20px; font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Após uma polêmica filmagem, foi lançado na Índia um esperado filme sobre Adolf Hitler realizado totalmente no país que, no entanto, recebeu críticas demolidoras por sua visão ingênua do ditador nazista. "Dear Friend Hitler" ("Querido Amigo Hitler", em tradução literal) conta com astros indianos e baseia seu roteiro em duas cartas que o pai da independência do país, Mahatma Gandhi, escreveu ao ditador alemão para dissuadi-lo de seu intuito bélico durante a Segunda Guerra Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/filme+indiano+polemico+mostra+relacao+de+hitler+e+gandhi/n1597112668555.html"&gt;ultimosegundo.ig&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-2812648804060342229?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/2812648804060342229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/filme-indiano-polemico-mostra-relacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2812648804060342229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/2812648804060342229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/filme-indiano-polemico-mostra-relacao.html' title='Filme indiano polêmico mostra a relação de Hitler e Gandhi'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1825088539382590347</id><published>2011-08-01T15:17:00.002-03:00</published><updated>2011-08-01T15:22:46.190-03:00</updated><title type='text'>3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Estão abertas as inscrições para a 3a Olimpíada Nacional em História do Brasil, que será realizada na Unicamp. As insccrições podem ser feitas até 09 de agosto. A primeira fase da competição começa dia 15 de agosto. A fase presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro, na Universidade Estadual de Campinas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história. A taxa de inscrição é de 20 reais para equipes de escolas públicas e 40 para equipes de escolas particulares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); "&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.anpuh.org/informativo/view?ID_INFORMATIVO=1925"&gt;www.anpuh&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1825088539382590347?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1825088539382590347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/3-olimpiada-nacional-em-historia-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1825088539382590347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1825088539382590347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/08/3-olimpiada-nacional-em-historia-do.html' title='3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil'/><author><name>Socorro Fonseca de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10593597160935467441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-AqhhgUNbDg4/TWaOGrwlVxI/AAAAAAAAAAM/RHnO7twzFW4/s220/OgAAAItcS6TrIzxNCyO6X3AEOF1KKaLXf83lZDyQE5NssOQKoM1xFG859UFV2jwvRv5vAAmBcdrHky9qowLyk1LQylYAm1T1UN23jj_LzsRY63UUptPKTqn1inib.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-222087258997078065</id><published>2011-07-30T09:51:00.000-03:00</published><updated>2011-07-30T09:51:33.531-03:00</updated><title type='text'>Livros considerados heréticos pela Igreja</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lwEy_iRMlm8/TjP8ALOEWvI/AAAAAAAAATk/eigYv6Vz4sI/s1600/index.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-lwEy_iRMlm8/TjP8ALOEWvI/AAAAAAAAATk/eigYv6Vz4sI/s1600/index.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 1962, o Papa João XXIII, no Concílio Vaticano Segundo, aboliu o “Librorum Prohibitorum ou Index Expurgatorius&lt;i&gt;” (“algumas literaturas dizem que foi abolida pelo Papa Paulo VI”&lt;/i&gt;), que significa "Índice dos Livros Proibidos" ou "Lista dos Livros Proibidos". Sua criação ocorreu no V Concílio de Latrão em 1515, confirmada no Concílio de Trento em 1546, com a primeira edição no ano de 1557, seguidas de mais 41 edições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essas listas consistiam em obras de cientistas, filósofos, enciclopedistas, romancistas ou poetas, que a Igreja declarava serem “obras perniciosas” que contradiziam a história e os dogmas da igreja, e que poderiam levar a corrupção de seus fiéis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-size: medium;"&gt;Algumas das obras contidas no Index:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-h4nwM0_-Ij8/TjP90VJ12bI/AAAAAAAAATs/T9QrmSCzJw0/s1600/livros+proibidos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-h4nwM0_-Ij8/TjP90VJ12bI/AAAAAAAAATs/T9QrmSCzJw0/s1600/livros+proibidos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-size: medium;"&gt;Outros Autores Proibidos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel, Erasmo de Roterdã, Baruch de Espinosa, Immanuel Kant, Emile Zola, Jean-Paul Sartre, Francis Bacon, Henri Bergson, etc..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mitologiasemisterios.blogspot.com/2011/03/livros-proibidos-pela-igreja.html"&gt;Mitologias e Mistérios&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-222087258997078065?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/222087258997078065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/livros-considerados-hereticos-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/222087258997078065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/222087258997078065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/livros-considerados-hereticos-pela.html' title='Livros considerados heréticos pela Igreja'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lwEy_iRMlm8/TjP8ALOEWvI/AAAAAAAAATk/eigYv6Vz4sI/s72-c/index.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-6598208909976793417</id><published>2011-07-26T11:08:00.000-03:00</published><updated>2011-07-26T11:08:28.039-03:00</updated><title type='text'>Diário de um torturador de bruxas na Idade Média ( Parte III)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aevy7wZVPGU/Ti7JYEPIiTI/AAAAAAAAAQE/p3OwTiUrflw/s1600/Tortura+Inquisicao+-+H+DO+MUNDO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://4.bp.blogspot.com/-aevy7wZVPGU/Ti7JYEPIiTI/AAAAAAAAAQE/p3OwTiUrflw/s320/Tortura+Inquisicao+-+H+DO+MUNDO.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;&lt;b&gt;30 de Outubro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Depois de realizada a tarefa, eu precisava receber os meus ganhos, que totalizavam 100 shillings. O Magistrado se recusou a pagar-me devido ao fato de que fui incapaz de achar nenhuma marca no corpo daquela pobre garota. Soube que, pelas costas, ele me acusou de ter sido relapso. NEMO ME IMPUNE LACESSIT (ninguém me ataca impunemente!). Na tentativa de infundir-lhe o terror da denúncia, informei-o que o meu superior iria entrar em contato com o seu superior para que resolvêssemos tal pendenga de maneira civilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Magistrado era deveras um homem culto, terminei a minha prediga com a esta máxima latina: IUCUNDA MACULA EST EX INIMICI SANGUINE (o sangue do inimigo não passa de uma mancha agradável aos olhos). Quando o Magistrado percebeu que eu não desistiria dos meus honorários, ordenou a um servo que me entregasse 150 shillings e uma garrafa com o seu vinho mais fino, para compensar os meus aborrecimentos. Dei-me por satisfeito com o pagamento, mesmo depois dele ter feito de tudo para manchar o meu nome. Informei ao servo que o pagamento estava quitado e mandei os meus cumprimentos ao seu Mestre. Penso que agora é hora de retornar a Lodres e usufruir a companhia de um jovem rapaz, claro, pagando uma ninharia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do texto referente ao diário traduzido de:&amp;nbsp;&lt;a href="http://rebelruby.wordpress.com/diary-of-a-witch-pricker/" style="color: blue; font-weight: bold; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; text-decoration: none;"&gt;Diary of a Witch Pricker.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Quando uma linda mulher despertava o desejo sexual nos seus algozes, dizia-se que o próprio Satanás, inquilino daquele corpo, induzira-os a tal ato, o que de certa forma os absolvia do pecado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.blogpaedia.com.br/2011/06/diario-de-um-torturador-de-bruxas-da.html"&gt;Paedia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-6598208909976793417?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/6598208909976793417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/diario-de-um-torturador-de-bruxas-na_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6598208909976793417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/6598208909976793417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/diario-de-um-torturador-de-bruxas-na_26.html' title='Diário de um torturador de bruxas na Idade Média ( Parte III)'/><author><name>Tadeu Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14898072201220925787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-6SR_3nVK08Q/Tt5GDXPyZpI/AAAAAAAAAe0/BajtPgFVQDM/s220/pefil%2Bblog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-aevy7wZVPGU/Ti7JYEPIiTI/AAAAAAAAAQE/p3OwTiUrflw/s72-c/Tortura+Inquisicao+-+H+DO+MUNDO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3338570631267255093.post-1118376918220478806</id><published>2011-07-25T00:58:00.002-03:00</published><updated>2011-07-25T01:01:06.523-03:00</updated><title type='text'>CIA revela os segredos dos seus espiões.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A CIA abriu, no ano passado, um arquivo com mais de 1 milhão de documentos até então considerados confidenciais que revelam técnicas utilizadas por seus agentes. Seis desses papéis ensinam como produzir a famosa tinta invisível, conhecida desde a Antiguidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma das substâncias utilizadas no preparo da substância era o suco de limão, que aparece quando o papel é aquecido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;_________________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Leia mais em  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistahistorien.com/cia-segredos.htm"&gt;http://revistahistorien.com/cia-segredos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3338570631267255093-1118376918220478806?l=revistahistorien.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revistahistorien.blogspot.com/feeds/1118376918220478806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/cia-revela-os-segredos-dos-seus-espioes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1118376918220478806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3338570631267255093/posts/default/1118376918220478806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revistahistorien.blogspot.com/2011/07/cia-revela-os-segredos-dos-seus-espioes.html' title='CIA revela os segredos dos seus espiões.'/><author><name>Pablo Russo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16347376876317841717</uri
